Rangel Embalagens

 - by Mayara Adélia Lira

Conquistamos a conta da Rangel Embalagens, empresa que desde 1991 trabalha com produção e importação de embalagens e agora vai contar com a Emporium da Criação para desenvolver seus materiais de comunicação. Em setembro daremos início aos novos job’s. Aguarde!

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As marcas e os profissionais de maior confiança dos brasileiros

 - by Mayara Adélia Lira

Foi divulgado o resultado da 9ª pesquisa Seleções/Ibope Inteligência sobre as marcas de maior confiança dos brasileiros. O levantamento, realizado via web levando em conta 1.500 questionários respondidos por leitores da revista Seleções do Reader´s Digest, aponta, pela terceira vez consecutiva, a Nestlé em primeiro lugar geral.

A novidade da edição deste ano ficou por conta da Natura, que assumiu sozinha o posto de empresa mais socialmente responsável, antes compartilhado com a Petrobras. Entre os profissionais, Luciano Hulk e Patrícia Poeta são os líderes no quesito “Apresentadores”. Já William Bonner é o mais apontado entre os jornalistas, e Roberto Justus lidera entre os publicitários.

Organizações

A pesquisa quis saber dos internautas, também, quais as organizações mais confiáveis, entre as estatais e as não governamentais. No grupo ONGs, a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) lidera, com a impressionante marca de 88% dos votos. No campo público, os Correios continuam hegemônicos, com 82% dos votos.

Bombeiros são unanimidade

No quesito profissões, os bombeiros se mantêm na liderança com folga e são quase unanimidade. 96% dos brasileiros apontaram os profissionais como os mais confiáveis. Governos e políticos aparecem, mais uma vez, na última colocação.

Briga acirrada entre as redes sociais

O Orkut, líder em acessos no Brasil, mantém-se na dianteira da pesquisa realizada pela Seleções e o Ibope Inteligência. Mas os 26% da popular rede social do Google não garantem uma liderança tranqüila, pois logo atrás aparecem o Twitter (23%) e o Facebook (20%).

Por regiões

As regiões do país também são divisores de confiança: LG, GOL, Protex e Limpol são as marcas mais votadas na região Norte. A rede de supermercados Bompreço e as tintas Coral são as preferidas do Nordeste. Itaú, Porto Seguro, Dell, Nívea, Telefônica, Liza e Carrefour lideram no Sudeste. No Sul, as mais votadas foram Philips, Ipiranga, Gol, Dell, Melitta, Limpol, Previdência Privada BB e supermercados BIG. Os leitores da região Centro-oeste elegem Chevrolet, a margarina Delícia e a maquiagem da Natura.

Resultados

Marca de Confiança – Nestlé – 19%

Responsabilidade Social – Natura – 18%

Automóvel – Fiat – 25%

Aparelho eletrônico – Sony – 29%

Absorvente Higiênico – Sempre Livre – 30%

Aparelho celular – Nokia – 44%

Assistência Médica – Unimed – 52%

Analgésico – Dorflex – 20%

Adoçante – Zero Cal 47%

Bandeira de posto de gasolina – Petrobras/BR – 49%

Bancos – Banco do Brasil – 35%

Cama, Mesa e Banho – Teka – 39%

Computador – Dell – 20%

Cartão de crédito – Visa – 61%

Companhia aérea – TAM – 48%

Creme Dental – Colgate – 63%

Cremes para Pele- Natura – 28%

Cereal Matinal – Kellogg’s – 38%

Café – Melitta/Pilão – 19%

Companhia de Seguro – Porto Seguro – 26%

Chocolate – Nestlé – 48%

Detergente – Ypê – 44%

Eletrodoméstico – Brastemp – 54%

Fralda descartável – Pampers – 48%

Hiper/Supermercado – Extra – 19%/Carrefour – 17%

Iogurte – Danone – 36%

Laboratório de Medicamentos genéricos- Medley – 26%

Laboratório de Medicamentos fitoterápicos – Herbarium – 10%

Margarina – Qualy – 36%

Maquiagem – Avon – 35%

Operadora de Telefonia Fixa- Oi – 41%

Operadora de Telefonia celular – Vivo – 36%

Óleo de Cozinha – Liza – 37%

Operadora de viagem – CVC – 48%

Provedor Internet – UOL – 23%

Previdência Privada – Bradesco – 25%

Protetor Solar – Sundown – 41%

Ração animais Domésticos – Pedigree – 32%

Refrigerante – Coca-Cola – 56%

Sabonete – Dove – 28%

Shampoo/condicionador – Seda – 28%

Sabão em pó – Omo – 79%

Suco concentrado – Del Valle- 24%

Sorvete – Kibon – 80%

Tintura cabelo – L’Oreal – 29%

Tinta de parede – Suvinil – 56%

Vitamina – Centrum – 18%

Categorias Especiais

Apresentador – Luciano Huck – 75%/Patrícia Poeta – 75%

Artista – Gloria Pires – 88%

Cantor – Herbert Vianna – 79%

Executivo – Alessandro Carlucci – 79%

Esportista – Cesar Cielo- 91%

Autor de livro – Millor Fernandes – 73%

Instituições/Organizações – Correios 82%

Jornalista – William Bonner – 83%

Publicitários – Roberto Justus – 55%

Profissão – Bombeiros – 96%

Outras Pessoas- Deus/ Pai e Mãe – 97%

ONGs/Instituições- APAE – 88%

Redes Sociais – Orkut – 26%

Fonte: administradores.com.br

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Rock In Rio será um show de experiência e ativação de marcas

 - by Mayara Adélia Lira

Quarta edição terá shopping, bares e restaurantes, além de ativações e loja própria do evento

O Rock In Rio está de volta a sua cidade natal. O projeto acontecerá entre setembro e outubro de 2011 em um espaço novo, que será construído em Jacarepaguá, zona oeste da cidade carioca, no prazo de seis a oito meses. A diferença desta quarta edição no Brasil – depois de 1985, 1991 e 2001 – para as marcas patrocinadoras é a plataforma interativa que a Cidade do Rock proporcionará aos participantes.

O espaço de 150 mil m² é parte do legado que ficará para os Jogos Olímpicos de 2016 como área de lazer para os atletas. No entanto, durante o Rock In Rio, pelo menos seis empresas poderão oferecer experiências aos cerca de 120 mil consumidores que são esperados em cada um dos seis dias de evento.

O preço para participar de mais uma celebração global da música com 108 artistas por dia na cidade carioca deve variar entre R$ 90,00 e R$ 180,00. Vale lembrar que neste valor está incluso Shopping com 30 lojas, bares, restaurantes, espaço fashion, além de brinquedos como Roda Gigante, Kaboom e uma tirolesa em frente ao Palco Mundo.

Um show de ativação de marca

A diferença – e a evolução – desta para a última edição do evento é que as marcas patrocinadoras não serão apenas viabilizadoras financeiras do evento. “Cada uma terá seu próprio stand, mas não para divulgar produto e sim interagir com o público presente. A ordem é não fazer propaganda. É brincar, interagir”, diz a empresária Roberta Medina, filha do criador da marca Rock In Rio, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para as empresas que gostariam de participar do Rock In Rio a boa notícia é que as negociações estão abertas. Porém, algumas já em estágio avançado. “O patrocínio ao evento já está bem adiantado. Até o fim do ano todas as marcas já estarão definidas”, diz Roberto Medina, empresário que idealizou o projeto, em entrevista ao Mundo do Marketing. Para as marcas vinculadas ao evento como patrocinadora master, Medina dá a dica. “O patrocinador master não entra apenas como uma marca. Ele terá uma tenda própria para ativar sua relação corporativa com o consumidor. A idéia é que estas empresas também façam de sua apresentação um show”, aconselha.

Apesar de adiantadas as negociações de patrocínio, as lojas que farão parte da Rock Street ainda não foram definidas. Esta é uma das estratégias para que o evento musical se torne periódico no Brasil, de dois em dois anos. “A participação cada vez maior das classes mais baixas no consumo de eventos e experiências oferece a possibilidade de ser permanente”, afirma Medina ao site.

Rock In Rio com lojas próprias
O investimento de R$ 60 milhões no Rock In Rio IV prevê uma arena mais confortável do que a das outras edições, onde muitos sofreram com a lama formada com as chuvas. Com piso feito de grama sintética – assim como acontece em Lisboa e Madrid, capitais européias que também realizam o evento – o festival de todas as tribos trará novamente o mundo ao Rio de janeiro, após levar o nome da cidade para mais de 80 países com suas transmissões.

Entre as marcas que negociam o patrocínio ao evento, Roberta Medina adianta que os segmentos são os que agregam as maiores companhias do país. São empresas de bebidas não-alcoólicas, cerveja, automóvel, telefonia, bancos e instituições financeiras. A marca Rock In Rio já inicia projetos de licenciamento, além de estar presente em quatro lojas físicas no espaço.

“Teremos lojas com produtos oficiais com a marca na etiqueta. Fizemos isso em Madrid e deu muito certo porque as pessoas levam para casa a experiência”, completa Roberta. Apesar da confirmação da quarta edição do Rock In Rio, o mesmo não se pode dizer das bandas internacionais participantes. Só o que se sabe é que ao entrar no evento o palco com cerca de 100 metros de extensão por 30 metros de largura será um mero detalhe perto do que as marcas poderão promover ao som de uma boa música.

Fonte:

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Redes sociais: ferramentas (ainda) pouco utilizadas para fortalecimento da marca

 - by Mayara Adélia Lira

Estudo sobre a presença das grandes marcas no Twitter, revela que os usuários desta ferramenta citam pouco as grandes empresas em suas mensagens.

Até certo tempo pouco explorado por empresas e instituições, as redes sociais eram vistas como ferramentas de pessoas comuns, que a utilizavam, única e exclusivamente, para trocar ideias e conversarem sobre variados temas e aspectos. Porém, com a forte concorrência em diversos nichos e o acirramento do atual cenário, as empresas tiveram que buscar novos players para se investir. Sendo assim, este recurso, até então, desconhecido, passou a contar fortemente com a presença destas organizações.

Estudo conduzido pela Agência digital 360i sobre a presença das grandes marcas no Twitter, revela que os usuários desta ferramenta citam pouco as grandes empresas em suas mensagens. Com todos os investimentos de marketing destas grandes corporações os resultados ainda são pequenos. Segundo o documento, 90% das mensagens que são postadas no microblog são enviadas por pessoas físicas, enquanto apenas 10% vem de empresas.

Além disso, apenas 12% dos textos mencionam alguma marca – e na maioria destes casos a marca citada é a do próprio Twitter. O relatório revela ainda que apenas 1% dos tweets dos consumidores que mencionam alguma marca faz parte de um diálogo com a empresa em questão.

Num cenário de incertezas e mudanças rotineiras, como o das redes sociais, as empresas devem ficar atentas com a evolução da tecnologia dentro do ambiente de negócios. Caso as atualizações não sejam frequentes sua abordagem com seu potencial consumidor ou cliente poderá ficar defasada, representando prejuízos ao seu negócio.

O antigo, e conhecido, ditado sobre estar na hora certa, no momento certo e no lugar certo, nunca esteve tão em evidência. Marcar presença onde seu possível cliente / consumidor está pode fazer a diferença entre você e seu concorrente. As redes sociais, como o Twitter, por exemplo, já colaboraram com diversas empresas a aproximar sua relação com seu potencial cliente, seja através de reuniões ou o mantendo informado sobre os novos passos da instituição, ou, ainda, sobre novos serviços oferecidos pela empresa ao mercado.

Em muitos casos, o cliente localiza sua empresa / serviço através de buscadores de internet e chega a acessar primeiro sua página no Twitter ou Facebook, para só depois, caso desperte seu interesse, ver que você possui um website.

Aproximando os negócios e/ ou serviços que sua empresa oferece e fazendo com que o máximo de pessoas saiba destes trabalhos trará maior visibilidade à empresa. Porém, a tarefa em questão não é tão simples quanto parece. Oferecer conteúdo de qualidade é apenas um dos muitos desafios que as organizações enfrentarão neste ‘mercado’, afinal se destacar com centenas de milhares de mensagens postadas diariamente pode requerer, em muitos casos, ajuda especializada.

Meriellin Albuquerque – jornalista, especialista em marketing e diretora de planejamento da Ato Z Comunicação, agência especializada em desenvolvimento de conteúdos, estratégias e assessoria de imprensa.

Fonte: administradores.com.br

Não se esqueça de votar nos sites que nós, da Emporium da Criação, inscrevemos para o Concurso Peixe Grande http://bit.ly/bv5bIj

 

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Estudos apontam para mais mudanças do consumidor

 - by Mayara Adélia Lira

Data Popular detalha a classe C no Brasil e Neurociência mostra reações de consumidore

O mercado de pesquisa no Brasil tem observado as principais mudanças com relação ao comportamento dos consumidores. O aumento da classe média e o funcionamento da mente humana na escolha de um produto são alguns dos estudos feitos por empresas do setor e apresentados durante o VII Fórum Aba Rio de Pesquisa nesta semana.

A classe C no Brasil está em destaque e já movimenta R$ 127,6 bilhões. Isto significa boa parte da massa de renda do Brasil e engana-se quem acredita estar diante de um nicho. Por outro lado, a Neurociência já ajuda a descobrir o que mais impacta de forma positiva ou negativa o consumidor. O Data Popular realizou uma pesquisa sobre a classe C no Brasil e o resultado é que este perfil de consumidor representa 55% da população no sul do Brasil, 40% no norte e 47% no centro-oeste. Logo, não é exagero pensar que a classe C reflete o verdadeiro consumo brasileiro.

Se levarmos em conta todo o país, esses consumidores representam 87% da população e 76% do consumo total da nação. Diante deste cenário, as empresas que investem ou atendem esta maioria sabem que não é uma moda. A classe C veio para ficar. A primeira prova disto é a proporção de crianças e adultos das classes CDE em comparação com a AB. Segundo o Data Popular, para cada adulto AB há quatro CDE. Já entre as crianças, a diferença aumenta para uma a cada 10, respectivamente.

Classe C em foco
Mesmo com esta grande quantidade de futuros consumidores da classe C, outro fator importante para manter este público em foco é a ascensão social pela qual eles estão passando. “Uma consumidora da classe C não voltará a dar leite de terceira para o seu filho como era antes”, diz Renato Meirelles, Sócio-diretor do Data Popular. Completam os pilares da confirmação da classe C como uma realidade para os próximos anos o aumento da oferta de crédito e do salário mínimo, assim como os programas de distribuição de renda lançados pelo Governo Federal.

A mudança na pirâmide do consumo afeta também o comportamento de quem compra. Na classe C, a compra não é apenas a troca de dinheiro por um produto ou serviço. “Trata-se da inclusão. Uma compra representa sair das restrições, ter a oportunidade, suprir uma necessidade e obter prazer”, aponta Meirelles.

A diferença deste consumidor para os mais providos de verba não está apenas no seu comportamento ou no seu bolso. O entendimento sobre a comunicação das empresas é distinto. “Esse é o desafio para o Marketing das empresas”, ensina o Sócio-diretor do Data Popular.  O perfil da classe C não é difícil de perceber. Pequenos varejos ganham com a confiança mútua dos clientes. Entre os jovens desta classe, a maioria cita a internet como a principal fonte de informação, mais do que a TV aberta.

Perfil de consumo
Outra curiosidade do estudo do Data Popular é que existem mais crianças da classe C matriculadas em colégios particulares do que da classe A. Além disso, entre os mais abastados jovens brasileiros, 10% estudaram mais do que os pais. Já na classe C, esta porcentagem sobre para 68% e mostra que o jovem de baixa renda tem  mais influência nas decisões de casa.

A definição da classe C possui os mais variados nomes. Trabalhadora, popular e baixa renda, são as mais usadas. De uma forma geral, o que define uma classe social é o nível de educação, a profissão, o bairro em que mora e o tipo de residência do consumidor. “No Brasil, a posse de bens ou a renda é o que determina o posicionamento social”, conta Nelson Marangoni, Diretor de Mercado do Ibope.

O aumento do crédito para as classes menos favorecidas ativa o consumo, mas também liga o alerta para o endividamento dos consumidores. No primeiro semestre deste ano, o índice de endividados no país chegou a 45%. Mesmo alto, este número apresenta retração se comparado ao mesmo período nos dois anos anteriores. Em 2009 era 48% e, em 2008, 50% dos brasileiros tinham dívidas a pagar.

Pesquisas com Neuromarketing
Se as tecnologias podem ajudar a impactar o consumidor, elas também são adotadas por pesquisadores dos mais variados segmentos. O Neuromarketing é uma fonte de pesquisa para desvendar a mente do cliente que sempre encontra um motivo para fazer suas escolhas. Com a ajuda da Neurociência, as empresas conseguem saber se uma estratégia de Marketing poderá gerar interesse e aproximação ao produto.

“Sabemos que certas imagens causam reação no sistema defensivo. Por isso usamos a Neurociência para criar advertências mais impactantes nos maços de cigarro”, afirma Billy Nascimento, Diretor Executivo da Forebrain Neurotecnologia Ltda. Pesquisas feitas pela companhia mostram que a alta reatividade que gera aproximação está ligada ao esporte e ao erótico. No caso dos cigarros, o estudo mostrou que as imagens de mutilações tinham mais impacto e remetiam à esquiva do consumidor.

Nesta mesma linha, o diretor do filme Pop Skull procurou saber quais as cenas mais impactantes da sua obra exibindo-o a pessoas com monitoramento da amígdala, área do cérebro sensível ao medo. “O mais importante para quem quer usar a Neurociência para ajudar no Marketing é saber o que se quer investigar e qual ferramenta utilizar”, aconselha Nascimento.

Fonte: mundodomarketing

Não se esqueçam de votar em um de nossos sites inscritos no Concurso Peixe Grande

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Estamos Participando do Concurso Peixe Grande

 - by Mayara Adélia Lira

Estamos participando do concurso que há seis anos é promovido pela Arteccom e visa premiar os melhores projetos de sites do Brasil através de voto popular, e possui muita credibilidade e reconhecimento internacional, é o Concurso Peixe Grande.

Para participar, inscrevemos excelentes projetos e contamos com nossos parceiros para ganharmos.

Para contribuir com seu voto é muito simples, basta você clicar nos links, navegar pelos sites, escolher o melhor e votar.

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www.emporiumdacriacao.com.br

Selo peixe Grande 2010

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www.embuplazashopping.com.br

Selo peixe Grande 2010

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www.lustreco.com.br

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www.padaria-filo.com.br

Selo peixe Grande 2010

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www.cafegourmetsantamonica.com.br

Selo peixe Grande 2010

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A importância do designer gráfico para uma empresa

 - by Mayara Adélia Lira

Este profissional irá desenvolver todas as artes visuais da organização, de forma a facilitar a identificação da empresa pelo público

Com a concorrência cada vez mais acirrada, as empresas necessitam do trabalho de um profissional responsável pela comunicação visual, que terá o objetivo de inserir aquela marca na “cabeça” dos consumidores.

É o caso do designer gráfico, que irá desenvolver todas as artes visuais da organização, desde o desenvolvimento do site até a personalização da marca e logo e a criação de folders, anúncios e catálogos.

“Creio que somente um profissional qualificado poderá, de forma eficaz, transformar conceitos abstratos e produtos físicos em linguagem visual, visando a comunicação estratégica de uma marca”, afirma o publicitário e designer da Link Portal da Comunicação, Ed Coelho.

Para Coelho, a comunicação visual é necessária para manter o diálogo com o público e facilitar a identificação da empresa em diversos meios de informação.

Planejamento é a alma do negócio


Determinante para toda a reformulação e identidade visual da empresa, o trabalho do designer é essencial ainda na fase de preparação da marca.

“O planejamento é fundamental para atingir os objetivos pretendidos para as peças gráficas. Por isso, o apoio de um profissional gabaritado é de extrema importância para evitar que ocorram erros”, diz Coelho.

De olho nas vendas


De acordo com o publicitário, o envio de e-mail marketing para clientes cadastrados tornou-se uma maneira eficiente de atrair consumidores. Para isso, o designer deverá criar de maneira criativa uma arte para as mensagens.

De modo a melhorar a comunicação interna, boletins informativos impressos ou eletrônicos podem ser a saída. No caso da comunicação externa, além dos anúncios promocionais, é imprescindível que a organização elabore folders dos produtos e seu perfil institucional.

“Esses instrumentos elaborados por um designer gabaritado contribuem para que a divulgação dos produtos e serviços da empresa estejam alinhados com a imagem da instituição”, ressalta Coelho. “O designer não deve focar só no que foi pedido, mas sim naquilo que o cliente necessita como solução”.

Fonte: administradores

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Ao invés de decidir pelo sabor, escolha com referência em seu estado de espírito

 - by Mayara Adélia Lira

Fabricado na Inglaterra, Firefly é um energético sem sabores definidos. Os inventores, Marcus Waley-Cohen e Harry Briggs, criaram os “gostos peculiares” do produto com base em estudos feitos por especialistas em ervas medicinais.

A invenção acabou sendo uma ideia de marketing. Nas embalagens, em vez de constar “morango, laranja,etc.”, o que existe são observações sobre o estado de espírito de quem procura a bebida.

Pode-se escolher qual “sabor” comprar em função do humor naquele momento. No site, os consumidores podem enviar fotos e até customizar garrafinhas.

Além dos criativos sabores, outro acontecimento alavancou a bebida nas prateleiras: certa vez, para combater uma ressaca, príncipe Harry bebeu uma garrafinha do “líquido mágico”.

Fonte: Portal Exame

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Facebook e AOL – possibilidade de aliança publicitária

 - by Mayara Adélia Lira

A rede social Facebook e o portal AOL mantêm negociações para criar uma aliança estratégica com o objetivo de impulsionar os negócios publicitários das duas empresas, informa hoje o diário “New York Post” em sua edição digital.

O executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, e seu colega no AOL, Tim Armstrong, estão avaliando essa possibilidade, revelaram fontes não identificadas ao jornal nova-iorquino, segundo o qual as duas companhias estudam há meses algum tipo de colaboração no âmbito publicitário.

Uma aliança entre ambas facilitaria ao Facebook a venda de anúncios publicitários por meio do AOL. Já este portal conseguiria revitalizar sua identidade como meio de contatos sociais.

A diretora-executiva financeira do Facebook, Sheryl Sandberg, manifestou recentemente que os anunciantes, ansiosos para chegar aos 500 milhões de usuários dessa rede, aumentaram em dez vezes o investimento em mensagens publicitárias.

O jornal lembra que as duas empresas, que não quiseram comentar a aproximação, mostram trajetórias distintas. Enquanto o Facebook aumentou com rapidez seus lucros com publicidade e número de usuários, o AOL registrou queda de 27% em suas receitas no segundo trimestre deste ano, até US$ 297 milhões.

Fonte: Portal Exame

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Erros em SEO que insistimos em cometer

 - by Mayara Adélia Lira

No final de julho aconteceu o Search Labs 2010, um evento que trouxe a oportunidade de vermos o que há de melhor lá fora na área de search e mostrar que existem muitos profissionais de qualidade no mercado nacional. Durante dois dias, foi possível acompanhar palestras simultâneas, divididas em três salas, além de colocar em prática o networking, feito nos corredores por estudantes ou profissionais já consagrados no mercado.

O evento desenhou os cenários de search através do Brasil e do mundo. Pesquisas, pensamentos, aplicações, estratégias, conceitos e ações foram repassados ao público. Fórmulas milagrosas foram constantemente frisadas como inexistentes, o que demonstrou que o search não é uma ciência exata, mas sim um trabalho muito mais intelectual e com relações estratégicas humanizadas.

Das centenas de dicas apresentadas durante as palestras de que pude participar no Search Labs, listarei aqui quatro erros que foram expostos e que insistimos em fazer. São quatro pontos que todos os profissionais já deveriam possuir como conhecimento em suas bagagens pessoais, mas que foram constantemente apontados durante o evento – por diferentes palestrantes de diferentes áreas – como ações fundamentais que grande parte do mercado insiste em não praticar. Ou melhor: praticam de forma errada. São estes os erros:

01. Conteúdo deve ser prioridade

Muito mais importante do que técnicas mirabolantes e estratégias complexas é um conteúdo produzido com qualidade, para atrair um público de qualidade. De nada serve uma estruturação caríssima e campanhas frenéticas se não possuirmos o mínimo de particularidade para ser apresentada. Um conteúdo ruim atrai, necessariamente, um público ruim, despreparado e que não irá servir em nada para o sucesso do seu projeto.

02. Não se faz SEO para robôs

Outro ponto-chave fundamental trabalhado por muitos palestrantes foi o de que muitos profissionais de SEO ainda não têm em mente que trabalham para pessoas, não para robôs e seus sistemas de busca. Mais uma vez, de nada adianta uma estruturação caríssima se não pensarmos naqueles que realmente irão analisar nosso trabalho: nosso público-alvo.

03. Mídia social não faz milagres

Na era das novas tecnologias e das redes e mídias sociais, o tema do momento não podia ficar de fora do evento. Mídias sociais são fundamentais para campanhas bem sucedidas? A resposta é não. Mídias sociais não fazem por si só o trabalho de uma grande campanha. Redes sociais não garantem, sozinhas, o real sucesso de uma aplicação estratégica. A coqueluche do momento deve ser uma complementação do seu planejamento, não a única fonte de esperanças.

04. Engajamento é fundamental para seu sucesso

Pedro Dias, do Google, afirmou que sites são como crianças pequenas, pois ambos devem receber cuidados especiais o tempo todo. O engajamento, aliado com todos os itens anteriores mencionados, transparece uma imagem mais lúcida do trabalho que está sendo feito por trás de uma página na web.

Precisamos ter em mente que:

  • um conteúdo de qualidade atrai um público de qualidade;
  • todo o trabalho deve ser feito para pessoas e não para robôs;
  • mídia social não trabalha sozinha;
  • a garantia de um trabalho sério e de respeito com o público-alvo consiste principalmente em mostrar que há disponibilidade para este o tempo todo.

O sucesso de sites, campanhas e projetos depende muito mais de um planejamento bem alinhado do que de atitudes descontextualizadas. Os quatro pontos aqui citados são fundamentais porque demonstram que o maior evento de search do país reafirmou que burlar alguns dos mais fundamentais e simples pontos não consiste em uma tática inteligente.

E o pior: o mercado sabe disso.

Fonte: iMasters

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