Social Media medido pela soma de suas partes
- by Mayara Adélia Lira
Social Media é maior do que a soma de suas partes, mas são estas partes que definem a socialização das empresas. Hoje os consumidores estão interagindo com seus amigos, marcas e pessoas influentes em redes sociais em diversos níveis entre as indústrias, mais do que você poderia possivelmente acreditar. As respostas de quem, o quê, quando, onde, como e em que medida estão lá fora, nós apenas precisamos de passar um momento buscando os conhecimentos necessários para galvanizar conteúdos significativos de mídia social, marcas e programas de relacionamento.
Em vez de criar programas holísticos que abracem os consumidores sociais através de canais de negócio distintos que afetem suas decisões e experiências, temos pressa da redes para criar uma presença, uma que não pode fortalecer ou representar a marca, assim como poderíamos pensar.
Depressa! Temos que criar um perfil no Twitter, criar uma página da marca no Facebook. Vamos vamos vamos!
Embora possa parecer senso comum ou, mais importante lógico para criar uma estratégia de redes sociais com base em pesquisas, dados e percepção, um estudo recente lança luz sobre alguns fatos interessantes.
Um estudo de maio 2010 Digital Brand Expressions constatou que 52% dos profissionais de marketing social executam programas de mídia social, sem um plano de jogo definido. Este resultado está em acordo com um relatório de abril da R2Integrated que documentou que a metade dos comerciantes estavam reagindo ao social ao invés de conduzi-lo.
A visibilidade não é a mesma presença. Nos meios de comunicação social, a presença é sentida.
Os ingredientes dos Planos de Comunicação da Social Media
O relatório do Digital Brand Expressions descobriu que aqueles que estão se aproximando dea social media com um plano de descobrir que necessidades, preocupações, e os resultados superam as possibilidades de negócios. O estudo constatou que a logística contribuiu para a visibilidade, mas a introspecção era ausente de investir em presença. Mais notavelmente, o registo diretrizes de alocação de recursos, de nomes de marca em redes sociais e de investigação competitiva estão entre os ingredientes principais de um plano de marketing social. Outros elementos táticos incluem:
71% estabelecer métricas para medir o ROI, que está em contraste direto com um estudo anterior, Mzinga que constatou que mais de 80% das empresas não foram medição de ROI.
52% para o plano de monitorização contínua
45% o desenvolvimento de protocolos de social media e às políticas
39% criar e distribuir orientações para pessoal e profissional de mídia social uso
Na parte inferior da lista, vemos que apenas 29% das empresas estão a introduzir protocolos e políticas para o uso dos meios de comunicação social por departamentos específicos. Como esta é a socialização das empresas, várias divisões vão abraçar a social media em qualquer momento, de vendas de serviços de RH para vendas e marketing e todo o resto. A social media na verdade revela a verdadeira oportunidade de 360 graus. O consumidor social é muitas coisas para as marcas hoje e ao longo do tempo. E, para esperar um representante ou faceta do negócio para acompanhar e interagir com pessoas influentes em redes ativas e expansivas está a diminuir.
A questão de quem domina a social media é universal. A propriedade começa dentro da equipe do campeonato, onde a mídia social está concentrada. Como a experiência amadurece, a mídia social amplia e em muitos casos, “socializa” cada sector. No momento, porém, grilagem de terras está em pleno vigor com o marketing, tendo a liderança como a área responsável pela criação e gestão de planos de mídia social. Na verdade 71% dos entrevistados afirmaram como as comunicações que representam 29%, correspondendo a equipe executiva para 16% e as vendas e TI vinculados com 10%.
A Última Milha começa com a Primeira Milha
Em um post recente, eu discuti o conceito de última milha e como meios de comunicação social que força as empresas a adaptar as práticas correntes para abrir-up tradicionais metodologias top-down expandindo engajamento e comunicação interativa e loops de feedback.
Como foi referido anteriormente, “Tudo começa com uma mudança na perspectiva de ver as partes interessadas como uma entidade separada, ‘nós contra eles’, a uma visão singular de” nós “como este anima uma nova era de marketing focado na comunidade e envolvimento.”
A necessidade de uma nova abordagem é inspirada na desconexão que existe não só entre marcas e consumidores social, mas também entre os de marca, gerenciamento e representantes da marca nestes canais emergentes.
A socialização do negócio é forjada na última milha, mas é a primeira milha em estratégia, planejamento e da evolução interna de gestão e dos processos que inspira relevância e, finalmente, ressonância.
Fonte: briansolis.com
Rio lança projeto de urbanização que promete acabar com favelas até 2020
- by Mayara Adélia Lira
Todas as favelas da capital fluminense poderão estar urbanizada até 2020
Rio de Janeiro – A meta é do Plano Municipal de Integração de Assentamentos Precários Informais, chamado de Morar Carioca, uma parceria da prefeitura com a Caixa Econômica Federal e o Instituto Brasileiro de Arquitetura (IAB) e lançado terça-feira (27) pelo prefeito Eduardo Paes. Para o prefeito, o Morar Carioca é um programa mais avançado do que o Favela-Bairro do seu antecessor César maia.
“O Favela-Bairro é fruto do mutirão comunitário, é um belo programa, e depois dele teve o [Programa de Aceleração do Crescimento, com obras nas favelas] PAC favela, o [Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social] (Fnhis), o [Programa de Urbanização de Assentamentos Populares do Rio de Janeiro] (Proap) e o Pró-Moradia. Uma série de programas que vieram, ao longo do tempo, se agregando. E a grande diferença [do Morar Carioca] é que você une projetos de urbanização com possibilidades de mudança na casa em que as pessoas vivem, somado ao que é fundamental: a definição do parâmetro urbanístico, controle de expansão e uma conservação permanente do município”, disse.
Segundo o prefeito, o Morar Carioca começa a ser implantado imediatamente com investimentos iniciais de R$ 2 bilhões divididos entre o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o governo federal por meio da Caixa e de recursos do município. O custo estimado de todo o projeto é de R$ 8 bilhões. Sendo que parte será será investida na desocupação de favelas não urbanizáveis ou em áreas de risco.
Na sua fase inicial, o programa prevê a urbanização das 571 favelas. No segundo momento, a ação será concentrada na conservação, com a entrada permanente dos serviços básicos. A terceira etapa é caracterizada pelo controle do surgimento e do crescimento das favelas por meio de mapeamento e fotos aéreas e de satélites. Depois, será definida uma legislação urbanística para então haver o reassentamento das pessoas que vivem em áreas de risco.
Fonte: Guia Construir e Reformar
Briefing terá maior peso na publicidade pública
- by Mayara Adélia Lira
Recém aprovada pelo presidente Lula, a Lei 12.232 (de autoria do deputado José Eduardo Cardozo (PT/SP), que estabelece mecanismos específicos para a contratação de agências de publicidade pelo governo federal – deixando de lado as regras da Lei 8.666 (licitações públicas)-, está sendo implantada paulatinamente pela Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República), dos ministérios às empresas estatais.
Uma delas é a alteração do Decreto nº 6.555 que dispõe sobre as ações de comunicação do Poder Executivo Federal. Outra missão da Secom é a elaboração de minuta de uma nova IN (Instrução Normativa), que substituirá a IN nº 7/ 1995. “Nessa proposta de nova IN haverá uma reformulação do item briefing, uma vez que este será o principal documento para orientar as propostas de licitação”, diz Otoni Fernandes Jr., secretário-executivo da Secom.
Veja entrevista de Otoni Fernandes Jr. concedida por email ao portal Exame:
Como o governo se prepara para a aplicação da Lei 12.232?
Otoni Fernandes Jr. – Várias providências já foram tomadas, tais como: elaboração de proposta para alteração do Decreto nº 6.555 que dispõe sobre as ações de comunicação do Poder Executivo Federal; dar ciência às entidades e órgãos do Poder Executivo Federal das alterações da Lei para adequarem os editais de licitação em andamento às novas regras; orientação para adotar o procedimento de sorteio para designação de membros da subcomissão técnica para órgãos que estavam com editais já publicados, como o Ministério da Saúde e Suframa; reunião com os órgãos e entidades com contratos em execução para que se adequassem, imediatamente, à nova Lei quanto a procedimento de seleção interna para distribuição de serviços entre as agências, para aqueles que possuem mais de uma empresa contratada. Adoção de envelopes fechados para as propostas dos fornecedores quando o valor estimado do serviço de produção publicitária ultrapassar 0,5% do valor do contrato. Obrigatoriedade de divulgação de relatórios regulares de gastos executados no site de cada entidade. Os relatórios da Secom estão disponíveis no site da entidade. Inclusão, nos processos de liquidação de despesas, das tabelas de descontos de mídia dos veículos contratados. Estudo para criação de um Cadastro Único de Fornecedores que centralizará os fornecedores de produção publicitária. Estudo sobre a construção de um banco de dados de servidores públicos e de empregados de estatais, com características exigidas pela Lei, para compor as listas de sorteio de subcomissões técnicas de licitação. E elaboração de minuta de nova IN (Instrução Normativa) que substituirá a IN nº 7/ 1995. Nessa proposta de nova IN haverá uma reformulação do item briefing, uma vez que este será o principal documento para orientar as propostas de licitação.
Qual será a primeira concorrência de governo com base na nova legislação?
Otoni Fernandes Jr. – Ainda não há previsão. Dois órgãos, contudo, estavam com editais aprovados pela Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República) durante a aprovação da Lei: Eletroacre e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Esses editais foram recolhidos para que fossem realizadas as adequações à nova Lei. É possível que estes estejam com seus processos mais adiantados em relação aos demais.
Muda o modelo dos editais, uma das principais preocupações da Secom nos últimos anos?
Otoni Fernandes Jr. – Os modelos de editais utilizados pela Secom já aplicavam vários itens determinados pela Lei atual, como a adoção de envelopes sem identificação do proponente da proposta técnica, a adjudicação do objeto contratual a mais de uma agência, a seleção interna quando existente mais de uma contratada. Para a Secom, a mudança mais significativa é a alteração das fases de habilitação e julgamento de propostas, o que já ocorre, por exemplo, na modalidade Pregão Eletrônico. Como a Lei considera as especificidades da compra de produtos de comunicação, a fase de habilitação de propostas agora ocorre antes da etapa de habilitação das empresas concorrentes. Outra mudança importante é a qualificação dos membros da subcomissão técnica com exigência de sorteio para sua composição.
Como a lei de especificidade das concorrências de publicidade vai ajudar o governo na organização nos processos de seleção para contratação de agências?
Otoni Fernandes Jr. – As empresas e produtos contratados tendem a estar mais adequados às necessidades dos órgãos públicos no que diz respeito à sua qualidade. A Lei reconhece, por exemplo, a possibilidade de contratação de mais de uma empresa, em uma única licitação, sem que o objeto de contratação seja alterado. Isso quer dizer que os órgãos devem realizar concorrências internas entre as empresas para obter o melhor produto, num processo contínuo de disputa entre propostas de solução para os problemas de comunicação.
Com a definição da lei, como fica a questão da publicidade de governo no Tribunal de Contas da União (parecer do ministro Ubiratan Aguiar, depois de Marcos Villaça e vista de Benjamin Zingler)?
Otoni Fernandes Jr. – A Secom não se pronuncia sobre assunto que esteja pendente de julgamento.
Fonte: Portal Exame
A Caixa Preta do Modelo de Metas e de Inflação
- by Mayara Adélia Lira
Os economistas clássicos escreviam muito bem. Tinham a justa preocupação de serem entendidos não só pelos iniciados, mas também pelo homem e mulher de senso comum. Abra “A Riqueza das Nações”, de Adam Smith, o fundador da Economia Política: é uma verdadeira maçaroca, mas você entende tudo, da primeira à última página. O mesmo acontece com os “Princípios”, de David Ricardo. Ou com “O Capital”, de Karl Marx. Ou ainda com o magistral texto de Lord Keynes, fundador da Macroeconomia, “Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda”: desnorteantemente claro.
Suponhamos agora que você vá ao site do Banco Central procurar alguma coisa sobre “metas de inflação”. Como cidadão ou cidadã comum, você sabe que o chamado “modelo de metas da inflação” é o alicerce da política monetária brasileira, compondo uma espécie de santíssima trindade da política econômica juntamente com o câmbio flutuante e o superávit primário nas contas públicas. Apesar dessa centralidade do “modelo de metas” na condução da economia, e da própria vida no Brasil, o que você encontra no site é uma nota técnica, datada de início da década, em inglês.
É assinada por Joel Bogdanski e colaboradores, tendo por título “Inflation targeting in Brazil”, ou seja, Regime de Metas de Inflação no Brasil. Tente lê-la: é impenetrável, mesmo para quem não tem problema com o inglês; simplesmente inacessível ao leigo. Entretanto, se você é teimoso, depois de uma leitura cuidadosa — na verdade, depois de uma leitura esforçada e muito cuidadosa —, descobre o ponto culminante da argumentação dos autores, a equação (IX) à pág. 15. Não vamos reproduzi-la aqui porque não diria nada para a maioria dos leitores do jornal.
No entanto, o conteúdo dessa equação, que não passa de uma regra de três bobinha, é simples para quem é do ramo, e resume o funcionamento do regime de metas de inflação: a taxa de juros que o Banco Central fixa é diretamente proporcional à expectativa de inflação. Já a expectativa de inflação é dada pelo mercado. Portanto, a taxa de juros que o Banco Central fixa é a taxa que o mercado quer. Elementar, meu caro Watson! Debaixo de toda a tecnicalidade matemática, depois da linguagem obscura e das ilações supostamente técnicas, o que temos é algo muito próximo de pura trivialidade.
Há outras coisas estranhas escondidas nas entrelinhas das equações. O chamado produto potencial, que aparece como um limitador do crescimento com estabilidade – e que, a partir de determinado nível, deve ser contido pela taxa de juros para não gerar inflação -, jamais poderia integrar o aparato matemático do modelo porque, a rigor, não pode ser medido. É simplesmente inferido. A própria curva de Phillips, que relaciona desemprego e inflação, está longe de ser teórica ou estatisticamente incontroversa. Ou seja, estamos diante de uma construção matemática totalmente arbitraria, entrecruzando variáveis com relações frágeis ou inexistentes.
Na verdade, por trás dessa discussão está uma questão maior: será que tem sentido usarmos uma linguagem matemática muito sofisticada em economia? Não seria a economia uma ciência — porque é uma ciência, sem dúvida — essencialmente empírica, mais para análise comparativas do que para algo que dependa de teoremas e de grandes construções matemáticas? A matemática, na física e na engenharia, serve para prevermos o futuro, e descrevermos com precisão o comportamento de corpos em movimento, a confiabilidade de grandes construções, e similares. No entanto, ainda que se baseando num aparato matemático impressionante, as previsões de economistas têm a confiabilidade das previsões de astrólogos — vale lembrarmos o caso de Myron Scholes, que recebeu o Nobel em 1997 por sua descoberta (ou invenção) da equação que descreve o comportamento dos derivativos financeiros, e cujo fundo de investimentos foi para o buraco nesse mesmo ano, com toda a matemática subjacente!
Ah, sim, dirão que o modelo de metas de inflação no Brasil está dando certo. É um equívoco. Um caso clássico de inversão de causalidade. Não é o modelo de metas que está garantindo uma inflação baixa, é a inflação baixa que está dando credibilidade (injustificada) ao modelo de metas. Os preços se têm comportado bem, no Brasil, por duas razões básicas: pelo fim da indexação generalizada dos preços, hoje limitada a um pequeno conjunto de preços administrados; e pela valorização do câmbio, induzida pela alta taxa de juros. Se olharem a série histórica desde que modelo foi adotado em 99, verão que ele falhou justamente quando mais se precisou dele, na mudança de governo de 2002 para 2003.
A inflação é um animal ambíguo, nem totalmente monetário, nem totalmente ligado a movimentos de preços (custos). O modelo de metas considera apenas o aspecto monetário, com um tremendo viés pelo aumento da taxa de juros, a que se recorre como instrumento único de controle, independentemente da causa do aumento de preços. Com isso, o efeito da política monetária consiste em manter permanentemente travado o crescimento do produto, sob o argumento da estabilidade. É algo totalmente inconsistente para um país como o Brasil, com todo o seu potencial chinês de crescimento.
Uma política de estabilidade consistente mudaria as metas da “santíssima trindade”: política monetária favorável ao crescimento e ao pleno emprego, política cambial administrada ligeiramente favorável às exportações e política fiscal moderadamente deficitária enquanto perdurasse o alto desemprego. Continuaríamos tendo por meta uma inflação baixa, mas isso não significaria subordinar a política monetária a um modelo matemático que, absurdamente, se presume infalível. Uma política de combate à inflação de custos (a começar pelos preços administrados) é muito mais eficaz, e menos penosa para a sociedade, do que uma política que derruba a economia ante qualquer sinal de aumento de preços, mesmo quando sazonal e, portanto, reversível.
* Doutor em Engenharia de Produção.
** Doutor em física; professor da engenharia de produção, COPPE/UFRJ.
Fonte: Artigo escrito por José Carlos de Assis para a revista Carta Capital.
O uso das redes sociais nas empresas
- by Mayara Adélia Lira
Falar de mídias e redes sociais como ferramentas de comunicação interna para muitas empresas ainda parece absurdo. Aqui no interior é muito comum nos depararmos com gestões antigas, organizações familiares que são, digamos, um pouco difíceis para aceitar as inovações da comunicação digital…
De qualquer forma, essa não é uma realidade apenas local. Muitas empresas ainda focam os possíveis problemas que a adoção das mídias e redes sociais podem causar, ao invés de investirem nas oportunidades e novas soluções trazidas por elas.

Diante da pesquisa “CEO study – The enterprise of the future” realizada pela IBM, Mauro Segura, consultor da empresa, destacou em uma palestra feita no ano passado, 10 razões para as organizações adotarem redes sociais, ideias as quais você deve estar atento e que te darão bons motivos para inovar e tornar a comunicação da sua empresa muito mais estimulante e produtiva.
- O ser humano adora redes sociais: nós gostamos de falar, trocar ideias e compartilhar dicas e opiniões. Além disso, mais de 80% dos brasileiros conectados participam de alguma rede social;
- Destaque para inovação: o compartilhamento nas redes sociais fomenta novas discussões e perspectivas que apontam soluções inovadoras;
- Acesso rápido e fácil ao conhecimento: as ferramentas disponíveis hoje possibilitam criar ambientes de discussão com facilidade, nos quais é possível ter acesso com rapidez e simplicidade;
- Referências: todas as ideias, críticas e sugestões ficam registradas, podendo ser consultadas a qualquer momento;
- Comunicação direta: ao invés daquele velho “diz que me disse”, é possível estabelecer uma comunicação limpa, sem intermediários e ágil;
- Identidade pessoal: os colaboradores têm a oportunidade de se expressarem de modo livre nas redes sociais, revelando suas verdadeiras opiniões;
- Quebra da barreira hierárquica: poder se comunicar com todos de modo horizontal torna a empresa mais unida e transparente, além de promover a espontaneidade da troca de ideias;
- Política transparente: a promoção de um meio onde todos podem se comunicar com liberdade e facilidade trará a sensação de uma empresa honesta que valoriza seus funcionários;
- Quebra da barreira geográfica: não importa onde estão os colaboradores, eles poderão se comunicar a qualquer momento;
- Tecnologia descomplicada: para criar redes sociais e compartilhar conteúdo por meio delas não é preciso ter grandes conhecimentos técnicos.
Adotar mídias e redes sociais dentro das empresas valoriza e promove a inteligência coletiva, estimula os colaboradores a pró-atividade, revelando novos talentos e uma empresa antenada e inovadora.
Fonte: samrts (agência digital)
Brilho labial, sabor Coca-cola
- by Mayara Adélia Lira
Coca-cola cria gloss, inspirado nos sabores de seus produtos.
Depois de criar a linha de esmaltes Diet Coke, a Coca-Cola investe novamente no mercado de cosméticos. Em parceria com a Bonne Bell Company, a marca lança a Lip Smacker Collections: uma série de brilhos labiais com hidratante e sabores especiais.
A novidade chega ao mercado em quatro formatos: gloss em bastão, gloss em bisnaga, hidratante labial e gloss com aplicador de espuma. As variações abrangem boa parte das opções femininas relacionadas a cosméticos para os lábios e também dão opções de sabor. Cada brilho traz a essência de um refrigerante tradicional da marca: Coca-Cola, Sprite, Fanta Laranja, Fanta Uva. Mas também foram lançadas versões inspiradas em refrigerantes não disponíveis no mercado brasileiro, como Barq’s, Coca-Cola Cereja, Fanta Morango, Fanta Abacaxi e até Coca-Cola Vanilla.
Não é a primeira vez que uma marca cria um gloss inspirado no sabor de seu produto. Em fevereiro deste ano, a Heineken criou um brilho labial que se aproximava muito da cor original de cerveja e trazia o sabor da bebida. O gloss custava cerca de 5 euros e era vendido no próprio site da empresa
No caso da Coca-Cola, nem todos os consumidores interessados terão sorte; por enquanto, o produto não está sendo vendido no Brasil.
Fonte: portal exame.
Um guaraná cor-de-rosa do Maranhão conquista a maior premiação mundial de design
- by Mayara Adélia Lira
Como o guaraná Jesus, uma pequena marca brasileira de refigerante, conquistou o Idea
ma anedota maranhense afirma que, no Estado, o primeiro significado da palavra Jesus é um refrigerante. A brincadeira reflete um fenômeno que começou local, tornou-se famoso no Brasil e agora se apresenta ao mundo: o guaraná Jesus, segundo refrigerante mais consumido no Maranhão (atrás apenas da líder global Coca-Cola). A folclórica bebida cor-de-rosa ganhou a medalha de ouro de melhor estratégia de marketing no Prêmio Internacional de Excelência em Design, o Idea, a maior premiação mundial de design. A campanha vencedora ocorreu no fim de 2008 para renovar o visual da lata. A tarefa não era simples, já que a bebida angariou, ao longo de décadas, fãs entusiasmados.
O guaraná Jesus, criado em 1920, enraizou-se no gosto maranhense. Com pouquíssima propaganda, tornou-se quase um símbolo cultural do Estado. Ele deu origem a um subsegmento, o guaraná rosado, comum também no Piauí e Pará. Nos últimos anos, seu nome engraçado e sua cor fascinante ganharam simpatia Brasil afora. Há centenas de comunidades bem-humoradas a seu respeito no Facebook e no Orkut. Vídeos no YouTube brincam com o refrigerante em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Curitiba e outras cidades espalhadas pelo país – o tipo de tratamento espontâneo e alegre que empresas gastam milhões para conseguir. Há muito mais gente que fala sobre a bebida do que gente que já experimentou mesmo seu sabor muito doce, com traços de cravo e canela (a fórmula exata tem uma aura de mistério), mas os apreciadores reais não só existem, como se organizam para “importar” as latinhas do Maranhão. Por isso, renovar a lata sem incomodar os fãs seria um trabalho delicado. “Em marcas que são ícones, como o Jesus é no Maranhão, o desafio é manter a ligação emocional com os consumidores”, diz Leonardo Lanzetta, diretor executivo da agência de publicidade Dia, que montou a estratégia de marketing premiada. Em outras palavras: uma mudança desastrada faria com que o bebedor de Jesus não reconhecesse mais o produto que lembra sua infância, adolescência e tempos felizes.
Os publicitários fizeram uma campanha estadual com três propostas de novos desenhos para a lata e pediram votos dos fãs. Usaram a internet e mensagens por celular. Três pessoas fantasiadas de latinha – uma de cada opção – passearam por São Luís, brincaram com os passantes, visitaram colégios e entraram em casamentos, sempre recebidas com festa. O modelo vencedor lembra outro símbolo do Estado, os azulejos coloniais portugueses de São Luís. A Coca-Cola, que havia comprado a marca em 2001, esperou para fazer mudanças sem quebrar a ligação nostálgica dos bebedores com Jesus. “Foi um grande mérito da campanha. Os consumidores sentiram que a marca pertence a eles, e não à Coca-Cola”, afirma Júlio Moreira, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e especialista em marcas. Desde a campanha, as vendas do refrigerante cresceram 17%, segundo a consultoria Nielsen.
O resultado certamente teria agradado ao criador da bebida, o farmacêutico Jesus Norberto Gomes – que era ateu, foi excomungado e morreu em 1963. O guaraná resultou de uma tentativa frustrada de fabricar um remédio. Deu errado, mas os netos do farmacêutico adoraram o xarope. Nascia um produto vitorioso.
Fonte: revistaepoca.globo.com
Terracycle – inovadora, ecológica e genial!
- by Mayara Adélia Lira
Em 2001, um jovem de 19 anos teve uma idéia criativa e ecológica, e fundou a Terracycle. Um negócio de multi-categorias e multi-pacerias, que utiliza do lixo difícil de reciclar (embalagens) como uma instituição.
Funciona assim: empresas, pessoas físicas, grupos ou cooperativas de catadores que coletam embalagens, enviam gratuitamente o “lixo” (que serve com insumo) para a Terracycle e são remunerados em R$0,02 por embalagem. O valor arrecadado é destinado para uma entidade escolhida por cada um que enviou os materiais, tornando o negócio ainda mais sustentável.
Com o material recebido, são desenvolvidos produtos de utilidade que podem ainda serem renovados, dentre eles estão: bolsas, acessórios, objetos decorativo, itens de escola, dentre outros produtos que voltam ao no mercado para serem vendidos. No Brasil, a primeira empresa a comercializar estes itens foi a Walmart. Não é atoa que a Walmart tenha ficado em 1º lugar no ranking de empresa com a melhor imagem de sustentabilidade na mídia. .
Na opinião de Beth Furtado.”Este é, de fato, um negócio contemporâneo que acompanha e entende sua época e a modifica”. Concordo com ela, genial!
Conheça a Terracycle, veja os produtos e descubra como pode contribuir com o planeta a partir de uma idéia inovadora e viável, é só clicar na imagem abaixo e entender melhor.
Internet Segura!!!
- by Mayara Adélia Lira
As redes sociais são uma febre. Cada vez mais pessoas querem compartilhar tudo o que fazem, com quem fazem e onde fazem! O problema é que, ao fornecer uma série de informações, você pode se expor a sérios riscos. Segundo o consultor especializado em segurança de altos executivos e grandes empresas Nilton Migdal, cada vez mais planos de seqüestros se baseiam em informações de redes sociais. “Isso já não é mais coisa de novela. Conheço casos de pessoas seqüestradas com base em informações fornecidas no Facebook”, diz.
Esse perigo aumenta ainda mais quando as pessoas entram em redes sociais baseadas em localização, como
o Foursquare, e também quando passam a atualizar seus posts em movimento, algo potencializado pelo crescimento da oferta de smartphones poderosos e acessíveis. “Essa coisa das pessoas divulgarem onde estão e para onde vão é o sonho de todo bandido”, afirma Migdal. Algumas vezes, porém, uma pessoa mal-intencionada pode descobrir informações de localização de forma indireta. Por meio de fotos, por exemplo.
Concluir que determinada residência está vazia não é difícil, quando uma família inteira aparece numa foto em férias em outro país. Descobrir a academia que um executivo ou uma mulher de negócios frequenta pode ser fácil se, depois da festa de confraternização, as pessoas postarem as fotos nas redes sociais que, para ajudar, fazem o reconhecimento facial automático.
Para evitar problemas, Migdal nos ajudou a criar uma série de recomendações importantes. Vamos a elas:
1- Não compartilhe sua localização na internet, ao menos que seja realmente necessário. Nenhuma rede é totalmente segura
2- Só aceite amigos em sua rede social. Sendo que amigos de amigos não são amigos. Pessoas com os mesmos interesses que você não são seus amigos necessariamente!
3- Não compartilhe fotos de seus filhos com uniformes e outras roupas que permitam identificação com determinadas instituições
4- Não poste fotos de você ou parente com o logo da empresa onde trabalham
5- Evite dar pistas de locais que frequenta, como academias
6- Cuidado com fotos de viagens. Devem ser restritas aos seus amigos porque além de chamar a atenção ao darem a impressão de que o viajante está com as finanças em dia, ainda podem indicar que você não está em casa
7- Não adianta tomar determinados cuidados se seu marido, esposa, filho e amigos forem displicentes
Migdal admite que suas recomendações para redes sociais podem ser um pouco radicais, mas ele ganha a vida garantindo a segurança de pessoas alvo. Para ele, a situação está ficando critica porque as pessoas estão abrindo espaço para muitos desconhecidos bisbilhotarem. “Eu devo ter uns 15 amigos de verdade. Tendo a desconfiar das pessoas que tem mais de 300 contatos em redes sociais. Provavelmente são conhecidos, gente com quem nunca realmente se relacionaram”, complementa.
Fonte: site terra/conteúdos
O fazer publicidade para consumidores atuais.
- by Mayara Adélia Lira
É obsoleto dizer que o consumidor é o receptor passivo dos anúncios publicitários. Com o advento da internet, e a atual menina de ouro virtual – as redes sociais, cada vez mais as pessoas expressam suas opiniões diante não somente das mensagens publicitárias, mas de todo e qualquer assunto que remeta uma discussão.
Segundo Z. Bauman “a modernidade é liquida e as mentes são líquidas e inconstantes”, levando em consideração esse conceito de fluidez contemporâneo, em que o receptor age e reage a tudo que lhe é apresentado, podendo criar até um movimento online junto a outros acreditam em seus conceitos. A atividade publicitária está cada vez mais complexa assim como os processos de segmentação. Muitos consumidores deixaram de ser “fiéis”, revelando a necessidade de renovar conceitos e trabalhar com extrema cautela a linguagem a ser utilizada nos materiais de divulgação.
A flexibilidade e atenção redobrada a exposição de uma marca ou produto, já eram importantes, no momento atual, tornaram-se fundamental. Erros são apontados e discutidos algumas vezes, antes mesmo do anunciante perceber, e quando isso acontece, você se depara com #extrafail, #chuvadetwixfail dentre outros que podem ser facilmente encontrados nas redes sociais.
Outro exemplo é o novo logo da copa, que após ser revelado ter sido produzido pela agência África recebeu inúmeras críticas nas redes sociais não só à agência como aos que elegeram o logo, tendo em vista, que o leitor há de convir comigo não ter sido uma comissão de real representatividade no que diz respeito a designers. O que quero dizer aqui é que, o que antes seria facilmente aceito pela sociedade que possuía aqueles receptores passivos de outrora, hoje é criticado e pode sim, a partir de alguns twitts, repercutir negativamente.
Não dá pra dizer que grupos sociais é algo novo, tendo em vista que uma sociedade emerge a partir da linguagem estipulada pelos sujeitos que fazem parte dela. Os grupos sociais se reúnem em suas singularidades, em conceitos e opiniões da comunidade em que vive e isso é algo necessário para que se conviva em sociedade e no âmbito virtual, fundamental para que se mantenha vivo e não se torne um perfil fantasma.
O que se conclui é que não existe mais o receptor passivo e que cada vez mais surge a necessidade de igualdade entre emissor (anunciante) e receptor, mais que respeito as individualidades, flexibilidade e atenção ao que acontece no mundo on e offline.
Mayara Adélia Lira



