Murdoch e Jobs lançarão jornal digital para iPad no dia 19 de janeiro
- by Mayara Adélia Lira

Washington – O novo jornal digital “The Daily”, criado para o tablet iPad, será apresentado no próximo dia 19 de janeiro em San Francisco por seus dois criadores, Rupert Murdoch e Steve Jobs, informou nesta terça-feira a imprensa local.
O novo jornal será dirigido por Jesse Angelo, que antes era responsável pelo “The New York Post”, outro veículo de comunicação da empresa News Corp., de Murdoch.
Segundo o site “The Cutline”, o anúncio será feito na próxima quarta-feira no Museu de Arte Moderna de San Francisco, e contará com a presença de Murdoch e Jobs, presidente da Apple.
Até o momento não foram divulgadas muitas informações sobre o novo projeto, exceto que “The Daily” contratou jornalistas da “The New Yorker”, do “The Daily Beast” e da “Forbes” para sua redação.
Em agosto, Murdoch se referiu ao novo jornal como “uma verdadeira mudança na apresentação das notícias”, seu “projeto mais excitante”.
O periódico digital para plataformas móveis incluiria matérias curtas e de linguagem acessível para o público geral.
Há previsões de que o magnata da comunicação australiano invista milhões de dólares no “The Daily”, apesar de que o novo jornal utilizaria conteúdo de seu império midiático, que inclui a agência de notícias “Dow Jones”, o “The Wall Street Journal” e o canal de televisão “Fox News”.
Fonte: Portal Exame
Casa Cor São Paulo 2010
- by Mayara Adélia Lira
Com o tema sustentabilidade o evento Casa Cor SP 2010, vêm com novidades ecologicamente corretas, sem perder design e sofisticação, com todo conceito de “viver bem”. Nos dias 25 de maio a 13 de junho de 2010, quem for ao Jockey Clube de São Paulo, poderá conferir o maior evento de arquitetura, decoração e paisagismo da América Latina, tudo que há de novo em decoração sustentável, com elaboração de espaços realizados pelos mais respeitados profissionais da área no Brasil, agregando beleza, versatilidade, comodidade, sofisticação e qualidade.
Vale a pena conferir!
Saiba mais no site: www.casacor.com.br/saopaulo
Inclusão social com dicionários de PVC
- by Mayara Adélia Lira
Possibilitar a leitura para o maior número de pessoas, incluindo aquelas com necessidades especiais é o objetivo dos dicionários ilustrados em Libras e Braille feitos com laminados de PVC.
Por sua versatilidade, o PVC é encontrado nas mais diversas aplicações, desde tubos e conexões, até produtos da área médica. Desta vez, o PVC aparece em uma aplicação que visa garantir que o maior número de pessoas tenha acesso à leitura. Este é o objetivo dos criadores dos dicionários ilustrados em Libras e Braille. São três títulos já publicados com temas como corpo humano e animais. O conteúdo é disponibilizado em português, Libras e Braille e em breve também contará com Escrita Tátil e Sign Writing. O objetivo é proporcionar a acessibilidade e a inclusão social de pessoas portadoras ou não de necessidades especiais, de forma lúdica e interativa.
Voltados para a educação infantil até 14 anos e com extensão a qualquer pessoa que esteja em fase de aprendizado, os dicionários levam, ainda, mais um diferencial – são feitos com laminados de PVC. “O material proporciona aos dicionários design diferenciado, bonito e agradável”, afirma um dos idealizadores do projeto, Nelson Júnior. “Eu já fazia trabalhos com Libras e Braille como voluntário e queria também ter um negócio próprio. Para tanto, busquei um diferencial para o meu produto que fosse além de seu conteúdo”, afirmou o executivo.
E não foi apenas na aparência dos dicionários que o PVC apresentou benefícios. Segundo Nelson Júnior, o PVC agrega valor aos produtos por apresentar maior durabilidade e “por viabilizar seu uso de forma pedagógica e lúdica, como se fosse um brinquedo e ao mesmo tempo um livro de exercícios”, explicou.
Júnior disse que o PVC permite que os dicionários sejam manipulados mais facilmente por pessoas tetraplégicas, já que podem ser dobrados e amassados sem serem danificados; podem ser lavados com água ou limpos com álcool; podem ser usados como livros de exercícios usando canetas de quadro branco e posteriormente serem limpos possibilitando seu uso por mais de uma vez; podem ser usados durante o banho das crianças ou em momentos de lazer como na praia ou piscina o que proporciona excelente custo-benefício em função do reuso; não perdem suas propriedades principalmente no caso do Braille após uso prolongado, além de serem 100% recicláveis e sustentáveis.
Os dicionários ilustrados de PVC são hoje vendidos pela Internet por meio de uma loja virtual configurada pelo próprio autor (www.supereficiente.com.br, www.librasebraille.com.br)“. Já encaminhamos pequenas remessas a educadores de Cuba, Paraguai, Chile e Suíça e estamos em contato para exportação também para Paraguai e Angola”, contou Nelson Júnior.
Para Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC, a versatilidade do material, aliada a seu custo-benefício e viés de sustentabilidade, faz do PVC um produto que cada vez mais ganha espaço em aplicações diferentes. “Para nós, que representamos a cadeia do PVC, é gratificante saber que podemos contribuir na formação de crianças e na inclusão social de portadores de necessidades especiais”, afirma o executivo.
O Instituto do PVC tem o compromisso de orientar as empresas associadas a adotarem posturas socialmente responsáveis, no intuito de promover o crescimento sustentável do setor, difundindo suas características técnico-científicas, ambientais e de reciclabilidade, sempre fundamentadas em ações éticas.
Para mais informações sobre o produto: www.librasebraille.com.br.
A iniciativa é incrível, mais incrível ainda seria se o nosso governo apoiasse a idéia.
ACTIVIA – Piada da Vez
- by Mayara Adélia Lira
O iogurte da Danone que promete auxiliar no funcionamento do intestino, e, direciona suas vendas para o público femininno, a uma semana tem sido motivo de chacota nas redes sociais, sendo considerado um verdadeiro viral. O perfil no Twitter @mistureiactivia, vem ganhando cada vez mais seguidores, ultrapassando 12 mil menções em 24h. Neste perfil, o que é possível encontrar são, piadas de “misturas” inusitadas com Activia. O que é mais interessante é que esse perfil não é da Activia, que ao contrário disso, não está integrada a rede social.
Com mais de 5.000 seguidores o perfil vem adquirindo cada vez mais adeptos. Segundo estudos esse hastag “Misturei Activia” manteve-se no primeiro lugar no trending topic brasileiro durante três dias e continuou entre os dez primeiros nos dias subsequentes.
Em entrevista a Meio&Mensagem Cesar Tavares, gerente de marketing da Activia, afirmou serem espontâneas as manifestações no Twitter e blogs, e que estas, podem ser consideradas positivas para o produto, ao passo que, brincadeiras só são feias com produtos de relevância no mercado. “São brincadeiras, e as pessoas só brincam com marcas relevantes, que fazem parte da vida delas”, afirma.
Este tipo de campanha espontânea cada vez mais vem crescendo nas redes sociais – sendo a @mistoreiactivia de maior impacto, e não diferente da afirmação feita pelo gerente marketing da Activia Cesar Tavares, podem ser consideradas positivas sim, por lembrar das marcas que possuem forte penetração no mercado, contribuindo assim para fixação dela.
Mayara Adélia Lira
Vamos Falar de Branding
- by Mayara Adélia Lira
O processo de construção de uma marca denomina-se branding. Ele trabalha as impressões e a relação que o consumidor tem a respeito de um produto ou serviço, a imagem que ele passa e que ele apresenta na vida de quem o adquire.
Mais que um método específico, trata-se de uma maneira de pensar, uma filosofia, que pode ser entendida como inovadora por pensar no conceito e na fixação da marca. Saber como, com quem e quando vai falar, conhecer as reais necessidades da marca, a fim de, construir (ou melhorar) sua imagem diante do seu público-alvo.
Grandes marcas sempre associam a garantia à qualidade, se a marca é realmente lembrada ela se torna ponto de referência para o consumidor.
Uma marca forte é requisito básico para competir e se sobressair no mercado dinâmico em que vivemos atualmente. Utilizando os conceitos de Branding, podemos criar essa imagem forte para transmitir segurança e confiança ao consumidor.
Diante dos estímulos múltiplos que o mercado nos oferece hoje, pensar em branding significa, pensar em ação estratégica para melhor visibilidade da marca. Com a entrada da computação, a estética passou a tomar o lugar da idéia e ficou estética pela estética, sem muito conceito. Com a globalização, a necessidade de se comunicar com o consumidor passou a ser mais latente, visto que, com toda tecnologia a dispor das pessoas, fez com que cada vez mais os clientes se tornassem mais exigentes.
Muito exigível no mercado atual é ousadia e inovação, é fazer com que o consumidor verdadeiramente olhe para a sua marca, seja por divulgação através de panfletagem (dependendo do seu target) ou por ação viral na internet, o que importa é que sua marca seja vista e lembrada, sempre, associada à qualidade e credibilidade.
Atualmente para uma empresa, é vital possuir, marca, design, branding e estratégia. Muito mais que nome, uma empresa precisa de conceito, de um logo que marque, não precisa ser demasiadamente explicado, necessita ser entendido com facilidade por quem o perceber, na intenção de que ocorra uma associação da marca com conceito dos seus produtos e/ou serviços.
Existem hoje, empresas (agências) que só trabalham com desenvolvimento de branding, não só na intenção de posicionar determinada marca, mas de realizar um planejamento, pra que, tanto a marca quanto o conceito sejam lembrados pelo consumidor, e assim, posicionar de maneira qualitativa a idéia que a empresa pretende passar, associada a um trabalho de design que seja fácil de ser entendido e que seja associável aos conceitos, serviços da marca e aos sentimentos do consumidor, na busca por despertar a real necessidade deste consumidor.
Muitas vezes um pequeno elemento da marca nos remete ao produto, a exemplo disso temos: o M do Mc’Donalds, o símbolo da Nike, a maçã da Apple, as orelhas do Mickey Mouse (que tornou símbolo da marca de vários produtos), o hp da marca de computadores HP, o M da Motorola, o S da Sadia, a moça do Leite Moça, dentre inúmeros outros que fixaram sua marca com boas associações do consumidor, criam necessidade e possuem elementos fáceis de serem lembrados.
Branding está associado à memória, a clareza e facilidade de se entender uma marca, o planejamento de branding tem crescido cada dia mais diante das necessidades do mercado, aliado a sua constante mutação e inovação, sempre pensando nos anseios de seus clientes. Branding vai estudar além da criação de um logo, vai estudar o mercado, procurar fixação, declarar conceito e demonstrar qualidade.
Associar: logo que marca, desejo/necessidade, consumo, marca, design, planejamento, e administração, estamos falando de branding.
Mayara Adélia Lira
Para Não Esquecer!
- by Mayara Adélia Lira
Boas idéias causam lembranças.
A Colgate costuma distribuir amostras grátis dos seus produtos, para lembrar seus consumidores, principalmente crianças, da importância da saúde bucal, enfatizando principalmente o fato de escovar os dentes após comer doces. Este método nem sempre traz resultados sólidos, pois a maioria dos consumidores acaba simplesmente esquecendo a mensagem, mesmo tendo levado algumas amostras dos produtos.
Ao invés de dar amostras dos produtos, a Colgate resolveu, nesta ação, distribuir guloseimas como picolés e pirulitos, que levavam em seu interior uma mensagem escondida. Após os produtos serem consumidos, a mensagem aparecia em forma de um escova de dentes estilizada no próprio palito. Na escova havia uma mensagem “Não esqueça” e logo da Colgate. A ação, simples, foi uma forma eficiente de lembrar os seus consumidores – principalmente crianças – de escovar os dentes.
Políticos e o Microblog
- by Mayara Adélia Lira
Seguindo o assunto das redes sociais, é visível a inserção de muitos candidatos nas redes sociais. Vários blogueiros estão dando dicas ou denominando regras para a sobrevivência, principalmente no microblog – Twitter. Claro que, a preocupação maior dos candidatos é propagar suas idéias e reunir o maior número possível de eleitores através das redes sociais, no entanto, é necessário cautela e objetividade. É muito comum por vezes, planos de governo sofrerem pequenas alterações, pessoas públicas voltarem atrás com suas decisões ou fazerem alianças duvidosas, sem que os eleitores saibam, no entanto, com o advanto da internet está cada vez mais difícil os candidatos dissimularem de seus eleitores certas ações.
Sendo assim, com a propagação de candidatos online, é muito mais fácil acompanhá-los com frequência, saber quais são suas reais ideologias. Um exemplo a ser citado é a candidata Marina Silva, que coloca sempre a frente de seu discurso, a sua preocupação com o meio ambiente, no entanto, disponibiliza em sua rede http://www.movimentomarinasilva.org.br vários modelos de botons e cartazes para impressão em papel, tudo bem, não haverá desperdício de material impresso pela candidata, o eleitor tem a opção de escolher se quer ou não imprimir, no entanto, há aí uma brecha: muitos dos “marineiros”- eleitores convictos da candidata e assim denominado em sua página, até o presente momento não se atentaram a esse pequeno detalhe. É muito importante que a candidata Marina Silva e todos os outros candidatos fiquem espertos, porque agora, qualquer vacilo pode ser motivo de chacota, podendo estes, num piscar de olhos perderem seus mais “fiéis” eleitores virtuais.
Voltando ao assunto inicial deste texto, vamos falar sobre as regras de sobrevivência no microblog Twitter. O que os seguidores destes candidatos que estão inseridos em redes socias para fazerem suas campanhas, querem, é diálogo, e não ter só um candidato que, visivelmente, possui um perfil e que outras pessoas por ele respondem aos comentários, quando respondem. Ficar sempre atento, pois o Twitter é demasiadamente rápido (instantâneo) e sem filtros, mensagens postadas neste pode correr o mundo em instantes. Saber receber e respoder à críticas, pois a exclusão de pessoas que tecem críticas a esse candidato pode criar uma imagem negativa em seu perfil. O candidato deve atualizar sempre seu perfil, a fim de que, as pessoas obtenham um retorno a suas opiniões, um perfil sem atualização de nada vale, podendo ainda denegrir a imagem deste candidato. O que todos os seguidores esperam é interação.
Agora, podemos ficar muito mais atentos as ações e falas de nossos candidatos, e obter as mais variadas informações quase que no momento em que as ações acontecem. Uma boa oportunidade para analisarmos muito bem cada um deles e fazer a melhor escolha nas urnas.
Mayara Adélia Lira
A Obscuridade Online – Clive Thompson
- by Mayara Adélia Lira
Seguindo o assunto do último post encontrei essa matéria sobre a solidão ou obscuridade online, texto esse elaborado por Clive Thompson.
Clive Thompson escreve sobre ciência, tecnologia e cultura. Contribui para o New York Times e é colunista da Wired Magazine. Escreve na web também, para a Fast Company e para a wired, onde publicou o artigo que segue abaixo. Ele faz um estudo antropológico sobre o que vem acontecendo rotineiramente nas redes sociais.
Segue Artigo.
Quando o assunto é redes sociais, maior é melhor. Ou assim nos é dito. Quanto mais seguidores e amigos que você tem, mais impressionante e importante você é. É por isso que tanto se vê falar sobre as pessoas com um milhão de seguidores no Twitter. Mas ultimamente tenho pensado sobre a desvantagem de ter uma enorme audiência online. Quando você passa de algumas centenas de seguidores do Twitter para dez mil, algo inesperado acontece: a “rede social” começam a se quebrar.
Consideremos o caso de Maureen Evans. Um estudante de graduação e poeta, Evans entrou no Twitter logo no início – em 2006 – e logo tinha quase 100 seguidores. Como muitos usuários, gostava da natureza de conversação do meio. Um seguidor responderá a um de seus posts, outros seguidores igualmente, e ele responder de volta.
Então, em 2007, ele iniciou um projeto bacana: receitas pelo twitter, cada receita um condensado de 140 caracteres. Logo ele acumulou 3.000 seguidores, mas a sua vida on-line ainda era como uma cidade pequena: Entre os freqüentadores, as pessoas se conheciam e gostava de conversar. Mas, sua audiência cresceu e cresceu, acabou rachando 13.000, e assim o senso de comunidade foi evaporado. As pessoas pararam de falar umas com as outras ou até mesmo falar com ele. “Tornou-se um silêncio de morte”. 
Por quê? Pela socialização não crescer em escala. Uma vez que o grupo atinge um determinado tamanho, cada participante começa a sentir-se anônimo novamente, e a pessoa que eles estão seguindo – que antes pareciam proximas, como um amigo – agora parece maior do que e remota. ”Eles sentem que sua conversa pode agora não fazer mais nenhuma contribuição útil”, diz Evans. Assim, a conversa pára. Evans não está sozinho. Eu já ouvi essa história de novo e de novo de quem já subiu nas fileiras inferiores de microfama. Quando os seguidores estão ainda em algumas centenas ou alguns milhares, eles estão se divertindo, mas esta, quando cresce se desmorona. O meio de comunicação social deixa de ser social. Não é mais um processo proibição de pensar e de viver em voz alta. Torna-se ruma adiodifusão antiquada. A lição? Não há valor na obscuridade.
Afinal, as idéias mais corajosas e importantes do mundo são muitas vezes falsificadas longe dos holofotes – em pequenos grupos obscuros de pessoas que estão apaixonadamente interessado em um assunto e em discutir sobre ele. Nestes grupos as pessoas estão dispostas a expor seus conceitos, mesmo correndo o risco de parecerem burras, porque eles estão entre conhecido. (Afinal, foram pequenos grupos de pessoas estranhas que nos trouxeram o computador, a democracia e a novela).
Tecnicamente falando, as ferramentas on-line de redes sociais devem ser grandes para promover estes tipos de comunidades. Blogs, Twitter e Facebook são, como Internet guru, John Battelle diz, “meios de conversação.” Mas quando a conversa se torna grande o suficiente, ele desliga. Não só o público se sente distante, os participantes também começam a auto-censura. Pessoas que, de repente encontram-se com o público muito grande, muitas vezes começam a escrever com mais cautela, como políticos.
Quando se trata de microfama, o pior lugar para se estar é no meio do pelotão. Se alguém tem 1.500.000 seguidores no Twitter, ela é uma das raras pessoas famosas online. Como uma Oprah digital, que se beneficiam de uma enorme audiência que pode até gerar receita. Não há nenhuma pretensão de intimidade com seu público, então não há conversa para estragar. Entretanto, se você tem uma centena de seguidores, você está claramente apenas conversando com seus amigos. É no meio termo – quando alguém acumula, por exemplo, dezenas de milhares de seguidores – em que o contrato social dos meios de comunicação social torna-se turvo.
Talvez nós devêssemos projetar ferramentas onde a obscuridade recompensa – que nos encorajam a permanecer nas sombras, ou que nos avise quando os nossos círculos sociais tornarem-se insustentavelmente grandes. Assim, nós estaríamos conectados com menos pessoas, mas estariamos a nos comunicar com elas, e não apenas a falar para elas.
Redes Sociais: Qualidade vale mais que quantidade.
- by Mayara Adélia Lira
Identificar e reconhecer o valor de uma empresa é o que faz o sucesso de uma campanha de mídia social.
Aproximadamente 1% da audiência gera aproximadamente 20% de todo tráfego do site e influenciam 30% das ações finais de outros usuários como, recomendar um site, produto ou serviço. Essa pesquisa foi realizada pela Meteor Solutions, empresa de planejamento e análise de mídias dociais de Seattle, EUA, com 20 clientes e mostra que tipo de fãs, amigos e seguidores importa mais que o número total desta.
Se uma ação não converter o tráfego em visitas, comentários, viral, não serve para nada. Não adianta ter muitos seguidores se estes jamais visitam o blog ou página onde é oferecido serviços e/ou conteúdos, neste caso, todo conteúdo divulgado serve somente como adorno da página e não como forma de propagação de conteúdo.
Importante ressalva, um levantamento feito pelo Ibope NetRatings sobre as redes sociais, mostrou que campanhas on-line partindo de blogs e redes sociais, podem ter um impacto 500 vezes maior do que se as mesmas partissem dos sites, ou de outras mídias da própria empresa. Neste caso, a qualidade dos contatos e seguidores certamente é de suma importância.
O objetivo deve ser esclarecido desde o início a inserção em uma rede social, como e com quem pretente falar, o que pretende falar ou ofecerer, pois assim existe as possibilidades de realizar ações mais convenientes, a fim de, orientar e relacionar o conteúdo com alguns perfis quando necessário.
Quantidade não é sinônimo de sucesso, no entanto, a qualidade dos contatos e relacionamento com diferentes contextos faz sim toda diferença, pois neste caso a disseminação de conteúdo pode ocorrer de maneira mais satisfatória, ao passo que, as possibilidades aumentam quando a idéia se propaga qualitativamente.




