SOPA, PIPA, ACTA e Lei Azeredo: entenda de uma vez por todas
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O início de 2012 foi marcado pelas manifestações nas redes sociais contra o SOPA (Stop Online Piracy Act, ou Lei de Combate à Pirataria Online), projeto de lei que ainda está em discussão nos Estados Unidos. Sites importantíssimos como Google, Amazon, WordPress e Wikipédia manifestaram sua opinião contrária e angariaram milhões de “protestantes” na web com a hashtag #StopSOPA. O buraco da discussão sobre direitos autorais é bem mais embaixo e é totalmente ligado à regulamentação da internet, o que não pode ser ignorado de maneira alguma.
Para começar a refletir sobre o assunto, é necessário entender, no mínimo, do que se trata, não só o SOPA, como também o PIPA, o ACTA e a Lei Azeredo, que andou esquecida pelos brasileiros por muito tempo e veio à luz nesse novo cenário. Por isso, resolvi pesquisar para entender um pouco de cada uma e apresentar o mínimo que precisamos saber sobre cada uma aqui.
Leia mais em: http://www.blogmidia8.com/2012/03/sopa-pipa-acta-e-lei-azeredo-entenda-de.html
Os formatos mais eficientes para publicidade online
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A MediaMind revela os cinco formatos de publicidade online que apresentam a melhor performance para campanhas digitais. A pesquisa analisou a ‘Taxa de Dwell’ e a ‘Duração Média de Dwell’ de mais de 300 mil anúncios criativos. De acordo com a pesquisa, os formatos com rendimento mais alto são: Sidekick (Rising Star IAB); Pushdown (Rising Star IAB); Homepage Takeover; Anúncios no Messenger; e Video Extender.
Leia mais em: http://www.proxxima.com.br/proxxima/negocios/noticia/2012/02/29/Os-formatos-mais-eficientes-para-publicidade-online.html
IAB lança novos padrões de anúncios para sites e blogs
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A última vez que o Interactive Advertising Bureau (IAB) lançou um padrão de anúncios para sites e blogs foi em 2003. Agora a IAB lançou novos formatos de anúncios direcionados, principalmente, para blogs. As novas unidades, apelidado de “Rising Stars”, são destinadas a ser unidades de mídia, que ocupam uma boa porcentagem nas telas e que não atrapalham o leitor, principalmente em sites de notícias. Mas, darão mais liberdade e espaço para criativos e publicitários.
Leia mais em: http://midiaboom.com.br/2012/02/27/iab-lanca-novos-padroes-de-anuncios-para-sites-e-blogs/
4 pontos básicos para dar mais personalidade à sua marca
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Dar significado e personalidade às marcas muitas vezes é uma questão deixada ao próprio público, pois nem todas as empresas têm condições de passar por um processo de branding. Porém sempre é possível dar uns tapinhas na personalidade da marca para torná-la mais interessante, criativa e coerente, melhorando seu posicionamento e relação com o público.
1. Analise o mercado
2. Defina uma estratégia
3. Repense os meios
4. Preze pela coerência
Leia mais em: http://www.blogmidia8.com/2012/02/4-pontos-basicos-para-dar-mais.html
[Infográfico] O horário nobre do Twitter no Brasil
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Pelo segundo ano seguido o Scup publica o estudo “Os horários nobres do Twitter no Brasil.” Desta vez, foi identificado os horários de maior movimento no microblog a partir da análise do volume dos tweets coletados pelos monitoramentos feitos com o Scup em 2011. No total, foram monitorados 36.092.631 tweets de domingo a sábado durante os 12 meses do ano passado, uma média de 3.007.719, 25 tweets por mês.

Fonte: http://www.midiassociais.net/2012/02/infografico-o-horario-nobre-do-twitter-no-brasil/
E.Life lança aplicativo gratuito para monitorar marcas no Twitter
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Sobre o autor: Duda Ferraz é estudante de jornalismo e analista de mercado em uma empresa de monitoramento de mídia.
Quer saber quem são e como se comportam os usuários do Twitter que mais falam sobre determinada empresa ou marca? Quer conhecer os termos mais usados por esses internautas quando se referem a um produto ou serviço? A E.Life, empresa brasileira líder na América Latina em inteligência de mercado e gestão do relacionamento nas redes sociais, dá este poder ao internauta, até mesmo àqueles não muito familiarizados com o mundo virtual. A novidade se chama Onibuzz.
A iniciativa da E.life, conhecida internacionalmente por seus estudos sobre o universo 2.0, permite que os próprios usuários monitorem a repercussão sobre nomes, marcas, produtos ou serviços no Twitter. O aplicativo, gratuito, pode ser baixado aqui.
Uma vez instalado, para fazer a varredura dos termos que deseja monitorar, basta inseri-los no campo Busca. “Além de divertida, a ferramenta tem aplicações profissionais, especialmente nas áreas de marketing, comunicação e publicidade”, explica Jairson Vitorino, CTO da E.life. “Pequenas e médias empresas também podem aprimorar sua relação com consumidores nas redes sociais com o uso do Onibuzz”, completa.
leia mais em: Blog Mídia8!
O certo e o errado no gerenciamento de projetos
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Sobre o autor: Celso Cunha é gerente de projetos. Linkedin: celsocunha
Gerenciar projetos é ter sob “controle” todas as nove áreas de conhecimento empregadas e usá-las de forma eficiente para o negócio.
Você sabe o que é gerenciar projetos? Parece uma pergunta simples para quem está acostumado a trabalhar em organizações que utilizam metodologias para essa atividade.
Entretanto, muitas organizações, empresas, departamentos, áreas e até mesmo alguns líderes não sabem com clareza o que isso significa.
Independente das posturas, julgamentos, novidades e práticas, esse artigo busca trazer apenas a reflexão, sobre como aplicamos a atividade de gerenciamento de projetos em nosso dia-a-dia.
É curioso, dentre os anúncios de vagas, notar o surgimento dos mais variados títulos, como Assistente de Projetos, Analista de Projetos, Líder de Projetos, ou Consultor de Projetos. Todos, de alguma forma, requisitam do candidato a habilidade/capacitação para gerenciar projetos.
leia mais em: webinsider
114 dicas twittadas durante o Digital Age 2.0
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por Cleyton Carlos Torres, jornalista e blogueiro.
Pelo segundo ano seguido o blog @midia8participou de um dos eventos mais importantes quando o assunto é digital. Como de praxe, reunimos aqui os principais tweets que o blog postou durante o encontro, que rolou nos dias 28 e 29 de setembro no Sheraton, em São Paulo. Para quem não pode ir, essa é uma oportunidade de ter um balanço geral das discussões e, como sempre menciono, ter insights para artigos, palestras e outros eventos.
Esses drops de conteúdo mesclam opiniões do blog e falas dos palestrantes. Por motivos óbvios de instantaneidade não foi possível inserir todos os autores. Os créditos ficam para o Digital Age 2.0. As dicas do ano anterior podem ser conferidas aqui.
- O consumidor também é um cidadão e quer ser reconhecido como tal;
- Distribuir o mesmo conteúdo em diversos players é preguiça;
- A marca hoje é muito mais do que um produto ou serviço, é questão de relacionamento;
- A banda larga no Brasil será a ferrovia para o futuro. O impacto da banda larga se assemelha com outras infras como eletricidade;
- Outro fator importante é que a tecnologia vai até as pessoas. Smartphones demonstram essa democratização;
- Regionalização do marketing. Estamos enxergando além do eixo RJ-SP. Isso impacta diretamente as marcas e seus relacionamentos;
- 30 milhões de novos usuários entrarão na rede nos próximos 4 anos, mas são analfabetos funcionais. Como dialogar com esse público?;
- Antes do consumidor vem o cidadão. O brasileiro precisa aprender a cobrar do serviço público. Ser cidadão, não só consumidor;
- A promessa da marca é a mesma, mas quando ela se insere e fala a “língua” de uma cultura o processo fica mais fácil;
- Para falar a “língua” de uma determinada cultura é preciso conhecê-la. Caso contrário, será apenas uma caricatura da marca;
- A cultura da empresa sempre é superior ao processo;
- Se a cultura da empresa não está preparada para as redes sociais, não adianta nada enfiar a cara nesses meios;
- O digital traz um conteúdo que a marca poderá usar inclusive em outros canais não digitais;
- O planejamento precisa aprender a ouvir para, desse modo, aproveitar o que os consumidores falam da marca nas redes sociais;
- O grande erro de uma empresa é não responder ao consumidor nas redes, abandoná-lo;
- A questão não é chegar em um grande número de seguidores ou likes, a questão é mantê-los;
- As empresas estão mais preocupadas com métricas do que com pessoas;
- “Media made for me”. Customização e personalização de conteúdos;
- A mídia digital pode ser utilizada para “filtrar” o conteúdo de uma marca, deixando-o personalizável para diferentes públicos;
- Antes quem trabalhava com digital era visionário, sonhador, e os clientes tinham o pé no chão. As agências se acomodaram com isso?;
- O lado positivo do digital é que é muito fácil fazer alguma coisa. O lado negativo é que é muito fácil fazer alguma coisa;
- Não precisamos de gente apaixonada por gente. Precisamos de gente apaixonada pelo negócio;
- Qual é o papel dos sites já que as empresas precisam trabalhar suas marcas nas redes sociais?;
- Apple, Google ou Amazon são geniais pq trabalham social media ou são geniais pq são geniais?;
- Isso traz a reflexão de que uma marca não precisa necessariamente estar nas mídias sociais para ser eficiente;
- Dados interessante sobre o Facebook: 700 bilhões de min gastos por mês pelos usuários e 100 milhões de novas fotos postadas por dia;
- O Facebook recebe 690 bilhões pageviews por mês e mais de 1 milhão de sites usam o Facebook como plataforma;
- “Meu outro computador é um datacenter”;
- O Brasil já é o terceiro maior mercado de e-commerce no mundo
- Na mídia de massa a empresa fala com a família inteira. Com a web é possível uma mensagem mais individual;
- O banner interativo ainda não é muito explorado no Brasil;
- Comunicação segmentada por hábitos: eu não sei quem você é, mas sei do que você gosta na web. Diálogo aproximado;
- O share de investimento online deve triplicar;
- A estratégia (case #paznorio) foi utilizar as redes sociais para criar uma causa coletiva, formalizando um engajamento da população;
- O estabelecimento do diálogo é função do PR, mas muitas empresas se “esquecem” disso
- Puxadinho não funciona, principalmente quando se trata de PR e mídias sociais;
- Provocação: Seria a PR 2.0 a melhor “ferramenta” para se trabalhar com mídias sociais em uma empresa?;
- As crises sempre aparecerão no digital, porque é mais fácil de ser divulgado ou simplesmente criado;
- A internet é um eterno beta;
- Post pago é um informe publicitário. E quando não foi?;
- Blogueiro busca relevância e audiência. E é exatamente isso o que a empresa busca quando procura um blogueiro relevante;
- O marketing precisa entender as expectativas e as experiências dos clientes;
- Estratégias em mídias sociais: dar uma festa ruim é pior do que não dar festa nenhuma, pois você está convencendo que é impopular;
- 4 fases para ser social: ads na social media, construa uma fanpage, construa uma comunidade e entenda e engaje seus fãs;
- Social media não é apenas sobre fanpages, é sobre pessoas;
- A promessa do digital é que podemos fazer mais do que qualquer outra mídia. Pense na riqueza do digital;
- Social media não é um lugar a ser explorado; é um modo de estar a ser cultivado;
- O marketing não está substituindo o social, ele apenas o está melhorando;
- O Facebook não se comporta como um site, mas sim como uma plataforma, como um facilitador;
- 70% do conteúdo que consumimos em um dia não é criado por profissionais, é produzido socialmente por pessoas;
- 30% do conteúdo consumido em um dia é criado por alguém que você conhece. O valor da proximidade;
- Fragmentação: no lugar de consumirmos o que o jornal quer impor, nós procuramos nossas próprias informações;
- As pessoas conseguem navegar nessa fragmentação; os meios tradicionais não conseguem;
- O ciclo de 24 horas de uma notícia não existe mais; novos processos editoriais; como categorizar tanto conteúdo?;
- Os consumidores querem ouvir vozes autênticas sobre esses tópicos fragmentados. Exemplo: Dráuzio Varella;
- As pessoas confiam umas nas outras na web. Confiamos para comprar (Mercado Livre). Legitimação do P2P;
- Crowdsourcing é a forma mais atual de engajamento;
- Ingredientes necessários: transparência e atributo. Qual é a sua história? Quem está produzindo o conteúdo?;
- Distribuir conteúdo varia todos os dias. Depende do contexto atual. Não há uma regra para distribuir em todos os canais possíveis;
- No final de 2011 o Yahoo! lançará sua rede de contribuidores no Brasil, segundo país a receber depois dos EUA;
- O Brasil foi escolhido pelo alto índice de participação dos usuários. O Yahoo! Brasil cresce em média 12%;
- O Yahoo! perde nas buscas, mas está investindo pesadamente para ser uma empresa de mídia;
- A qualidade do conteúdo recebido é um desafio, afirma Luke Beatty. Como analisar todo o conteúdo é um ponto singular;
- Crowdsourcing trabalhado na empresa é mais barato e autêntico. Porém deve estar preparado para todos os tipos de reações;
- O Facebook é o novo Flickr;
- O conteúdo da empresa precisa estar acessível no mobile, mas se não for relevante isso não faz nenhum sentido;
- Como medir o negócio em um novo meio? Medindo. Não muda o negócio. Pode melhorar, mas o negócio deve trazer resultados;
- Esqueça se é digital, marketing ou publicidade. A questão é como a empresa deve criar relevância, engajamento e resultado;
- O consumidor está mudando rapidamente. Hoje ele também é digital. A relação empresa e cliente cara a cara está em crise;
- Uma das coisas mais bacanas do digital são os pequenos testes, pequenas pesquisas aplicadas para pequenas análise;
- Foi o ponto levantado ontem: distribuir o mesmo conteúdo em diversos players não é presença, é preguiça;
- Antes de levar a empresa para múltiplas telas, é preciso conhecer o consumidor;
- Web 3.0 é a web semântica, a internet verdadeiramente social;
- Número conhecido: 48 horas de vídeos são postadas no YouTube a cada minuto;
- A taxa de crescimento nas buscas no Brasil cresce em uma margem de 21%, uma das maiores do mundo. Nos EUA é de 8%;
- Outra vez a integração fluente entre online e offline é citada como fator importante nas estratégias empresarias atuais;
- O numero de internautas que fazem busca levados por um canal offline é de 80% no Brasil. A média mundial é de 69%;
- O marketing precisa entender as experiências passadas e expectativas futuras do consumidor conectado 24×7;
- Quer alcançar os resultados esperados? Primeiro saiba quais são os seus reais objetivos;
- Mapeamento, tagueação, customização e curadoria são palavras de ordem para todos os palestrantes;
- 1% do pageview no Brasil está nos tablets e smartphones, segundo a comScore. Nos EUA é de 6,8%;
- O brasileiro claramente está gostando de usar tablets, diz Alex Banks, diretor para América Latina da comScore;
- 2,4% dos jornais brasileiros são acessados via tablets ou smartphones;
- Como as mulheres brasileiras usam a internet hoje? Estudo da comScore
- Brasil: 192 milhões de habitantes, com 77,8 milhões de usuários;
- 29,7 milhões de brasileiros acessando banda larga móvel;
- Desafios da medição: o que consumir, quando consumir e onde consumir;
- Pessoas mais velhas consomem mídia mais tradicional. Pessoas mais novas consomem mais a combinação TV + internet;
- Classe AB habitualmente assiste TV e acessa a internet ao mesmo tempo;
- Classe C habitualmente ouve rádio e lê jornal ao mesmo tempo. Vê TV e ouve rádio;
- Classe DE habitualmente ouve rádio e lê revista ao mesmo tempo;
- Classe AB usa a internet para se manter informada, já a classe C usa os jornais;
- Os adolescentes internautas brasileiros usam mais mensagens instantâneas do que redes sociais;
- Hábitos de mídia e investimento publicitário em 2010: estudo do Ibope
- A criatividade em uma mensagem de massa é diferente da criatividade para públicos específicos e meios diferentes;
- Apostas para o digital no futuro: relevância para o usuário, vídeos online e multiplicidade de canais;
- A internet passou a ser uma fonte de informações para colocar as pessoas no centro;
- Deixamos de ter uma identidade “não real” na internet para uma identidade “real”;
- Princípios do social by design: primeiro as pessoas, depois o conteúdo; compartilhamento simples e conectividade com amigos;
- Se as pessoas estão cada vez mais conectadas com pessoas “reais”, uma informação de um amigo vale mais que qualquer publicidade;
- Mensagem do Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook para América Latina: coloque as pessoas no centro de suas estratégias;
- Benefícios do social e-commerce: aumento de tráfego, maior tempo de engajamento e maior conversão de vendas;
- 85% dos internautas brasileiros acessam a internet motivados pelas redes sociais;
- Frederico Trajano comenta sobre o Magazine Você, projeto de social e-commerce do Magazine Luíza;
- O Magazine Você funcionará no Facebook e no Orkut. Projeto bacana baseado na indicação de amigos e contatos nas redes sociais;
- O Magazine Você não é uma empresa para as pessoas. É uma empresa dos amigos para os amigos;
- O iStockphoto realiza eventos offline também. Apenas ficar no mundo virtual não basta para manter uma comunidade;
- A comunidade deve ter o direito de postar comentários negativos em sua página também. Só assim você irá melhorar o produto;
- Os comunicadores na linha de frente precisam ser pessoas confiáveis para a empresa;
- Quando outras empresas copiarem seus serviços você precisa estar lançando novas ferramentas para manter o público interessado;
- A comunidade precisa se sentir importante, precisa fazer parte das ações: terceirizar para a comunidade;
- E, é claro, a tecnologia por trás da sua empresa é fundamental. Deve ser flexível para qualquer tipo de situação e contexto;
- A web é tão social e ainda estamos apenas no começo do uso dessa ferramenta; Também adotamos esse método: final de semana desconectado ou pelo menos um dia por semana;
- Precisamos usar a internet de um jeito que ainda não foi utilizado.
Fonte: brainstorm9
O que é branding?
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por Amanda de Almeida

A Norwich Business School, da University of East Anglia (Reino Unido) produziu um vídeo bacana para divulgar seu MBA, mas acabou alcançando um resultado muito maior ao explicar, de maneira resumida, o que é branding. Então, o que diferencia um logo ou uma identidade corporativa de uma marca? Segundo o vídeo, é o conjunto de sentimentos e ações que dão um valor único ao produto. Se traduzido em cifrões, é o que faz a Coca-Cola valer mais do que o produto interno bruto de 3 países juntos. Ou o que faz da Google um verbo. Confira.
Fonte: brainstorm9
8 Estratégias para criar um Plano de Marketing
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Autor: Luciano Larrossa – Autor Exclusivo da Escola Freelancer. Licenciado em Comunicação Social.
Recentemente li uma frase que me deixou a pensar durante alguns segundos: “Um produto que não se vê, não vende”. Não que a tenha ouvido pela primeira vez, mas a verdade é que apenas agora fiquei a pensar um pouco nela. Isto porque muitas vezes vejo trabalhos excepcionais, mas que apenas descubro após de uma elevada pesquisa na internet. O melhor o exemplo foi o texto que escrevi sobre as 17 startups brasileiras. Demorei algumas horas a escrevê-lo mas a verdade é que grande parte desse tempo ficou retido para pesquisa. Tendo naquele artigo tantas startups de qualidade, não deveria eu já ter ouvido falar de grande parte delas?
Não digo que os seus empreendedores não estejam a fazer o trabalho de forma correta (até porque muitas delas ainda estão no início), mas sim que trabalhos com esta qualidade não podem passar despercebidas. Mas para que isso aconteça, é determinante um bom plano de marketing. Não adianta colocar apenas publicidade no Adwords ou criar as suas páginas nas redes sociais. Tornar um trabalho mais efetivo significa saber levar o cliente a acreditar que aquele seu produto é algo completamente inovador e que vale a pena ser comprado naquele momento.
O QUE É NECESSÁRIO PARA CONSEGUIR UM BOM PLANO DE MARKETING?
Além de ter que seguir alguns passos que são essenciais (que lhe vou mostrar a seguir), o seu plano de marketing necessita de ter algumas características preponderantes:
O mais simples possível. Atenção: não confundir tamanho com quantidades intermináveis de texto que não dizem nada. Você pode necessitar de duas páginas para explicar o seu produto, desde que nessas duas páginas esteja conteúdo relevante para os seus possíveis clientes.
Deve ser testado e alterado conforme os resultados. Se uma tática não lhe tem dado resultados tente alterá-la, actuando numa atitude de tentativa/erro.
O cliente não deve ficar com dúvidas do que pode comprar. Ainda por cima na internet esta dica ganha maior relevância, visto que neste meio existem muitas pessoas a tentar enganar os seus compradores.
Deve ser dedicado a um nicho. Imagine que escreveu um livro sobre produtividade. Será que vale a pena tentar vender as suas obras a menores de 18 anos? Talvez não estejam muito interessado nesse tema, por isso dedique tudo aquilo que fizer para o seu público-alvo.
Plano de marketing é algo que demora a ser elaborado. Visto que é uma parte determinante do seu negócio, deve ser feito com o maior cuidado.
Um ambiente mais simples possível. Por vezes demasiadas cores (como vemos muitas vezes nas páginas de aterragem) acabam por retirar o cliente do foco principal: o produto.
Use uma linguagem comum. Não adianta querer parecer muito esperto quando na verdade as pessoas querem algo simples. Cada vez mais ve-se o uso da linguagem do dia-a-dia em campanhas de marketing.
Mas de nada lhe valem estas características se todo o trabalho que estiver a fazer não for vítima de análise, mensuração ou não seguir uma linha de orientação. Para isso, ficam aqui oito dicas do que pode fazer para conseguir um bom plano de marketing e com isso, gerar um maior número de vendas:
1. DESCREVA O PROBLEMA QUE ESTÁ A RESOLVER
Quando você pensa em comprar algo, seja um ebook ou algum material desportivo, a primeira questão que faz a você mesmo é: que problema vou eu resolver com isto? Se estou com dores de cabeça, compro um comprimido. Se preciso de jogar ténis, compro uma raquete. Ninguém compra uma raquete de ténis porque está com dor de cabeça. Não digo com isto que as pessoas não percebam diretamente para que serve o seu produto, mas no fundo você precisa de explicar porquê que ela há de investir no seu produto em vez de comprar ao seu concorrente.
Para isso, a descrição e todas as utilidades que o seu produto possa ter têm que estar descritas. No fundo, as pessoas quando compram um produto não compram um produto em si, mas sim os benefícios que ele traz, daí ser essencial você explicar bem pormenorizadamente tudo o que você irá resolver.
2. DESCREVA O SEU PRODUTO
Agora sim! Depois de dizer o que vai resolver, chega o momento de dizer o que contém. Isto porque ninguém vai acreditar que o seu remédio resolve dores de cabeça sem que você diga como o fez! Especialmente se o seu produto for novo, é interessante torná-lo útil às pessoas, visto que ainda não sabem da utilidade dele e vão ter algumas dúvidas em investir nele. No fundo, estará a dizer que as ferramentas que utilizou para resolver o ponto anterior, para que os seus compradores não tenham receio de acreditar em si.
3. MOSTRE QUE É UMA OPORTUNIDADE FANTÁSTICA
No marketing chama-se “criar pressão psicológica”. Vou ser mais específico. Com certeza já viu aquelas promoções que dizem que durante um certo período de tempo o produto tem desconto ou que no período de lançamento ele custa metade do preço. Bem, isto cria uma necessidade na cabeça do seu cliente. O pensamento de uma pessoa conservadora quando olha para qualquer produto será “agora não posso gastar, deixo para mais tarde”. Se você disser que durante duas semanas o seu produto está com 50% de desconto, irá criar uma necessidade que antes não havia, levando essa pessoa à compra.
4. ANALISE OS SEUS CONCORRENTES
Entenda uma coisa: perceber os seus concorrentes é quase tão determinante como entender o seu público. Vejamos porquê:
Através de uma pequena análise você consegue perceber que produtos da concorrência tiveram mais sucesso e desse modo entender o que o público anda à procura.
Saber que necessidades eles andam a cobrir e daí tomar uma posição: tentar cobrir novas necessidades ou as mesmas mas de um modo melhor.
Saber com que ponto eles estão a tentar se destacar: qualidade, preço ou serviço de entrega.
Qual é o público alvo que eles estão a atingir?
Quais são as épocas que eles utilizam para realizarem mais promoções?
Mas para conseguir ter noção de todos estes pontos (e mais alguns), aconselho mesmo é que faça uma análise swot do seu negócio para perceber de que modo eles andam a agir. E não vale a pena dizer que não tem concorrentes, pois podem existir rivais que atuem de um modo indireto. Mas acima de tudo não se esqueça que se não existe concorrência, ela mais tarde ou mais cedo acabará por surgir e quando isso acontecer é bom estar preparado.
5. ESCOLHA QUE NICHOS VAI ATACAR
Como disse lá acima, tentar vender a todos o seu produto é algo impossível, a não ser que seja um supermercado ou um jornal, o que não acontece com um trabalhador freelancer certamente.
Saber com quem está a lidar ou a quem quer chegar, ajuda a direccionar todo o seu plano de marketing, definindo que estratégias irá adoptar. Se quiser vender para um público adulto, uma linguagem mais madura será o indicado, enquanto que se for para as crianças já deve utilizar palavras mais infantis, abusar das imagens e dos videos.
A parte da análise é onde grande empresas mais gastam tempo e dinheiro. Isto porque saber como actuam os seus futuros compradores é essencial para definir a estratégia. Defina um pequeno segmento e foque-se em conquistá-lo e estudá-lo, para com o tempo ir tentando alargar seus horizontes.
6. DEFINA OBJETIVOS DE VENDAS (E NÃO SÓ)
Quantos exemplares do meu ebook em quero vender no primeiro mês? E no primeiro semestre? E no primeiro ano? Tal como tudo na vida, definir objetivos ajuda a entender se existe alguma evolução nas coisas. E não pense que as metas devem-se apenas aos objetivos financeiros. Quantas vendas foram conseguidas (com ou sem desconto), quantas pessoas leram a minha página de vendas ou a que passos no meu site fizeram os clientes que não compraram o produto são outros dos pontos que pode analisar e definir objetivos. Imagine que pretende que 20% das pessoas que lêem a sua página acabem por comprar o seu produto. Se não o conseguiu, resta-lhe melhorar a estrutura da sua página para alavancar as vendas. Mas sem metas é que você não iria saber identificar os seus problemas.
7. ESCOLHA O PREÇO COM CUIDADO
O preço é algo essencial na venda. Um pouco acima ou abaixo do esperado pode resultar em vendas a menos ou a mais rentáveis, conforme o que escolheu. Terá que existir um meio termo. Uma boa forma de ajudar na definição do preço é olhar um pouco para os seus concorrentes e perceber que preço estão definidos e porquê. Outra das coisas que deve ter em conta é os gastos que teve. Usou muita publicidade? Realizou muitos artigos patrocinados para divulgar o seu livro? Realize testes. Em alguns momentos baixe o preço do seu produto (através de promoções ou parcerias) e veja como vão as vendas. Se em 15 dias conseguiu dez vezes mais vendas do que o habitual, talvez algo não esteja muito correta a sua tática.
8. ANALISE AS VÁRIAS HIPÓTESES DE VENDAS
Vai criar um programa de afiliados ou vai fazer apenas algumas parcerias? Irá colocar um separador no seu blog ou criar uma página de aterragem? Qualquer uma destas opções é bastante viável, desde que tenha consciência de que ela irá condicionar todo o seu plano de marketing. Para perceber qual a melhor forma, volto a referir: teste, teste e teste.
ESTÁ PRONTO PARA MELHORAR AS SUAS VENDAS?
O mundo dos negócios não foi nem nunca será fácil. A concorrência é elevada e todos os pormenores fazem a diferença. E o plano de marketing é um deles. Se não houver objetivos, rigor e análise, a frustração será a sensação final. Mas um adjectivo destaca-se quando falamos em planos de marketing: tentar. Nem sempre a tática utilizada para vender um comprimido irá funcionar para vender uma raquete de ténis. Cada público é um público, mas acima de tudo cada momento é um momento. Sabemos que as pessoas estão mais pré-dispostas a comprar alguns produtos no Natal enquanto outras adquirem mais outros produtos no verão. O importante é saber atuar conforme as necessidades.
E o leitor, já fez um plano de marketing alguma vez? Que pontos acrescentaria a este texto?
Abraço e boas vendas!
Fonte: escolafreelancer

