E.Life lança aplicativo gratuito para monitorar marcas no Twitter
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Sobre o autor: Duda Ferraz é estudante de jornalismo e analista de mercado em uma empresa de monitoramento de mídia.
Quer saber quem são e como se comportam os usuários do Twitter que mais falam sobre determinada empresa ou marca? Quer conhecer os termos mais usados por esses internautas quando se referem a um produto ou serviço? A E.Life, empresa brasileira líder na América Latina em inteligência de mercado e gestão do relacionamento nas redes sociais, dá este poder ao internauta, até mesmo àqueles não muito familiarizados com o mundo virtual. A novidade se chama Onibuzz.
A iniciativa da E.life, conhecida internacionalmente por seus estudos sobre o universo 2.0, permite que os próprios usuários monitorem a repercussão sobre nomes, marcas, produtos ou serviços no Twitter. O aplicativo, gratuito, pode ser baixado aqui.
Uma vez instalado, para fazer a varredura dos termos que deseja monitorar, basta inseri-los no campo Busca. “Além de divertida, a ferramenta tem aplicações profissionais, especialmente nas áreas de marketing, comunicação e publicidade”, explica Jairson Vitorino, CTO da E.life. “Pequenas e médias empresas também podem aprimorar sua relação com consumidores nas redes sociais com o uso do Onibuzz”, completa.
leia mais em: Blog Mídia8!
O certo e o errado no gerenciamento de projetos
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Sobre o autor: Celso Cunha é gerente de projetos. Linkedin: celsocunha
Gerenciar projetos é ter sob “controle” todas as nove áreas de conhecimento empregadas e usá-las de forma eficiente para o negócio.
Você sabe o que é gerenciar projetos? Parece uma pergunta simples para quem está acostumado a trabalhar em organizações que utilizam metodologias para essa atividade.
Entretanto, muitas organizações, empresas, departamentos, áreas e até mesmo alguns líderes não sabem com clareza o que isso significa.
Independente das posturas, julgamentos, novidades e práticas, esse artigo busca trazer apenas a reflexão, sobre como aplicamos a atividade de gerenciamento de projetos em nosso dia-a-dia.
É curioso, dentre os anúncios de vagas, notar o surgimento dos mais variados títulos, como Assistente de Projetos, Analista de Projetos, Líder de Projetos, ou Consultor de Projetos. Todos, de alguma forma, requisitam do candidato a habilidade/capacitação para gerenciar projetos.
leia mais em: webinsider
114 dicas twittadas durante o Digital Age 2.0
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por Cleyton Carlos Torres, jornalista e blogueiro.
Pelo segundo ano seguido o blog @midia8participou de um dos eventos mais importantes quando o assunto é digital. Como de praxe, reunimos aqui os principais tweets que o blog postou durante o encontro, que rolou nos dias 28 e 29 de setembro no Sheraton, em São Paulo. Para quem não pode ir, essa é uma oportunidade de ter um balanço geral das discussões e, como sempre menciono, ter insights para artigos, palestras e outros eventos.
Esses drops de conteúdo mesclam opiniões do blog e falas dos palestrantes. Por motivos óbvios de instantaneidade não foi possível inserir todos os autores. Os créditos ficam para o Digital Age 2.0. As dicas do ano anterior podem ser conferidas aqui.
- O consumidor também é um cidadão e quer ser reconhecido como tal;
- Distribuir o mesmo conteúdo em diversos players é preguiça;
- A marca hoje é muito mais do que um produto ou serviço, é questão de relacionamento;
- A banda larga no Brasil será a ferrovia para o futuro. O impacto da banda larga se assemelha com outras infras como eletricidade;
- Outro fator importante é que a tecnologia vai até as pessoas. Smartphones demonstram essa democratização;
- Regionalização do marketing. Estamos enxergando além do eixo RJ-SP. Isso impacta diretamente as marcas e seus relacionamentos;
- 30 milhões de novos usuários entrarão na rede nos próximos 4 anos, mas são analfabetos funcionais. Como dialogar com esse público?;
- Antes do consumidor vem o cidadão. O brasileiro precisa aprender a cobrar do serviço público. Ser cidadão, não só consumidor;
- A promessa da marca é a mesma, mas quando ela se insere e fala a “língua” de uma cultura o processo fica mais fácil;
- Para falar a “língua” de uma determinada cultura é preciso conhecê-la. Caso contrário, será apenas uma caricatura da marca;
- A cultura da empresa sempre é superior ao processo;
- Se a cultura da empresa não está preparada para as redes sociais, não adianta nada enfiar a cara nesses meios;
- O digital traz um conteúdo que a marca poderá usar inclusive em outros canais não digitais;
- O planejamento precisa aprender a ouvir para, desse modo, aproveitar o que os consumidores falam da marca nas redes sociais;
- O grande erro de uma empresa é não responder ao consumidor nas redes, abandoná-lo;
- A questão não é chegar em um grande número de seguidores ou likes, a questão é mantê-los;
- As empresas estão mais preocupadas com métricas do que com pessoas;
- “Media made for me”. Customização e personalização de conteúdos;
- A mídia digital pode ser utilizada para “filtrar” o conteúdo de uma marca, deixando-o personalizável para diferentes públicos;
- Antes quem trabalhava com digital era visionário, sonhador, e os clientes tinham o pé no chão. As agências se acomodaram com isso?;
- O lado positivo do digital é que é muito fácil fazer alguma coisa. O lado negativo é que é muito fácil fazer alguma coisa;
- Não precisamos de gente apaixonada por gente. Precisamos de gente apaixonada pelo negócio;
- Qual é o papel dos sites já que as empresas precisam trabalhar suas marcas nas redes sociais?;
- Apple, Google ou Amazon são geniais pq trabalham social media ou são geniais pq são geniais?;
- Isso traz a reflexão de que uma marca não precisa necessariamente estar nas mídias sociais para ser eficiente;
- Dados interessante sobre o Facebook: 700 bilhões de min gastos por mês pelos usuários e 100 milhões de novas fotos postadas por dia;
- O Facebook recebe 690 bilhões pageviews por mês e mais de 1 milhão de sites usam o Facebook como plataforma;
- “Meu outro computador é um datacenter”;
- O Brasil já é o terceiro maior mercado de e-commerce no mundo
- Na mídia de massa a empresa fala com a família inteira. Com a web é possível uma mensagem mais individual;
- O banner interativo ainda não é muito explorado no Brasil;
- Comunicação segmentada por hábitos: eu não sei quem você é, mas sei do que você gosta na web. Diálogo aproximado;
- O share de investimento online deve triplicar;
- A estratégia (case #paznorio) foi utilizar as redes sociais para criar uma causa coletiva, formalizando um engajamento da população;
- O estabelecimento do diálogo é função do PR, mas muitas empresas se “esquecem” disso
- Puxadinho não funciona, principalmente quando se trata de PR e mídias sociais;
- Provocação: Seria a PR 2.0 a melhor “ferramenta” para se trabalhar com mídias sociais em uma empresa?;
- As crises sempre aparecerão no digital, porque é mais fácil de ser divulgado ou simplesmente criado;
- A internet é um eterno beta;
- Post pago é um informe publicitário. E quando não foi?;
- Blogueiro busca relevância e audiência. E é exatamente isso o que a empresa busca quando procura um blogueiro relevante;
- O marketing precisa entender as expectativas e as experiências dos clientes;
- Estratégias em mídias sociais: dar uma festa ruim é pior do que não dar festa nenhuma, pois você está convencendo que é impopular;
- 4 fases para ser social: ads na social media, construa uma fanpage, construa uma comunidade e entenda e engaje seus fãs;
- Social media não é apenas sobre fanpages, é sobre pessoas;
- A promessa do digital é que podemos fazer mais do que qualquer outra mídia. Pense na riqueza do digital;
- Social media não é um lugar a ser explorado; é um modo de estar a ser cultivado;
- O marketing não está substituindo o social, ele apenas o está melhorando;
- O Facebook não se comporta como um site, mas sim como uma plataforma, como um facilitador;
- 70% do conteúdo que consumimos em um dia não é criado por profissionais, é produzido socialmente por pessoas;
- 30% do conteúdo consumido em um dia é criado por alguém que você conhece. O valor da proximidade;
- Fragmentação: no lugar de consumirmos o que o jornal quer impor, nós procuramos nossas próprias informações;
- As pessoas conseguem navegar nessa fragmentação; os meios tradicionais não conseguem;
- O ciclo de 24 horas de uma notícia não existe mais; novos processos editoriais; como categorizar tanto conteúdo?;
- Os consumidores querem ouvir vozes autênticas sobre esses tópicos fragmentados. Exemplo: Dráuzio Varella;
- As pessoas confiam umas nas outras na web. Confiamos para comprar (Mercado Livre). Legitimação do P2P;
- Crowdsourcing é a forma mais atual de engajamento;
- Ingredientes necessários: transparência e atributo. Qual é a sua história? Quem está produzindo o conteúdo?;
- Distribuir conteúdo varia todos os dias. Depende do contexto atual. Não há uma regra para distribuir em todos os canais possíveis;
- No final de 2011 o Yahoo! lançará sua rede de contribuidores no Brasil, segundo país a receber depois dos EUA;
- O Brasil foi escolhido pelo alto índice de participação dos usuários. O Yahoo! Brasil cresce em média 12%;
- O Yahoo! perde nas buscas, mas está investindo pesadamente para ser uma empresa de mídia;
- A qualidade do conteúdo recebido é um desafio, afirma Luke Beatty. Como analisar todo o conteúdo é um ponto singular;
- Crowdsourcing trabalhado na empresa é mais barato e autêntico. Porém deve estar preparado para todos os tipos de reações;
- O Facebook é o novo Flickr;
- O conteúdo da empresa precisa estar acessível no mobile, mas se não for relevante isso não faz nenhum sentido;
- Como medir o negócio em um novo meio? Medindo. Não muda o negócio. Pode melhorar, mas o negócio deve trazer resultados;
- Esqueça se é digital, marketing ou publicidade. A questão é como a empresa deve criar relevância, engajamento e resultado;
- O consumidor está mudando rapidamente. Hoje ele também é digital. A relação empresa e cliente cara a cara está em crise;
- Uma das coisas mais bacanas do digital são os pequenos testes, pequenas pesquisas aplicadas para pequenas análise;
- Foi o ponto levantado ontem: distribuir o mesmo conteúdo em diversos players não é presença, é preguiça;
- Antes de levar a empresa para múltiplas telas, é preciso conhecer o consumidor;
- Web 3.0 é a web semântica, a internet verdadeiramente social;
- Número conhecido: 48 horas de vídeos são postadas no YouTube a cada minuto;
- A taxa de crescimento nas buscas no Brasil cresce em uma margem de 21%, uma das maiores do mundo. Nos EUA é de 8%;
- Outra vez a integração fluente entre online e offline é citada como fator importante nas estratégias empresarias atuais;
- O numero de internautas que fazem busca levados por um canal offline é de 80% no Brasil. A média mundial é de 69%;
- O marketing precisa entender as experiências passadas e expectativas futuras do consumidor conectado 24×7;
- Quer alcançar os resultados esperados? Primeiro saiba quais são os seus reais objetivos;
- Mapeamento, tagueação, customização e curadoria são palavras de ordem para todos os palestrantes;
- 1% do pageview no Brasil está nos tablets e smartphones, segundo a comScore. Nos EUA é de 6,8%;
- O brasileiro claramente está gostando de usar tablets, diz Alex Banks, diretor para América Latina da comScore;
- 2,4% dos jornais brasileiros são acessados via tablets ou smartphones;
- Como as mulheres brasileiras usam a internet hoje? Estudo da comScore
- Brasil: 192 milhões de habitantes, com 77,8 milhões de usuários;
- 29,7 milhões de brasileiros acessando banda larga móvel;
- Desafios da medição: o que consumir, quando consumir e onde consumir;
- Pessoas mais velhas consomem mídia mais tradicional. Pessoas mais novas consomem mais a combinação TV + internet;
- Classe AB habitualmente assiste TV e acessa a internet ao mesmo tempo;
- Classe C habitualmente ouve rádio e lê jornal ao mesmo tempo. Vê TV e ouve rádio;
- Classe DE habitualmente ouve rádio e lê revista ao mesmo tempo;
- Classe AB usa a internet para se manter informada, já a classe C usa os jornais;
- Os adolescentes internautas brasileiros usam mais mensagens instantâneas do que redes sociais;
- Hábitos de mídia e investimento publicitário em 2010: estudo do Ibope
- A criatividade em uma mensagem de massa é diferente da criatividade para públicos específicos e meios diferentes;
- Apostas para o digital no futuro: relevância para o usuário, vídeos online e multiplicidade de canais;
- A internet passou a ser uma fonte de informações para colocar as pessoas no centro;
- Deixamos de ter uma identidade “não real” na internet para uma identidade “real”;
- Princípios do social by design: primeiro as pessoas, depois o conteúdo; compartilhamento simples e conectividade com amigos;
- Se as pessoas estão cada vez mais conectadas com pessoas “reais”, uma informação de um amigo vale mais que qualquer publicidade;
- Mensagem do Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook para América Latina: coloque as pessoas no centro de suas estratégias;
- Benefícios do social e-commerce: aumento de tráfego, maior tempo de engajamento e maior conversão de vendas;
- 85% dos internautas brasileiros acessam a internet motivados pelas redes sociais;
- Frederico Trajano comenta sobre o Magazine Você, projeto de social e-commerce do Magazine Luíza;
- O Magazine Você funcionará no Facebook e no Orkut. Projeto bacana baseado na indicação de amigos e contatos nas redes sociais;
- O Magazine Você não é uma empresa para as pessoas. É uma empresa dos amigos para os amigos;
- O iStockphoto realiza eventos offline também. Apenas ficar no mundo virtual não basta para manter uma comunidade;
- A comunidade deve ter o direito de postar comentários negativos em sua página também. Só assim você irá melhorar o produto;
- Os comunicadores na linha de frente precisam ser pessoas confiáveis para a empresa;
- Quando outras empresas copiarem seus serviços você precisa estar lançando novas ferramentas para manter o público interessado;
- A comunidade precisa se sentir importante, precisa fazer parte das ações: terceirizar para a comunidade;
- E, é claro, a tecnologia por trás da sua empresa é fundamental. Deve ser flexível para qualquer tipo de situação e contexto;
- A web é tão social e ainda estamos apenas no começo do uso dessa ferramenta; Também adotamos esse método: final de semana desconectado ou pelo menos um dia por semana;
- Precisamos usar a internet de um jeito que ainda não foi utilizado.
Fonte: brainstorm9
O que é branding?
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por Amanda de Almeida

A Norwich Business School, da University of East Anglia (Reino Unido) produziu um vídeo bacana para divulgar seu MBA, mas acabou alcançando um resultado muito maior ao explicar, de maneira resumida, o que é branding. Então, o que diferencia um logo ou uma identidade corporativa de uma marca? Segundo o vídeo, é o conjunto de sentimentos e ações que dão um valor único ao produto. Se traduzido em cifrões, é o que faz a Coca-Cola valer mais do que o produto interno bruto de 3 países juntos. Ou o que faz da Google um verbo. Confira.
Fonte: brainstorm9
8 Estratégias para criar um Plano de Marketing
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Autor: Luciano Larrossa – Autor Exclusivo da Escola Freelancer. Licenciado em Comunicação Social.
Recentemente li uma frase que me deixou a pensar durante alguns segundos: “Um produto que não se vê, não vende”. Não que a tenha ouvido pela primeira vez, mas a verdade é que apenas agora fiquei a pensar um pouco nela. Isto porque muitas vezes vejo trabalhos excepcionais, mas que apenas descubro após de uma elevada pesquisa na internet. O melhor o exemplo foi o texto que escrevi sobre as 17 startups brasileiras. Demorei algumas horas a escrevê-lo mas a verdade é que grande parte desse tempo ficou retido para pesquisa. Tendo naquele artigo tantas startups de qualidade, não deveria eu já ter ouvido falar de grande parte delas?
Não digo que os seus empreendedores não estejam a fazer o trabalho de forma correta (até porque muitas delas ainda estão no início), mas sim que trabalhos com esta qualidade não podem passar despercebidas. Mas para que isso aconteça, é determinante um bom plano de marketing. Não adianta colocar apenas publicidade no Adwords ou criar as suas páginas nas redes sociais. Tornar um trabalho mais efetivo significa saber levar o cliente a acreditar que aquele seu produto é algo completamente inovador e que vale a pena ser comprado naquele momento.
O QUE É NECESSÁRIO PARA CONSEGUIR UM BOM PLANO DE MARKETING?
Além de ter que seguir alguns passos que são essenciais (que lhe vou mostrar a seguir), o seu plano de marketing necessita de ter algumas características preponderantes:
O mais simples possível. Atenção: não confundir tamanho com quantidades intermináveis de texto que não dizem nada. Você pode necessitar de duas páginas para explicar o seu produto, desde que nessas duas páginas esteja conteúdo relevante para os seus possíveis clientes.
Deve ser testado e alterado conforme os resultados. Se uma tática não lhe tem dado resultados tente alterá-la, actuando numa atitude de tentativa/erro.
O cliente não deve ficar com dúvidas do que pode comprar. Ainda por cima na internet esta dica ganha maior relevância, visto que neste meio existem muitas pessoas a tentar enganar os seus compradores.
Deve ser dedicado a um nicho. Imagine que escreveu um livro sobre produtividade. Será que vale a pena tentar vender as suas obras a menores de 18 anos? Talvez não estejam muito interessado nesse tema, por isso dedique tudo aquilo que fizer para o seu público-alvo.
Plano de marketing é algo que demora a ser elaborado. Visto que é uma parte determinante do seu negócio, deve ser feito com o maior cuidado.
Um ambiente mais simples possível. Por vezes demasiadas cores (como vemos muitas vezes nas páginas de aterragem) acabam por retirar o cliente do foco principal: o produto.
Use uma linguagem comum. Não adianta querer parecer muito esperto quando na verdade as pessoas querem algo simples. Cada vez mais ve-se o uso da linguagem do dia-a-dia em campanhas de marketing.
Mas de nada lhe valem estas características se todo o trabalho que estiver a fazer não for vítima de análise, mensuração ou não seguir uma linha de orientação. Para isso, ficam aqui oito dicas do que pode fazer para conseguir um bom plano de marketing e com isso, gerar um maior número de vendas:
1. DESCREVA O PROBLEMA QUE ESTÁ A RESOLVER
Quando você pensa em comprar algo, seja um ebook ou algum material desportivo, a primeira questão que faz a você mesmo é: que problema vou eu resolver com isto? Se estou com dores de cabeça, compro um comprimido. Se preciso de jogar ténis, compro uma raquete. Ninguém compra uma raquete de ténis porque está com dor de cabeça. Não digo com isto que as pessoas não percebam diretamente para que serve o seu produto, mas no fundo você precisa de explicar porquê que ela há de investir no seu produto em vez de comprar ao seu concorrente.
Para isso, a descrição e todas as utilidades que o seu produto possa ter têm que estar descritas. No fundo, as pessoas quando compram um produto não compram um produto em si, mas sim os benefícios que ele traz, daí ser essencial você explicar bem pormenorizadamente tudo o que você irá resolver.
2. DESCREVA O SEU PRODUTO
Agora sim! Depois de dizer o que vai resolver, chega o momento de dizer o que contém. Isto porque ninguém vai acreditar que o seu remédio resolve dores de cabeça sem que você diga como o fez! Especialmente se o seu produto for novo, é interessante torná-lo útil às pessoas, visto que ainda não sabem da utilidade dele e vão ter algumas dúvidas em investir nele. No fundo, estará a dizer que as ferramentas que utilizou para resolver o ponto anterior, para que os seus compradores não tenham receio de acreditar em si.
3. MOSTRE QUE É UMA OPORTUNIDADE FANTÁSTICA
No marketing chama-se “criar pressão psicológica”. Vou ser mais específico. Com certeza já viu aquelas promoções que dizem que durante um certo período de tempo o produto tem desconto ou que no período de lançamento ele custa metade do preço. Bem, isto cria uma necessidade na cabeça do seu cliente. O pensamento de uma pessoa conservadora quando olha para qualquer produto será “agora não posso gastar, deixo para mais tarde”. Se você disser que durante duas semanas o seu produto está com 50% de desconto, irá criar uma necessidade que antes não havia, levando essa pessoa à compra.
4. ANALISE OS SEUS CONCORRENTES
Entenda uma coisa: perceber os seus concorrentes é quase tão determinante como entender o seu público. Vejamos porquê:
Através de uma pequena análise você consegue perceber que produtos da concorrência tiveram mais sucesso e desse modo entender o que o público anda à procura.
Saber que necessidades eles andam a cobrir e daí tomar uma posição: tentar cobrir novas necessidades ou as mesmas mas de um modo melhor.
Saber com que ponto eles estão a tentar se destacar: qualidade, preço ou serviço de entrega.
Qual é o público alvo que eles estão a atingir?
Quais são as épocas que eles utilizam para realizarem mais promoções?
Mas para conseguir ter noção de todos estes pontos (e mais alguns), aconselho mesmo é que faça uma análise swot do seu negócio para perceber de que modo eles andam a agir. E não vale a pena dizer que não tem concorrentes, pois podem existir rivais que atuem de um modo indireto. Mas acima de tudo não se esqueça que se não existe concorrência, ela mais tarde ou mais cedo acabará por surgir e quando isso acontecer é bom estar preparado.
5. ESCOLHA QUE NICHOS VAI ATACAR
Como disse lá acima, tentar vender a todos o seu produto é algo impossível, a não ser que seja um supermercado ou um jornal, o que não acontece com um trabalhador freelancer certamente.
Saber com quem está a lidar ou a quem quer chegar, ajuda a direccionar todo o seu plano de marketing, definindo que estratégias irá adoptar. Se quiser vender para um público adulto, uma linguagem mais madura será o indicado, enquanto que se for para as crianças já deve utilizar palavras mais infantis, abusar das imagens e dos videos.
A parte da análise é onde grande empresas mais gastam tempo e dinheiro. Isto porque saber como actuam os seus futuros compradores é essencial para definir a estratégia. Defina um pequeno segmento e foque-se em conquistá-lo e estudá-lo, para com o tempo ir tentando alargar seus horizontes.
6. DEFINA OBJETIVOS DE VENDAS (E NÃO SÓ)
Quantos exemplares do meu ebook em quero vender no primeiro mês? E no primeiro semestre? E no primeiro ano? Tal como tudo na vida, definir objetivos ajuda a entender se existe alguma evolução nas coisas. E não pense que as metas devem-se apenas aos objetivos financeiros. Quantas vendas foram conseguidas (com ou sem desconto), quantas pessoas leram a minha página de vendas ou a que passos no meu site fizeram os clientes que não compraram o produto são outros dos pontos que pode analisar e definir objetivos. Imagine que pretende que 20% das pessoas que lêem a sua página acabem por comprar o seu produto. Se não o conseguiu, resta-lhe melhorar a estrutura da sua página para alavancar as vendas. Mas sem metas é que você não iria saber identificar os seus problemas.
7. ESCOLHA O PREÇO COM CUIDADO
O preço é algo essencial na venda. Um pouco acima ou abaixo do esperado pode resultar em vendas a menos ou a mais rentáveis, conforme o que escolheu. Terá que existir um meio termo. Uma boa forma de ajudar na definição do preço é olhar um pouco para os seus concorrentes e perceber que preço estão definidos e porquê. Outra das coisas que deve ter em conta é os gastos que teve. Usou muita publicidade? Realizou muitos artigos patrocinados para divulgar o seu livro? Realize testes. Em alguns momentos baixe o preço do seu produto (através de promoções ou parcerias) e veja como vão as vendas. Se em 15 dias conseguiu dez vezes mais vendas do que o habitual, talvez algo não esteja muito correta a sua tática.
8. ANALISE AS VÁRIAS HIPÓTESES DE VENDAS
Vai criar um programa de afiliados ou vai fazer apenas algumas parcerias? Irá colocar um separador no seu blog ou criar uma página de aterragem? Qualquer uma destas opções é bastante viável, desde que tenha consciência de que ela irá condicionar todo o seu plano de marketing. Para perceber qual a melhor forma, volto a referir: teste, teste e teste.
ESTÁ PRONTO PARA MELHORAR AS SUAS VENDAS?
O mundo dos negócios não foi nem nunca será fácil. A concorrência é elevada e todos os pormenores fazem a diferença. E o plano de marketing é um deles. Se não houver objetivos, rigor e análise, a frustração será a sensação final. Mas um adjectivo destaca-se quando falamos em planos de marketing: tentar. Nem sempre a tática utilizada para vender um comprimido irá funcionar para vender uma raquete de ténis. Cada público é um público, mas acima de tudo cada momento é um momento. Sabemos que as pessoas estão mais pré-dispostas a comprar alguns produtos no Natal enquanto outras adquirem mais outros produtos no verão. O importante é saber atuar conforme as necessidades.
E o leitor, já fez um plano de marketing alguma vez? Que pontos acrescentaria a este texto?
Abraço e boas vendas!
Fonte: escolafreelancer
Vale a pena investir em mídias sociais?
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Em apresentação na Futurecom 2011, Andrea Borges, da Tríade, faz um panorama das redes sociais e casos de sucesso.
Não há como negar o boom e o impacto das redes sociais no mundo e na forma como as pessoas se relacionam, compartilham informações e, até mesmo, como fazem negócios. Afinal, o crescimento tem atraído atenção de empresas, que, ao perceberem a força dessas mídias, voltaram seus holofotes com dois objetivos principais: mensurar o retorno do cliente e buscar maior rentabilidade.
Porém, antes de qualquer planejamento ou investimento as companhias precisam entender a dinâmica das redes sociais, seu funcionamento e o retorno que elas podem proporcionar, seja positivo ou negativo, mas, principalmente, entender os conceitos dos usuários que participam deste mercado. Afinal, as tão faladas gerações X e Y compreendem grande parte do grupo de usuários desses sites e são responsáveis pelas mudanças de comportamento do consumidor. Mudanças tão significativas que já são conhecidos como prosumer – do inglês que mistura de producer (produtor) com consumer (consumidor), usada para determinar clientes tão exigentes, que, dê certo modo, faz com que a indústria forneça aquilo que ele deseja.
Compartilhar experiências é uma característica desses consumidores, como, por exemplo, produzir conteúdo Wikipédia, usar aplicativo Foursquare, que envia dicas de lugares frequentados e sua opinião, e, até mesmo, cria outro modelo de serviço de atendimento ao consumidor, apostando na agilidade e rapidez da rede social.
“Há dez anos, um cliente bem atendido comentava sua satisfação para dez pessoas, quando mal atendido, para trinta e cinco pessoas. Atualmente tanto um bom quanto um mau atendimento é compartilhado para 300 pessoas”, relatou Andrea Borges, executiva de contas sênior da Tríade, durante a Futurecom 2011.
Quando uma empresa entende o conceito de mídias sociais, investe, interage com os clientes e analisa feedbacks, os resultados podem ser surpreendentes. É o caso de companhia como a DELL, que vendeu três milhões de dólares em computadores por meio do Twitter. Ou então, o Burguer King que, ao investir cinquenta mil dólares no Facebook, obteve retorno de quatrocentos mil a mais do que se tivesse realizado em mídias convencionais.
Atualmente a Ford é uma das companhias que mais investe nas redes de relacionamento, destinando 25% do orçamento com propagandas para as mídias sociais. Já o retorno é que 37% dos usuários da geração Y souberam do lançamento do novo Ford Ka pelas redes sociais. “Se pararmos para analisar, apenas 18% das campanhas tradicionais de TV possuem ROI positivo”, concluiu Andrea.
Mas o case de maior sucesso, segundo Andrea, é o do presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Ele tem cinco milhões de fãs nas mídias sociais, 110 milhões de visualizações no youtube, 5,4 milhões de cliques no botão “I vote for Obama” no Facebook. “O mais interessante dessa analise é mostrar que as redes sociais não funcionam apenas para B2B.”
Por ser uma mídia muito nova, ainda deve ser analisada, estudada e saber se vale à pena ter um canal de comunicação aberto ao público. “Devemos medir os pós e os contras, mais é uma mídia que veio para ficar e não há como fugir dessa realidade” concluiu. E fica a pergunta: Vale a pena investir?
Fonte: InformationWeek
Planejamento e Marketing Digital.
- by admin
Entrevista com Nino Carvalho.
Nino Carvalho é Coordenador e Professor do MBA e Pós-MBA em Marketing Digital da Fundação Getúlio Vargas.
A dúvida mais frequente para quem está trabalhando (ou querendo trabalhar) com a área digital é como fazer um planejamento integrado. O que você aconselha para quem esta trabalhando uma campanha que envolve online e offline?
Um bom conselho seria desprender as amarras de “on e off”. Foque em fazer uma sólida análise do cenário e ambiente de marketing, entenda os objetivos e metas da organização e somente então pense em desenhar as táticas para alcançar o que deseja. Estas táticas, dependendo do que você levantar de informações na fase de análise do ambiente, poderão incluir atividades on e/ou offline. A dica para saber como montar um bom planejamento está em saber seguir boas metodologias e investir em inteligência competitiva. Sugiro o livro Strategic Marketing Planning, de Collins e Wilson.
Muitas empresas têm tentado usar o marketing digital, mas nem sempre têm sucesso. O que você acredita que as empresas mais pecam na hora de fazer um planejamento?
Sem dúvidas a falha principal e mais comum é em ignorar a primeira e mais fundamental fase do planejamento estratégico: a análise do ambiente de marketing. Esta fase irá dizer mais sobre os concorrentes da empresa, seus clientes e outros públicos, além de evidenciar como os fatores políticos, tecnológicos, legais, sociais, economicos e do meio ambiente irão impactar na organização. Em geral, as empresas e agências fazem um trabalho muito superficial nesse momento e focam seus esforços na parte tática. Oras, se o planejador não entende corretamente como está o cenário no qual a empresa está incluída, como será possível dizer quais os caminhos táticos estão mais propensos a ajuda-lo no sucesso?
Você vê uma grande diferença no uso do marketing digital pelo setor privado e setor público?
Nesse momento sim, há várias diferenças. O aspecto mais interessante que percebo é notar que, talvez ironicamente, o Setor Público está entrando de maneira mais inteligente no meio digital. A internet (e, em particular, as redes sociais) é um canal de relacionamento e construção de marca. Ambas vertentes estão baseadas em benefícios mútuos (para organização e seus stakeholders) em longo prazo. Infelizmente (mas também compreensivelmente!) o Setor Privado precisa entregar muitos resultados e prazos muito curtos. É preciso investir em redes sociais e trazer retorno (majoriatriamente financeiro) rapidamente. Como na área pública o retorno não é viesado por sucesso financeiro, as organizações conseguem naturalmente estar em harmonia com estes conceitos-base da internet – relacionamento, construção de marca, longo prazo etc.
Já tivemos vários casos de empresas que foram parar no Trending Topics por não estarem preparadas para uma situação adversa. Você acha que tem como estar preparado para um #fail?
Problemas e crises sempre existiram. Antes da internet as empresas tinham muito menos controle e acesso sobre o que era dito sobre elas, principalmente de forma espontânea, como acontece nas redes sociais. Ou seja, não só podemos dizer que estes chamados “fails” não são novidade, como é correto afirmar que a internet facilita a identificação e tratamento de problemas. O grande obstáculo do momento é que as organizações, na verdade, não estavam preparadas para falhas das mais corriqueiras mesmo antes da internet (como um produto comprado na loja e que demora a chegar na casa do cliente). A lentidão em se adaptar a uma pressão maior do coletivo de consumidores é o que está matando as empresas.
Qual sua aposta para o futuro do marketing digital no Brasil?
Acredito que o ano de 2012 será marcando no sentido de separar bem os fornecedores e educadores de comunicação e marketing digital no país. As empresas estão amadurecendo e irão fazer contratações mais racionais e criteriosas. Isso mexerá muito com o mercado de agências, que necessitará de melhores profissionais e, por consequencia, também veremos impactos positivos na oferta de educação na área digital.
Fonte: Midiatismo
Colocando imagens em seus tweets
- by admin
É fácil subir e compartilhar imagens no Twitter.com! A seguir, você encontrará um tutorial e algumas respostas à perguntas frequentes sobre como subir imagens no Twitter – direto da sua caixa de Tweet!
Onde que eu subo a minha imagem?
Quando você clica dentro da sua caixa de Tweet na sua página ou no botão Novo Tweet, você verá dois pequenos ícones no canto esquerdo inferior, um para adicionar a sua localização (uma bússula), e outro para subir uma imagem (uma câmera).
Qual o tamanho máximo para a imagem?
Você pode subir imagens de até 3MB.
Nós vamos redimencionar a imagem para você, para que caiba no painel de exibição no canto direito do seu histórico no Twitter.com.
O que eu faço depois de clicar no ícone da camêra para “Subir imagem”?
Ao clicar no ícone da camêra para subir uma imagem, uma janela será aberta para você localizar a imagem no seu computador que você quer subir.
Depois que você anexar a imagem ao seu Tweet, a sua caixa de Tweet vai ficar parecida com a imagem abaixo, com uma versão pequena da imagem no canto inferior esquerdo, e o ícone da camêra estará destacado em azul.
• Em alguns navegadores, você poderá ver o nome do arquivo na versão pequena da imagem:
• Depois que você adicionou a sua imagem você verá a contagem de caracteres a esquerda do botão de Tweetar. (Um link para a imagem ocupará alguns caracteres)
•Se você selecionou a imagem errada ou não quer mais compartilhar aquela imagem, apenas clique no “x” dentro da versão pequena da imagem ou próximmo do nome do arquivo para apagá-la.
•Depois, digite o texto que você gostaria de enviar junto com a imagem e clique no botão Twettar.
•Uma vez que o seu tweet foi publicado com sucesso, clique nele para ver a imagem no painel de exibição.
O que “powered by Photobuket’ significa?
O Twitter está lançando uma experiência nativa com imagens que permite aos usuários subirem imagens do seu computador diretamente no Twitter.com. As imagens ficarão hospedadas no Photobucket.
Por que eu ainda não consigo subir imagens?
Nós estaremos lançando aos poucos esta funcionalidade no Twitter.com durante as próximas semanas. Se você não vê o ícone da camêra debaixo da sua caixa de Tweet, aguente firme! Você terá acesso a este recurso em breve.
O Twitter continuará a suportar Flickr, Twitpic, yFrog etc?
Sim. Você será capaz de ver fotos hospedadas na grande maioria de provedores de imagens de terceiros, indefinidamente.
E as contas protegidas, como que funcionará com elas?
Contas protegidas funcionarão da mesma forma que funcioam com os Tweets: você não poderá ver as imagens das contas protegidas a não ser que esteja seguindo aquela conta.
E os dados Exif? Eu ouvi que há preocupações com a privacidade relacionadas com esses dados.
Nós removemos os dados Exif quando você sobe a imagem. Não estará disponível para nenhuma pessoa que acessar a sua imagem.
Você pode comentar uma imagem?
Sim, você pode fazer isso respondendo o Tweet que conteem a imagem.
Como que eu apago uma imagem?
Você pode apagar uma imagem deletando o Tweet que contém a imagem. Uma vez apagado, a imagem não ficará mais disponível. Ela poderá estar guardada em cache em alguns navegadores e servidores, mas a imagem não estará mais disponível no Twitter.
Vocês pretendem criar galerias para as minhas imagens?
Por enquanto não. Mas nas próximas semanas, nós iremos adicionar galerias de mídia, onde você poderá ver as imagens compartilhadas por um usuário no Twitter.
Quando vocês possuirem galerias, serão incluidas apenas as imagens que foram anexadas pelo Twitter ou outros serviços serão incluidos? Se sim, quais?
Galerias dos usuários terão imagens que o usuário compartilhou no Twitter, incluindo aquelas que ele usou outros serviços para subir, como o Twitpic, yfrong e Instagram.
Todas as imagens aparecerão na busca?
A não ser que você possua uma conta protegida, haverá sempre uma chance da sua imagem aparecer nos resultados da busca.
Se eu possuo uma conta protegida, as minhas imagens aparecerão na busca?
Se você possui uma conta protegida, as suas imagens nunca aparecerão nos resultados da busca.
Se eu apagar um Tweet que possui uma imagem, essa imagem aparecerá na busca?
Não, imagens que excluidas não aparecerão nos resultados da busca.
Se eu mudar a minha conta para “protegida” o que acontecerá com as minhas imagens?
Imagens compartilhadas por você quando a sua conta era pública serão substituidas por uma imagem de erro. As suas imagens serão visíveis para os seus seguidores. Se você não quer que ninguém veja as suas imagens no Twitter, você deve apagar os Tweets que possuem essas imagens.
Há uma API para subir imagens? Se sim, eu posso usá-la?
Há uma API para subir imagens mas ainda não está disponível para desenvolvedores de terceiros. Os desenvolvedores de aplicativos de terceiros poderão acessar a API para subir imagens em breve, assim que esta funcionalidade estiver disponível para todos os usuários.
Com dificuldades? Entre em Contato com o Suporte!
Fonte: Twitter
Marcas, SEO e internet
- by admin
Muitas empresas brasileiras são vítimas das várias formas de pirataria de suas marcas na internet, como em tudo, é bem melhor (e mais barato) planejar antes do que precisar de advogados depois.
O typosquatting é um dos tipos de pirataria, consiste no registro daquelas váriações do domínio verdadeiro, ocasionadas por erros de digitação, por exemplo www.googel.com.br quando você queria digitar www.google.com.br . Já o cybersquatting é o registro da grafia correta, é a pirataria direta, sem rodeios ou disfarces.
Os conflitos entre marcas e domínios têm se tornado cada vez mais comuns e mais complexos, na medida que as empresas sentem necessidade de manter uma atuação on-line mais forte. Até a recuperação de domínios no Registro.br ficou mais complexa e o registro da marca tornou-se INDISPENSÁVEL nesses casos, não só nos processos de liberação, mas também para recuperar domínios congelados e pirateados.
Não bastasse a tradicional briga por domínios onde um terceiro registra o nome da sua empresa ou produto como domínio e o typosquatting, agora muitas empresas estão usando as marcas de terceiros nos códigos de seus sites (SEO).
Por exemplo: Se eu for uma indústria de tênis popular, sei que ninguém irá para o Google para pesquisar a minha marca de tênis, provavelmente a pesquisa será por Nike, Adidas, Rebook, etc…
Mas se eu utilizar técnicas SEO (na verdade Black SEO – ou seja uma otimização do mal) o meu site pode até ser melhor colocado do que o site original.
Esse tipo de otimização pode ser considerada como uso indevido de marca (crime previsto em lei)?
Boa pergunta… eu considero que SIM.
Mas fica o alerta para as Empresas de SEO/WEB Marketing, usar desse expediente poderá trazer riscos e co-responsabilidade para quem faz a otimização.
Assim, quando um cliente (de marca fraca, desconhecida) pedir para fazer a otimização do seu site para ele ficar melhor no ranking da busca natural do Google, não use esse artifício, afinal, se sua empresa foi contratada para esta finalidade (otimização) a responsabilidade maior é sua. Se o cliente sugerir ou até exigir isso, documente essa solicitação, assim a resposabilidade é dele quase absoluta.
Em um primeiro momento a empresa que o contratou poderá ser ré em um processo, mas se bem orientada ela transferirá para você essa responsabilidade, talvez até de forma integral.
É como contratar uma agência de publicidade para criar um logotipo e ela cria uma quase-cópia do logotipo de um concorrente seu… quem tem a responsabilidade? Depende do que for documentado.
Fique atento!
Fonte: TuDiBão
As Mídias Sociais e a Gestão da Carreira Profissional
- by admin
Com a disseminação do uso de plataformas de redes sociais online, cada vez mais as pessoas compartilham suas informações pessoais e profissionais nesses ambientes. As empresas, por sua vez, têm adotado como prática cada vez mais freqüente consultar os perfis dos candidatos como parte do processo seletivo de contratação — a entrevista de emprego começa nas mídias sociais. Monitorar colaboradores também tem se tornado tão comum por parte das empresas quanto monitorar o mercado e seu público-alvo.
Dessa forma, os profissionais devem cada vez mais prestar atenção às informações que postam online e usar esses recursos como aliados estratégicos em suas profissões. Pensando na gestão de carreiras, apresento a seguir algumas dicas de como atuar nas mídias sociais procurando obter o melhor resultado profissional.
- Tipos de problemas que os perfis em redes sociais podem trazer a um profissional
Alguns dos principais problemas resultantes do uso incorreto de perfis em redes sociais são: a) exposição da privacidade, b) comprometimento da imagem profissional e c) declarações sujeitas a processos legais.
No primeiro caso — privacidade — dependendo do tipo de informação que a pessoa expõe sobre si mesma, pode lhe trazer riscos pessoais. No ano passado, após o lançamento do Facebook Places (em que as pessoas dizem onde estão, no estilo Foursquare), foi presa uma quadrilha que usava essas informações para fazer assaltos nos USA. Escritórios de advogados têm monitorado declarações de pessoas específicas nas mídias sociais para usar essas informações em processos contra essas pessoas (como por exemplo, um ex-cônjuge que alega não ter recursos para pagar uma pensão maior, mas tuita que está fazendo uma viagem caríssima ou jantando em um lugar além das suas possibilidades declaradas). Assim, é importante pensar no tipo de informação que compartilhamos nos nossos perfis e por quais motivos estamos fazendo isso.
No caso de comprometimento da imagem profissional, as pessoas declaram coisas em seus perfis que contradizem o que se espera delas profissionalmente. Por exemplo, funcionários já foram demitidos por faltarem ao trabalho por alegarem que estavam doentes, mas no mesmo dia postarem em seus perfis que estavam curtindo ou passeando em algum lugar. Pessoas que participam em sites de redes sociais de grupos “eu odeio trabalhar” ou “eu odeio o meu chefe”, dificilmente serão contratadas. A sua imagem no ambiente digital, tanto pessoal como profissional, é construída por meio das informações que você divulga em seus perfis.
No último caso — declarações sujeitas a processos legais –, muitas vezes as pessoas se esquecem que a lei que rege o mundo offline vale igualmente no mundo online. Portanto, calúnia e difamação, exposição de informações confidenciais das empresas, etc., podem ser consideradas ilegais tanto quanto o seriam no mundo offline. Existem milhares de casos de processos dessa natureza em função de comportamento inadequado no ambiente digital.
- O que se deve evitar publicar nos sites de redes sociais
Deve-se ter no comportamento online o mesmo cuidado para divulgar informações, ou ainda maior, que se tem nos comportamentos offline. Se você não falaria algo no meio da praça para todo mundo ouvir, não fale tampouco nas mídias sociais. Se você não sairia despido ou bêbado na rua, não se apresente nessas condições nas mídias sociais. O cuidado deve ser ainda maior no ambiente digital online porque se no ambiente offline você se expõe apenas para as pessoas que estão no mesmo espaço físico que você, no ambiente digital você está potencialmente exposto para todas as pessoas – milhões delas.
- Monitoramento de colaboradores e candidatos a vagas
O monitoramento em mídias sociais é uma das mais valiosas ferramentas de pesquisa de mercado e inteligência de negócios. Monitorar colaboradores e candidatos, tanto quanto o público-alvo e concorrentes, já uma prática comum em empresas, tanto grandes quanto pequenas, e é uma estratégia bastante saudável. Apesar de um dos primeiros perfis que são monitorados ser o do LinkedIn (que tem foco no profissional), as empresas estendem a sua pesquisa para outras redes de forma geral. Faça um teste e digite o seu email no site SPOKEO.com e veja o resultado — os seus rastros digitais são transformados em um dossiê que revela muito sobre você. Isso é apenas um exemplo de ferramenta que pode ser usada gratuitamente para pesquisar pessoas na internet, não apenas nas mídias sociais, mas no ambiente digital como um todo. Existem inúmeras outras ferramentas como essa disponíveis online.
Dessa forma, o profissional deve pensar muito antes de postar qualquer coisa online — cada busca no Google, clique em anúncios, uma chamada no Skype, doações, comentários, etc. — são fragmentos pessoais que contribuem para o seu dossiê digital que constrói a sua imagem – pessoal e profissional – que pode atuar tanto a seu favor como contra você.
- O que um perfil em rede social representa
Um perfil online representa a pessoa no ambiente digital. Não é uma segunda vida, e sim uma continuação da sua vida offline — é parte integrante e cada vez mais importante dela. A sua vida digital é também a sua vida real, não existe separação, existe continuação. No entanto, da mesma forma que na sua vida offline você separa os âmbitos privado e público, você deve fazer o mesmo no ambiente digital. O problema é que muita gente ainda não entendeu que o ambiente digital normalmente é público e que é necessário um esforço ainda maior que nos ambientes offline para fazer essa separação entre informações de perfis públicos e privados. No entanto, essa separação é fundamental para a construção de imagem. Você é tão bom quanto o conteúdo que produz – tanto online quanto offline.
- O bom e mau uso das mídias sociais
As plataformas digitais são apenas plataformas, tecnologias, e toda tecnologia é neutra – não é boa e nem ruim. O que faz uma tecnologia ser boa ou ruim é o uso que fazemos dela. O fogo pode ser usado para te ajudar — aquecer, cozer — ou pode te matar. O mesmo acontece com qualquer tecnologia. Dessa forma, se você usar as plataformas digitais corretamente, você poderá alavancar muitas oportunidades profissionais. Se usar de forma inadequada pode se prejudicar muito.
Já falamos bastante do mau uso, e vamos citar alguns bons usos. Por exemplo, se você é especialista em uma área específica, você pode usar os seus perfis em mídias sociais para se tornar referência nessa área por meio de divulgação de informações e dicas nessa área. As possibilidades de você alcançar um número grande de seguidores ou assinantes e impactar uma grande quantidade de pessoas interessadas no seu assunto são extremamente maiores no ambiente online do que offline. Outro exemplo de como extrair benefícios é ter e manter um perfil atualizado e bem construído no LinkedIn. Hoje, como mencionei anteriormente, esse é o primeiro local onde as empresas pesquisam. Além disso, é onde as pessoas procuram parceiros profissionais e contatos para negócios, representando uma grande oportunidade. Vídeos e apresentações interessantes que você possa publicar online sobre a sua área de expertise e que ajudem as pessoas em suas vidas também são ótimas oportunidades para montar negócios ou ampliar a sua atuação profissional – veja o caso da Khan Academy (http://www.khanacademy.org/), que se iniciou como um projeto pessoal e já recebeu doações espontâneas de 1 milhão de dólares de Bill Gates e 2 milhões de dólares do Google. No ambiente digital, as boas ideias e ações conseguem visibilidade e apoio de forma muito mais rápida e espontânea.
- Algumas dicas importantes para os profissionais que têm perfis em redes sociais
• Conheça as plataformas e as características de cada uma delas antes de começar a usar — teste primeiro de forma não pessoal e depois use de forma pensada, dominando não apenas comandos, mas principalmente os conteúdos. Twitter, Facebook, LinkedIn, Youtube, SlideShare, etc., são diferentes e para usar corretamente é necessário publicar conteúdos diferentes e adequados em cada um deles, com objetivos diferentes e ritmos diferentes.
• Não comece a usar tudo de uma vez – inicie por uma plataforma, ganhe expertise nela e aí vá conquistando as outras de forma planejada.
• Não faça ou fale nas plataformas online o que você não faria ou falaria na rua (local pública), a menos que você use perfis privados, que funcionam como a sua casa.
• Antes de postar qualquer coisa, pense duas vezes e pergunte a si mesmo o motivo e o benefício que aquela informação poderá trazer. É interessante também checar se o que você vai postar passa pelos três crivos da peneira de Sócrates: verdade, bondade e utilidade. Se uma informação não for verdadeira, boa e útil, pergunte-se o motivo e o benefício que ela trará ao ser divulgada e, então, decida se deve ou não divulgar.
• Jamais seja anti-ético! No artigo “Quem com #FAIL fere, com #FAIL poderá ser ferido” (), são abordadas mais a fundo as questões da ética e o quanto cada post que você faz fala muito sobre você.
Fonte: cidademarketing