02 vagas na Emporium - Executivo de contas
- by admin
A agência Emporium da Criação está em busca de 02 profissionais para aumentar o time:
Tipo de Profissional:
Executivo de contas
Empresa:
Agência Emporium da Criação
Local:
Aclimação – São Paulo
Descrição da vaga:
- Prospecção de novos clientes;
- Realização do atendimento da agência com os clientes;
- Imprescindível garra, dinamismo, vontade de crescer com a agência e foco em resultados;
- Ter experiência comprovada na área de no mínimo 02 anos ;
- Ser pró-ativo, ter visão estratégica e desenvoltura;
- Manter a organização de seus trabalhos;
- Ter veículo próprio.
- Diferencial: ter uma carteira de clientes ativa.
Horario de trabalho:
09:00 as 18:00hrs
Remuneração: ajuda de custo + excelente comissão + Campanha de metas com bonificações.
Contato:
A/C: Eduardo Rocha – vagas@emporiumdacriacao.com.br
Deadline da seleção para Vaga:
20 de Agosto / 2010
OBS: Currículos diferentes deste perfil serão desconsiderados.
Colocar no assunto do e-mail: (CV – Executivo de Contas – Seu nome)
Design vende!
- by Mayara Adélia Lira
Por Gilberto Strunck*
Você já observou como os varejos estão consistentemente migrando para o modelo de autoserviço? No ramo das refeições, por exemplo, veja a explosão de restaurantes de comida por quilo acontecida nos últimos anos. Da mesma forma, as lojas de departamento, com menos vendedores para nos atender. E os bancos? Neles, nosso primeiro contato ao entrar nas agências é com as máquinas de autoatendimento. O controle da inflação também resultou no emprego de “vending-machines”. Em uso crescente, nelas podemos comprar hoje centenas de produtos. E os sites de compras? Nestes, praticamente tudo está à venda, por autosserviço!
Visando à diminuição de custos, o comércio investe em ferramentas que possibilitam transitar facilmente por seus espaços e interagir, sem intermediários, com os produtos e serviços à venda. Neste cenário, o design, aliás, o bom design, é fundamental para o sucesso nas vendas. Várias pesquisas, realizadas por diversos institutos, empregando metodologias distintas, em diferentes modelos de varejo, apontam sempre para o altíssimo índice de decisão, de que marca comprar, feito nas lojas.
Você já se perguntou o que o faz optar por uma, entre as diversas marcas de xampu, expostas lado a lado com suas concorrentes em uma loja? Ou a escolher determinado livro entre dezenas de outros no balcão de lançamentos de uma livraria? Ou a comprar o seu terceiro par de tênis, para usar na academia que você, há seis meses, promete começar a frequentar? Certamente, se você não é fiel a uma marca de xampu, não tem a indicação de um livro ou não é muito contido em seus hábitos de compras, você foi “pego pelo design”.
É sabido que os dois lados do cérebro, o esquerdo, racional, e o direito, emocional, se conectam de modos diferentes com os ambientes onde as pessoas se encontram, através dos cinco sentidos. Os estímulos recebidos pelo lado direito seduzem, encantam, e geram o desejo de comprar. Já o lado esquerdo, atento aos estímulos racionais, justifica o desejo de comprar. Usualmente, as pessoas dizem que compram pelos benefícios funcionais e nunca pelos emocionais. Você não tinha a necessidade de comprar o seu décimo quinto esmalte, mas se encantou pela embalagem, pela tonalidade da cor, tão linda, tão diferente, tão na moda! Mas vai dizer que comprou porque os que você tem estão meio ressecados, ou que você vai dar uns para a sua filha, ou que o esmalte era muito barato.
O design é um recurso indispensável às marcas vencedoras, por estimular o encantamento, o amor à primeira vista, a conexão emocional com o cérebro. O design trabalha a “arquitetura da informação”, expressando os diferenciais das mensagens, dos objetos, das embalagens, dos equipamentos, dos espaços, de forma a conectar as marcas às pessoas. Pense em algumas marcas brasileiras, líderes em seus mercados, como Havaianas, Natura, TV Globo, Cacau Show. Todas são marcas que investem consistentemente, há anos, em design, o que contribui de modo relevante para a fidelização de seus consumidores.
Lembre-se do Japão do pós-guerra, na quantidade de produtos japoneses que chegaram, bem baratos, ao Brasil, com o selo “Made in Japan”, à época sinônimo de produtos de segunda linha. Eles eram a “imitação” da máquina fotográfica alemã, do relógio suíço, do eletrodoméstico norte-americano. Com o tempo, e muito investimento, especialmente em design e em tecnologia, as marcas japonesas tornaram-se líderes mundiais.
Por um processo semelhante passa agora a China, cujos produtos, quando não são de marcas estrangeiras, são tachados como cópias de má qualidade. Mas seu governo sabe que o país, que apenas emula o que os outros fazem, briga apenas por preço, não por valor. Assim, a China investe em design e está colocando, por ano, 600.000 designers no mercado! Uma escala realmente chinesa.
Numa economia mundial acelerada, extremamente competitiva como a atual, em alguns anos as marcas chinesas certamente estarão entre as mais desejadas. Neste contexto, o Brasil, que se pretende avançar entre as maiores economias do mundo, tem que investir em políticas públicas de fomento do design, para não ser apenas um grande exportador de commodities.
* Gilberto Strunck, é Sócio-Diretor da DIA Comunicação.
Autor de vários livros sobre design, é Professor da UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro,
Conselheiro do POPAI Brasil e membro do Board Internacional desta entidade.
Fonte: mundodomarketing.com.br
Marcas ainda são irrelevantes no Twitter
- by admin
Atenção marcas: usuários do Twitter não estão falando com você ou sobre você. Na verdade, eles mal sabem que você existe. Essa é uma das conclusões de uma análise de seis meses conduzida pela agência digital 360i.
Podemos dizer que as empresas estão do lado de fora da conversa entre os internautas no microblog. cerca de 90% das mensagens enviadas pelo Twitter são feitas “por pessoas reais” – os outros 10% vêm de empresas – sendo que 12% nunca mencionam a marca.
Além disso, apenas 1% dos tweets dos consumidores que mencionam a marca fazem parte de uma conversa em curso com a marca, ou seja, os comerciantes são, na maioria das vezes, uma parte da conversa.
As marcas mais mencionadas no Twitter tendem a estar lá porque elas fazem parte de uma conversa diária. As marcas mais mencionadas são, em ordem decrescente: Twitter, Apple, Google, YouTube, Microsoft, Blackberry, Amazon, Facebook, Snuggie, eBay e Starbucks.
A boa notícia para as marcas é que quando um consumidor não menciona no Twitter, eles normalmente não estão se queixando. Apenas 7% dos tweets que citam as marcas são de sentimento negativo, 11% positivos e 82% neutro.
Fonte: Proxxima
Design is our business
- by admin
O Cartão de Crédito para micro, pequenas e médias empresas do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), que é um recurso financeiro para que esses negócios façam investimentos para crescer, passou a contemplar também serviços de design. O cartão funciona assim: O BNDES mantém um Portal de Operações, onde estão cadastradas todas as empresas aptas a prestar serviços para as MPMEs. No caso de serviços de design – nos quais o banco inclui produto, embalagem, ergonomia e modelagem (não tivemos informações sobre design gráfico) – as empresas também terão que fazer esse cadastro. Acesse no site www.cartaobndes.gov.br o link “Seja um fornecedor credenciado” e preencha o cadastro. Será necessário afiliar-se a uma adquirente (Cielo e/ou Redecard) e montar seu catálogo no próprio site do Cartão BNDES. O Cartão BNDES oferece uma linha de crédito rotativo e pré-aprovado para MPMEs com limite de até R$ 1 milhão por banco emissor (são 6 bancos nos quais podem ser feitos os empréstimos – Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nossa Caixa e Banrisul). Até hoje, foram emitidos 250 mil cartões e estão disponíveis mais de 125 mil itens para compra. E embora os itens mais comercializados sejam máquinas e equipamentos, computadores, softwares, móveis, veículos, etc., seria bem bom que o design tivesse uma bela fatia dos R$ 9,4 bilhões que foram emitidos em crédito até o momento… Só em 2009 foram mais 185 mil transações, equivalente a R$ 2,7 bilhões em business. Agora, é só você, empresa de design buscar o BNDES para se cadastrar como fornecedor. Porque sabemos que o design só vem ganhando importância, inclusive na visão dos empresários. E torcer para que o retorno venha logo!
Fonte: abcdesign
Apple é a marca mais valiosa, segundo Forbes
- by Mayara Adélia Lira
Marcas de tecnologia são maioria entre as primeiras do ranking, como Microsoft, IBM e Google
Os problemas com a antena do iPhone 4 não impediram que a Apple, produtora do smartphone, liderasse o ranking das marcas mais valiosas do mundo, da revista Forbes. Apple está no topo da lista, avaliada em US$ 57,4 bilhões, seguida pela sua rival Microsoft, avaliada em US$ 56,6 bilhões.
Na terceira posição está a Coca Cola, cuja marca vale US$ 55,4 bilhões. A IBM, no quarto lugar, foi avaliada em US$ 43 bilhões e a Google, que aparece na sequência, em US$ 39,7 bilhões.
Ainda entre os 10 primeiros colocados estão a cadeia de restaurantes de fast food McDonald’s (US$ 35,9 bilhões); o conglomerado industrial General Electric (US$ 33,7 bilhões), a produtora de cigarros Marlboro (US$ 29,1 bilhões); a tecnológica Intel (US$ 28,6 bilhões) e a fabricante de telemóveis finlandesa Nokia (US$ 27,4 bilhões) – a primeira empresa não norte-americana entre as dez primeiras do ranking.
Fonte: Protal Exame
Servidores para Cloud movimentarão US$ 6,4bi em 2014
- by Mayara Adélia Lira
A evolução dos investimentos na nuvem deve trazer um forte impulso para o mercado de servidores de Cloud Computing. De acordo com a IDC, esse segmento saltará dos US$ 3,18 bilhões registrados em 2009 para uma receita de US$ 6,41 bilhões em 2014.
Dentro dessas projeções, o destaque fica com os servidores para aplicação em nuvens privadas, que movimentarão US$ 5,7 bilhões em cinco anos, contra os atuais US$ 2,6 bilhões. Segundo os resultados da pesquisa, 44% dos participantes estão considerando projeto com as chamadas private clouds.
Já no campo das nuvens públicas, o estudo indica um crescimento de US$ 582 milhões em 2009 para US$ 718 milhões em 2014.
“Muitos gestores de TI estão considerando seriamente a computação em nuvem como um modo mais fácil de expandir suas infraestruturas físicas e virtuais”, afirmou Katherine Broderick, analista da IDC.
“Contudo, ainda há alguns resquícios de apreensão em relação a fatores como integração, disponibilidade, segurança e custos. Essas preocupações e a maneira como elas serão trabalhadas continuarão a guiar a adoção da Cloud Computing nos próximos anos”, conclui.
Fonte: Decision Report

