Acontece hoje a 36ª edição do Senac Moda Informação e pela 4ª vez produzimos o Espaço Senac de Cultura Urbana.
- by Mayara Adélia Lira
O SMI tem como foco temas e produtos para o inverno 2011, objetivando transmitir ao público o resultado de pesquisas realizadas pelos consultores do Senac nos grandes centros mundiais da moda. As atividades do evento são direcionadas aos profissionais da moda e do segmento têxtil.
O mercado da moda brasileiro reconhece o evento como uma ótima oportunidade para atualizar conhecimentos, trocar informações e discutir propostas de moda para a estação.
O Senac Moda Informação conta com o Espaço Senac de Cultura Urbana que pela quarta vez consecutiva foi produzido pela Emporium da Criação.
Em breve você poderá conferir aqui as fotos do evento e do espaço que temos orgulho em produzir.
Confira aqui detalhes e programação do evento, que acontece hoje no Memorial da América Latina.
Os clientes internos como peça chave nas mídias sociais
- by Mayara Adélia Lira
Cada dia mais cresce a importância das mídias sociais nas empresas e é maior o número de campanhas e estratégias de marketing envolvendo comunicação interativa na Internet. As organizações querem construir uma imagem sólida e um relacionamento com seus clientes na web e para isso decidem desenvolver diversas atividades online envolvendo seus clientes externos, parceiros, fornecedores.
Os clientes internos, ou seja, os funcionários das organizações, algumas vezes são esquecidos e não são incorporados às estratégias de marketing digital, não são incorporados ao ambiente que eles já participam por livre e espontânea vontade, o ambiente da web 2.0. Mas o que eles têm a ver com a decisão da empresa de investir em mídias sociais?

Muito dos colaboradores das empresas participam de redes sociais, visitam blogs, participam de fóruns e diversos tem seus próprios perfis na rede. E, por que não participarem dentro das empresas? Por que não estarem envolvidos dentro da estratégia adotada nas mídias sociais? E por que não fazer uma campanha participativa com os clientes internos?
Por isso, a importância de treinar os colaboradores quando se decide investir em mídias sociais e de envolvê-los nas campanhas adotadas. Uma campanha pode deixar de atingir seu resultado caso um colaborador, por falta de informação ou de treinamento, faz algo que não deve nas mídias sociais, em suas redes e perfis particulares, afetando não só a eficácia da campanha como também a imagem da organização.
Envolver os funcionários nesta decisão da empresa faz parte também de ser social, e não trará resultados satisfatórios apenas para uma determinada campanha ou projeto nas mídias sociais, trará resultados para a empresa também, para a motivação dos funcionários, e para os próprios clientes, uma vez que eles têm contato direto com os colaboradores da organização.
Fonte: i9socialmedia.com
Pecados cometidos em campanhas online
- by Mayara Adélia Lira
A Revista Amanhã trouxe como capa de sua edição do mês de março de 2010 (no. 262) a matéria intitulada “Perdidas no Ciberespaço – A era digital ainda é um enigma para o marketing das empresas“. Complementando, posso dizer que não é apenas o marketing das empresas que está perdido, mas também as agências de marketing, publicidade, propaganda, relações públicas e todos aqueles que ainda não acordaram para essa nova realidade social, econômica e cultural.
Até mesmo Michael Porter precisou rever seu modelo estratégico graças aos “efeitos da rede”. Então, se agências que ainda carregam vícios de um paradigma já ultrapassado continuarem criando “artes bonitinhas”, sites ou hotsites para campanhas promocionais na internet, acreditando que isso resolve o problema da comunicação da marca com o cliente, continuarão complementa equivocadas.
Ao longo de nossa caminhada viemos acompanhando ações de marketing que nos remetem a idéias de ações “jogadas” e pouco persuasivas para o consumidor. A internet deixou de ser um cenário para amadores que acham que sabem fazer as coisas, mas contextualizando na realidade do mercado, hoje se qualquer empresa precisar de uma mídia digital para uma determinada campanha, encontramos, facilmente, vários profissionais para executar a ação, mas, no caso de essa empresa necessitar de um trabalho envolvendo planejamento, pesquisa, entendimento do negócio com uma visão ampla e não somente do ponto de vista da execução, que é extremamente limitada por falta de conhecimento técnico, encontram-se poucos profissionais capacitados.
A constante mudança no mercado, a alta e acirrada competitividade entre os concorrentes, a exigência dos consumidores por produtos/serviços de maior qualidade, requer profissionais capacitados que saibam planejar para criar oportunidades de negócio, fazendo, assim, o marketing digital acontecer. Nesse sentido, é necessário conhecer o ambiente em que se está inserido, ou seja, o mercado (marketing) para determinar qual é o melhor caminho para o sucesso da ação.
E, nesse caminho para o sucesso, é preciso ter em mente algumas coisas – pecados – que ainda são bastante comuns. Elaborei um guia com 10 pecados que muitas agências off-line ainda cometem quando aventuram-se no meio digital:
01 – Não pesquisar
Esse é o primeiro pecado de qualquer campanha, seja no mundo off-line ou no on-line. Existem várias formas de você ter um insight (termômetro) sobre determinado produto/serviço. Cabe ressaltar que a metodologia para elaborar pesquisas no meio on-line diferem-se das off-line. No ambiente on-line, podem ser utilizadas ferramentas como o Google Insights, Google Trends, Orkut, Facebook, Twitter, Alexa, Google AdPlanner, enquetes em sites, fóruns de discussão, entre outros.
Um exemplo positivo de uso de pesquisa através da internet foi feito pela Doritos, que identificou a demanda em uma comunidade do Orkut (Queremos Doritos 5Kg), de quase 1.700 membros, produziu e enviou uma versão exclusiva de 5Kg do salgadinho para os participantes dessa comunidade. FANTÁSTICO!!!
02- Não ter metas e objetivos
Todas as campanhas devem ter metas e objetivos iniciais bem definidos, sejam eles cadastros, visibilidade de marca, consumidores impactados, vendas, etc. Sendo assim, no final da ação teremos dados e informações para avaliar o sucesso ou fracasso da ação promocional. Um dos pontos chave é fazer a comparação dos resultados obtidos com benchmark ou resultados comerciais no mesmo período de anos/meses anteriores.
3 – Não planejar
Esse é mais um dos pecados que não deve ser cometido: não planejar corretamente a campanha. As perguntas a serem respondidas são muitas: quem são meus consumidores alvo? Eles acessam a internet de casa ou do trabalho? O que fazem na internet? Quais as mídias e as redes sociais de que participam? Quais seus interesses na WEB? Qual mídia a ser utilizada (TV, rádio, revista, outdoor, jornal, internet etc?)? Qual a comunicação (mensagem) em cada mídia? Qual o cronograma de ações? Qual a duração da campanha? Qual o foco central da ação? Qual será o prêmio (concurso, sorteio, desconto etc?)? O regulamento está dentro do código de ética da AMPRO e bem explicado para o consumidor?
Essas são algumas das questões que um bom profissional de planejamento deve responder antes de dar início à execução de uma campanha. Um planejamento bem feito evita o fracasso e o retrabalho da campanha.
04 -Não ter conhecimento em TI e Internet
As agências off-line deveriam ter o mínimo de conhecimento em Tecnologia da Informação e Internet para saber quão complexa é a ideia que está sendo vendida ao cliente. Após a aprovação, as agências, apavoradas, começam a buscar fornecedores para executá-la, mas não têm conhecimento técnico para informar se haverá integração com banco de dados, qual servidor utilizar, qual a linguagem de programação, quem irá fazer o CSS, quantos dias demora para finalizar a ação, entre outros requisitos que o profissional de TI precisa ter em mãos para que seu trabalho seja realizado com sucesso.
Na maioria das vezes, as agências passam para o setor de TI a ideia através de uma imagem (foto), e também, até em uma folha impressa, é a mesma coisa que chegar para um engenheiro civil ou construtor com um recorte ou foto de uma casa e dizer para fazer igual no período de tempo estipulado e já com o valor do material a ser comprado, lamentável!
Por isso, todas as agências deveriam ter um profissional responsável pela área de TI que tivesse conhecimento em marketing, publicidade, internet e TI.
05 – Não divulgar
Outro pecado cometido é não divulgar; empresas acreditam que os consumidores, por mais conhecida que seja a marca, vão entrar nos seus sites ou hotsites digitando a url do navegador. Isso nunca vai acontecer.
“Quem não é visto não é lembrado” – seguindo esse contexto, faça um bom plano de mídia, escolha os melhores sites (aqueles relevantes para seu público-alvo), blogs e programas de publicidade para divulgação de seus produtos/serviços.
Segundo o “Estudo de Lembrança de Anúncios e Impacto de Marca no Brasil“, realizado pela Media-Screen em setembro de 2007, 95% dos internautas acessam mecanismos de busca, então se sua empresa fizer uma ação promocional on-line e não divulgar no Google, você já sabe o que pode acontecer.
Links Patrocinados, Banners, Advergames, Programas de Afiliados, Mobile Marketing, e-Mail Marketing, QR Code etc são alguns dos formatos que devem ser utilizados para campanhas no meio on-line.
06 – Não otimizar
Para Steve Jobs, as decisões devem ser tomadas baseada em DADOS, não em SUPOSIÇÕES. Essa frase deve ser seguida em qualquer campanha promocional.
Imagine se conseguíssemos identificar que os outdoors espalhados pelos n pontos não estão passando a mensagem que o consumidor gostaria de escutar e que campanha não está gerando o resultado que esperávamos, isso tudo na primeira semana. O que fazer? Trocar os outdoors? Não vai adiantar, e também não será viável economicamente.
Já no meio on-line, através das ferramentas de análise de tráfego (Google Analytics, Omniture) e de uma equipe de profissionais capacitados, consegue-se fazer mudanças em tempo real. Ou seja, moldar a campanha conforme a necessidade do consumidor.
07 – Não monitorar
Muitas agências e empresas criam sites, blogs, hotsites, Twitter, Orkut etc, sem ter ferramentas nem cérebros (pessoas) para identificar os problemas e as oportunidades geradas através do contato do consumidor com a marca. Dessa forma, é necessário que todo e qualquer clique (passos do cliente) que o usuário der em banners, sites, hotsites, blogs sejam identificados para compreendermos qual sua real necessidade e oferecer o produto/serviço que ele realmente espera.
08 – Não integrar as mídias
Quando o ponto central da ação acontecer no meio on-line, é necessário que os meios tradicionais (outdoors, TV, rádio, revista, jornais etc.) sirvam de apoio, ou seja, estimulem o consumidor a realizar a ação. Hoje o consumidor é multifacetado, consome um pouco de cada mídia, umas com mais intensidades, outras com menos. Nesse sentido, as agências devem pensar em campanhas em ambiente global, que sejam aplicadas em qualquer meio, não apenas nos meios que as beneficiem (20% de BV).
09 – Não permitir a colaboração do consumidor
A comunicação deixou de ser uma via de mão única, o consumidor não quer ser apenas um espectador e ouvinte, ele quer ser o veículo, quer construir, participar, colaborar com a marca. Hoje vivemos na Sociedade Digital, onde os prosumers (produtores e consumidores de conteúdo) se destacam e viram influenciadores e formadores de opinião. Nessa nova realidade social e mercadológica, o poder das marcas não está mais nas mãos das empresas, mas sim nas mãos do consumidor. Nesse sentido, não permitir que o consumidor participe da ação, fazendo dele o canal de divulgação, acarretará em investimentos desnecessários.
10 – Não inovar
Agências, empresas, anunciantes precisam reiventar-se, participar, conhecer, inovar, transformar, senão poderá acontecer o que já comentei no artigo A Extinção do Profissional de Marketing Tradicional:
“O profissional de marketing tradicional está com os dias contados, se ele não se atualizar, ficará para trás. Então, atualizem-se, evoluam e se adaptem essa nova realidade ou acontecerá com vocês o mesmo que aconteceu com os dinossauros“.
Não cometam esses pecados e terão sucesso em suas campanhas on-line.
Finalizo este artigo com uma frase de meu amigo Albert Einstein:
A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará a seu tamanho original.
Fonte: http://imasters.uol.com.br
Vaga de Web Designer na Emporium!
- by Mayara Adélia Lira
Tipo de Profissional:
Web Designer
Empresa:
Agência Emporium da Criação – www.emporiumdacriacao.com.br
Local:
Aclimação – São Paulo – SP
Descrição:
Dinâmico, criativo, responsável e comprometido com o crescimento da empresa e sua função.
Exigências:
- Conhecimento da plataforma OS X for Apple Macintosh
- Flash (Nível intermediário em Action Script);
- Pacote Adobe (avançado)
- XHTML, CSS (Nos padrões W3C), JavaScript. HTML5 é um diferencial.
- Conhecimentos básicos em programação PHP.
- Conhecimento em WordPress (instalação e administração de sistemas CMS em geral são diferenciais).
- Experiência mínima de 01 ano na área
- Link para Portfólio
Faixa Salarial Inicial: 850,00 a 1.000,00 (regime CLT) Benefício: VT + VR
Contato:
Ricardo Cordeiro / Eduardo Rocha
Email:
envie seu currículo para: vagas@emporiumdacriacao.com.br
no assunto informe o nome da vaga
Deadline da seleção para Vaga:
01/10/2010
Um oceano de marcas – e os consumidores, perdidos
- by Mayara Adélia Lira
O marketing clássico pregava que havia 4Ps: produto, preço, promoção (ou propaganda) e ponto de venda. Ao longo dos anos, empresários de varejo e publicitários trabalharam com afinco nesses quatro pilares, no intuito de cativar clientes e motivá-los a comprar. A fórmula parecia lógica e infalível, e bastava estar atento para esses ingredientes para que toda e qualquer venda fosse bem sucedida. Isso era no passado. Hoje, com a velocidade de tudo, com a enxurrada de informações que cai sobre nós a cada segundo, a postura para atrair a atenção desse consumidor mudou radicalmente. Porque, verdade seja dita, tornou-se muito mais difícil chamar a atenção e diferenciar-se nesse oceano de marcas e apelos que cresceram exponencialmente em tempos de internet.
Segundo o estudo Strike up the Brands, da McKinsey, o número de marcas nas prateleiras de supermercados triplicou na década de 90, passando de 15 mil para 45 mil. Hoje, existem cerca de 2 milhões de marcas no mundo, e surgem 700 novas marcas a cada dia, um crescimento de 10% ao ano.
A proliferação de marcas e produtos, ao invés de facilitar, complica a adesão do consumidor a uma ou duas marcas. Porque, para esse consumidor, a fidelidade pode significar que ele está perdendo algo melhor, e que também está ao alcance da sua mão. É “o paradoxo da escolha” do qual falou Barry Schwartz no livro que leva esse título. Ficamos desesperados ante a variedade de opções e tememos fazer a escolha errada. O outro ponto é que a fragmentação das mídias, com inúmeros canais à nossa disposição hoje, faz com que os esforços de divulgação sejam bem mais complexos, porque o nível de atenção das pessoas também é muito mais efêmero.
Como as marcas devem se posicionar então? Qual dos quatro Ps lá da década de 1970 deve ser modificado? Como empresário de varejo, o que devo fazer para nadar com folga em um mar tão cheio de concorrentes e apelos? E, principalmente, quem é afinal, e o quer, esse consumidor que já não se contenta com uma marca só e é bombardeado por anúncios e informações?
As respostas são muitas, mas gosto de pensar em coisas simples. Apresento duas delas: a primeira é: faça as perguntas certas. Antes de tentar descobrir, com uma pesquisa, o que quer o consumidor, pergunte-se: “o que tenho medo de descobrir sobre mim mesmo?”. Porque tenho visto muitas pesquisas serem mal conduzidas, e acabam refletindo apenas coisas que já se sabia ou colhem informações que não servem para nada. Basicamente porque fez as perguntas erradas.
Outra: defina o seu conceito. Você é capaz de traduzir em apenas 140 caracteres (número de toques permitido no microblog Twitter, ferramenta de mídia social que está entre as que mais crescem no mundo) quem é você, ou o que faz, ou como que ser percebido? Defina um conceito e acostume-se a traduzi-lo de maneira rápida e enxuta. Isso vale para personal branding, para lojas, para empresas… e para marcas.
Por Mariela Castro
Fonte: www.alshop.com.br