Off Paper – Site

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A Emporium desenvolveu o novo site da Off Paper  gráfica e editora, com uma navegação diferenciada e mais objetiva para o segmento do cliente. Confira em http://www.offpaper.com.br/

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O Fim do Marco Civil da Internet no Brasil

 - by Mayara Adélia Lira

                O Marco Civil da Internet no Brasil, veio proposto a criar um amplo debate contendo participantes do Governo e da sociedade, afim de regulamentar ações online, para isso, foi criada a página no site www.culturadigital.br/marcocivil, onde, qualquer pessoa com acesso a internet poderia entrar e dar sua opinião a respeito das, sugestões de regras e normas que possivelmente seriam impostas e, com o apoio da sociedade, elaborar as diertrizes normativas do Marco Civil da Internet.

                Felizmente a sociedade se manifestou de maneira negativa as normas sugeridas, demonstrando indignação e repulsa à regulamentação da internet. Sob influência da sociedade o Ministério da Justiça recuou e mudou o projeto de lei para web, segundo divulgado ontem (quarta-feira 05/05/2010) pelo site da Folha de São Paulo.

                 As propostas de regulamentação também receberam significativas críticas de várias entidades do setor de mídia, alegando que isto seria um ato de censura, o que também pode  ter viabilizado o cancelamento das ações dos regulamentos sugeridos.

                Bem, agora podemos respirar aliviados e fazer uso livre e consciente da internet. Princípios e ética, são características que não cabem quando impostas, estas, são adquiridas. Quem compreende um pouco da história do Brasil sabe dos danos causados a sociedade pela ditadura e repressão a liberdade de expressão. Felizmente, a normatização do uso da internet não foi pra frente, o que demonstrou  de certa forma, bom senso do Ministério da Justiça em dar a devida atenção a opinião pública.

                Não seria melhor se os orgãos públicos se preocupassem mais em implantar programas de governo que instituissem uma melhor educação e assim, formassem cidadãos verdadeiramente conscientes de seus valores e deveres, de maneira que adquirissem com EDUCAÇÃO os pricípios da ética e moral que regem em nosso país?

                Ano de eleição, vamos ficar atentos as reais necessidades de nosso país. Vai a dica!

Mayara Adélia Lira

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TSE no Twitter

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tse-29_04_103Reconhecida por sua grande agilidade e abrangência, a rede social criada em 2006, o Twitter, ganha cada vez mais adeptos, agora é a vez do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, desde o dia 22 deste mês passou a integrar ativamente ao microblog e assim, utlizar mais uma ferramenta de comunicação com a população. O início da inserção a rede foi marcada pela posse a Presidencia da corte do TSE o ministro Ricardo Lewandowski.

Embora o perfil @TSEjusbr já estivesse disponível no microblog desde o fim do ano passado, a atualização era feita por meio da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI), de forma automática. Agora, é a assessoria do Tribunal quem cuidará da divulgação das notícias para a imprensa.

O Tribunal Superior Eleitoral acreita que com essa ferramenta (o twiter), além de disseminar informações em tempo real, facilitará o trabalho de quem produz notícias sobre a Justiça Eleitoral.

Sendo assim, o Twitter se junta ao “Centro de Divulgação da Justiça Eleitoral”, o sítio na internet em que são divulgadas notícias sobre o dia-a-dia do Tribunal, então, através do twitter os usuário poderão acessar o site da justiça com maior rapidez.

Mesmo aos menos interessados em política é importante conferir, pois em ano de eleição é sempre bom ficar de olho. Afinal, o que o Tribinal Superior eleitoral pretente é noticiar em primeira mão, as decisões mais relevantes da corte (flashes das ações que chegam ao Tribunal e das decisões dos julgamentos) além de divulgar todas as informações sobre as eleições deste ano.

Acompanhar a nossa Justiça Eleitoral certamente ficou mais fácil e prático, é só seguir o TSE no twitter e receber notícias do Tribunal Superior Eleitora. Isso mostra um estreitamento de comunicação entre o TSE e a população.

 

Para acompanhar é só seguir o TSE no Twitter: 

twitter_bird3 

  @TSEjusbr

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COMUNICAÇÃO DE MÃO DUPLA – Tema abordado por Eduardo Rocha

 - by admin

Recebemos por email esta materia e achamos muito interessante, confiram:

Mais do que apenas discutir os assuntos relacionados ao dia a dia da empresa, as redes sociais corporativas estimulam os funcionários a compartilhar experiências e, é claro, manifestar suas ideias

Década de 60. Guerra Fria. O mundo assistia a duas potências travarem uma luta que, anos mais tarde, entre outras consequências, fomentaria o desenvolvimento de uma das mais poderosas ferramentas já vistas: a internet. Desenvolvido em função de pesquisas militares, hoje esse recurso se tornou indispensável para diversas ações do nosso dia a dia. A internet expandiu nosso poder de alcance, e um dos aspectos mais revolucionados por essa força globalizadora foi a forma como nos comunicamos uns com os outros.

A cada dia, redes sociais, como o Orkut, o Facebook e o Twitter, ganham novos usuários. O poder de aproximar pessoas com interesses semelhantes é inegável. Mas, agora, tais redes se mostraram detentoras de um poderoso recurso: a difusão de informações. Não é à toa que essa tendência, que antes demonstrava sinais de ser mais uma moda juvenil, começou a ganhar importância no mundo corporativo. Isso é representado pelo fato de grandes empresas aderirem a essa tendência, para criar um canal mais interativo com seus colaboradores.

É o caso da Natura. Com o Natura Conecta, a empresa mantém uma comunidade com mais de 8 mil membros que une pessoas e integra grupos que se relacionam com a organização. “O Natura Conecta tem o objetivo de abrigar todas as ações relacionadas ao processo de gestão de relacionamentos, como a realização de wikishops*, palestras virtuais ou transmissão de palestras presenciais e a construção coletiva do relatório anual Natura. Além disso, o Conecta oferece a possibilidade de os públicos se integrarem em comunidades de interesse comum e participarem das ações de engajamento, organizadas especificamente para cada público”, explica Estelita Thiele, ouvidora da Natura.

De acordo com Estelita, o canal apresenta grande potencial de comunicação e disseminação de informações. A página do Conecta reside numa plataforma do NING, uma ferramenta aberta, gratuita e fácil de usar. Sua operação tem alta disponibilidade e expansibilidade, sendo que o crescimento da comunidade não está vinculado ao desenvolvimento de ferramentas específicas, nem mesmo depende de operações complexas, já que é operado pelo formato “member get member”.img-destaque1

Já a Isban, empresa do Grupo Santander Brasil, também investiu na criação de uma rede social. Em agosto de 2008, a empresa realizou uma pesquisa focus group com alguns funcionários para aprimorar as diretrizes de sua comunicação interna e, assim, lançar canais de comunicação aderentes às necessidades das pessoas na empresa. Um dos pontos mais levantados foi a comunicação como via “de mão dupla”, ou seja, as pessoas queriam não apenas absorver os comunicados institucionais, mas também colaborar com a disseminação das informações e também com a construção de um melhor clima. “Nosso objetivo foi atingido. Hoje, em menos de dois anos, temos canais a cada dia mais consolidados e presentes na cultura das pessoas e de suas rotinas”, explica Katia Regina Bulgarelli, superintendente de RH da Isban.

Kátia destaca que, como resultado dessa iniciativa, em 1º de março deste ano nasceu o TI-Conecta. Em apenas um mês, mais de 50% dos funcionários já criaram seu perfil e comunidades na rede, que abordam temas variados, desde times de futebol até áreas e projetos da própria empresa.

Ainda de acordo com Kátia, a intenção é que o TI-Conecta entre na cultura das pessoas, assim como os outros canais já entraram. “Com a criação do TI-Conecta, nossa intenção é aumentar ainda mais a confiança das pessoas na comunicação interna e, assim, estimular a liberdade que todos possuem de se comunicar. Sentimos que o principal retorno é ter uma ferramenta que auxilia no tratamento dos temas do trabalho de maneira mais descontraída, divertida e, apesar de monitorada, mais livre”.

Seguindo o caminho traçado pela internet e pelas primeiras redes sociais, o networking interno promete se tornar um hábito enraizado na cultura das empresas, auxiliando na promoção de ações de endomarketing e na geração de ideias. Mais do que isso, ele promete criar uma interação real entre as diversas áreas de uma mesma organização.

(*) No contexto da web, o termo “wiki” significa um espaço colaborativo onde todos podem contribuir rapidamente com conteúdos e discussões.

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A Web 2.0 e o Rádio, abordado por João Paulin

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O Rádio não vai morrer porque tem características da Web 2.0

A segunda onda da internet, chamada por Tim O’Reilly de Web 2.0, possui muitas diferenças da primeira onda. Entre as mais 1111567_tape_recorderimportantes, a possibilidade de colaboração, a facilidade em criar conteúdo e a comunicação de via dupla entre empresas e clientes.

O rádio foi uma grande revolução da comunicação de massa. Durante décadas foi a mais popular e disputada, ditando a vida das pessoas com notícias e entretenimento, concentrando a maior parte da verba publicitária. Aí veio a televisão, e muitos acharam que o rádio iria morrer. Mas ele sobreviveu, continuou firme e forte. Nos últimos anos, com a internet, muitos também disseram: o rádio vai morrer. Ainda mais agora, que o compartilhamento de arquivos mp3 é facílimo e as conexões estão cada vez mais rápidas e baratas, possibiitando o streaming de áudio.

Mas, todos ignoraram as características que o rádio tem em comum com a web 2.0, justamente as características que mais atraem as pessoas para as mídias sociais na grande rede.

O rádio sempre permitiu a participação do ouvinte, ou seja, era a mídia de massa mais interativa antes da internet. As rádios sempre permitiram visitas aos estúdios, fizeram sorteios de ingressos para os ouvintes, montaram rankings com as músicas mais pedidas… tudo muito colaborativo.

Mesmo que o usuário tenha um iPod com 32 GB de músicas, possa escutar automatizadas rádios online (que permitem pausar e avançar as músicas), ainda assim, as rádios convencionais terão mais valor. Por quê? Porque escutar música assim é frio, mecânico, impessoal, individual. Por isso, o fator mais precioso que o rádio tem em comum com a web 2.0 é o fator HUMANO.

O usuário sabe que por trás das músicas tocando na rádio existe uma equipe trabalhando, com um locutor bacana falando pra ele e para todo mundo que está ouvindo junto com ele. Além disso, não são apenas músicas e anúncios: você tem os comentários dos locutores, notícias, recados dos ouvintes… E sabe que, junto com você, existe um monte de gente escutando e curtindo junto. Você não está sozinho.

Você pode até ter lembrado do serviço Blip, que permite aos seus usuários enviar músicas num “playlist social”. Sim, é muito social, muito humano, mas não há personalidade, não há hierarquia, não há previsibilidade. As rádios desenvolvem personalidade própria, ou seja, o ouvinte conhece suas vinhetas, sabe o tipo de música que vai ouvir, conhece os locutores pelo nome e reconhece sua voz. Sabe que a equipe da rádio pode contar novidades do cenário musical que não teria acesso com seus amigos.

No Blip, as pessoas conversam e prestam homenagens, mandando músicas como bem entendem. Ou seja, se você adiciona alguém que mandou duas músicas dos Beatles, mas na sequência ele pode mandar um sertanejo ou um funk. É imprevisível! A imagem que as rádios criam são tão fortes que elas são realmente personificadas, ganhando um papel de companheira na vida dos ouvintes.

Sendo assim, podemos concluir que escutar rádio continua sendo uma delícia e que enquanto as pessoas gostarem de fazer as coisas juntas, o rádio, assim como a internet, não vai morrer.

Texto original retirado de: http://www.atilavelo.com.br/2009/o-radio-nao-vai-morrer/

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Militância virtual de partidos, abordado por Luiz Cordeiro

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PSDB, PT e PV investem em “militância virtual”

PSDB, PT e PV já buscam mobilizar filiados e simpatizantes pela internet durante a pré-campanha eleitoral. Aprovado pela reforma eleitoral, o uso da internet por meio de blogs e comunidades é uma das grandes novidades desta eleição.

A estratégia do PT para a campanha da ex-ministra Dilma Rousseff à Presidência é valorizar a participação espontânea dos eleitores, segundo o responsável pelas ações de internet na campanha do partido, Marcelo Branco.

Branco explicou que a ação petista terá como base a experiência utilizada na campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em 2008. A intenção é divulgar projetos e realizações do governo Lula e vinculá-los à imagem da pré-candidata. “Quem tem o que mostrar somos nós. Nossa orientação é para não cair na baixaria. Ficar chamando de ladrão, bandido e guerrilheira pega mal na globosfera”, afirma Branco.

Ele disse ainda que o blog da ex-ministra ainda não tem data para entrar no ar. “Tem apenas uma semana que ela deixou a Casa Civil. Estamos no tempo certo, discutindo a estratégia para uma campanha de alto nível”, disse. Branco informou ainda que a página pessoal utilizará um softwares livres, um programa de acesso ilimitado.

O PT abriu um cadastro em seu site para formar “militantes virtuais” e promete “informações exclusivas” a quem aderir ao grupo. Para fazer parte, é obrigatório informar nome e e-mail. O partido, que disputará a Presidência com a ex-ministra Dilma Rousseff, diz que os militantes vão colaborar “para manter o Brasil no rumo certo”.

“Mobiliza PSDB”

Já os tucanos contam com o site “Mobiliza PSDB”, que reúne dicas para divulgar ações do partido por meio de blogs, do Twitter e em sites de relacionamento e para aumentar a visibilidade em sites de busca como Google. Também é possível baixar banners e logomarcas do partido.

“Não basta dar ‘bom dia’, fazer autopropaganda ou falar da agenda. Aliás, é bom evitar essas atitudes. Os usuários querem opinião pessoal, informações exclusivas e dicas de links legais. Tudo curto e objetivo e sem erros de português, é claro”, orienta uma seção com dicas para o Twitter, rede de microblogs bastante utilizada pelo presidenciável tucano, José Serra.

Já no blog “Rede mobiliza”, há dicas para os militantes e simpatizantes tucanos interagirem. Para quem vai a Brasília para o lançamento da pré-candidatura de Serra, neste sábado (10), o blog propõe que o internauta fale sobre sua viagem nas redes virtuais de que participa. Já para os “twitteiros”, a sugestão é customizar o perfil na rede com uma faixa #SerraDia10.

Animado com os resultados da mobilização, o secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), diz que o resultado “é quase exponencial”.

“A partir do momento que vai mobilizando, vai multiplicando mesmo. É isso que a gente tem presenciado. É claro que tem ainda um longo caminho a percorrer. E fato de o Serra ser um entusiasta da internet facilita muito”, diz. O ex-governador de SP tem um perfil ativo no Twitter, com 189 mil seguidores.

“Palanque verde”

Simpatizantes e filiados ao PV, que disputará a Presidência com a senadora Marina Silva, podem acessar uma rede de relacionamentos própria por meio do site do partido. O grupo possui mais de 2 mil membros.

Após o cadastro, o usuário pode convidar amigos, montar uma página com seu perfil, fotos, mensagens e vídeos. Assim como em outras redes sociais, é possível compartilhar informações em redes como Twitter, Facebook e Orkut e criar comunidades. A rede do partido já conta com grupos como “Palanque Verde na Bahia” e “Eu quero um senador negro”.

Também é possível interagir com a pré-candidata à Presidência por meio do Twitter. Em fevereiro, a senadora criou um perfil na rede de microblogs e conta atualmente com 16,5 mil seguidores. A coordenação da pré-campanha da senadora também criou um blog chamado “Minha Marina”.

Além das postagens em estilo de diário, o blog reúne biografia, artigos e fotos da senadora. A novidade fica por conta de uma aba de “Versões e Fatos”, onde ela pretende responder a boatos venham a surgir durante a campanha eleitoral e esclarecer sua opinião sobre assuntos polêmicos. Já foram postados textos sobre o aborto e o criacionismo.

O “militante virtual” que quiser contribuir com o partido pode fazer isso por meio do site. Há um link para quem quiser fazer doações. O valor mínimo é de R$ 20 e, para doar, é preciso informar o CPF. Após inserir o valor da contribuição, é gerado um boleto para pagamento em bancos.

Fonte: G1 / AdNews

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Problema muito comum na área comercial…

 - by admin

Encontramos esse artigo, publicado no EDTED com texto de Bruno Dreux, ilustrando essa situação recorrente aos profissionais da área comercial publicitária. Todo mundo já passou por algo assim algum dia:

Dá pra aumentar minha logo?

- Pra começo de conversa, aprende a falar direito. É “MEU LOGO”, no MASCULINO. Isso se é que você está se referindo ao seu logotipo, sabe?!

- Sério?!

- Não, não é sério. Eu só estou de palhaçada com você.

- Ah, bom. Achei que estava falando sério.

- Claro que estou! E já aviso: não vou juntar esse visual com o que apresentei na semana passada. Isto vai ficar uma m@#$@. São duas propostas totalmente diferentes.

- Ah…fala sério, se está com preguiça de fazer, me fala. Mas se não, é super simples. Basta juntar este cabeçalho, com a manchete da outra proposta e colocar um botão que a gente pode fazer igual ao daquela loja de ecommerce famosa.

- Olha só, eu me recuso a fazer qualquer uma destas alterações bizarras que está pedindo. Aliás, se você queria ser designer, por que diabos fez engenharia? Aprova logo isto e me dá meu cheque, porque eu não quero mais trabalhar com você.

- Quer dizer que vou ter que contratar outro webdesign?

- PORRA! É webdesigNERRRRR. DESIGNERRRRRR, com “erre” no final. Vai, você consegue, não é tão difícil.
E foi assim o pensamento de um designer qualquer durante uma aprovação de visual com o cliente.
Pena que, para este probre coitado, tudo não passou de mera imaginação. Uma conversa apenas em sua mente.

No mundo real, sua reunião com o cliente foi bem diferente. Por medo de perder o emprego ou perder o cliente, preferiu não argumentar com o cliente e preferiu entregar mais um projeto que ele não acredita que ficou bom.

E assim nasceu mais um WEBSTEIN. Um site remendo, uma aberração na internet. Algo que vai envergonhá-lo até o leito de morte e manchar a sua imagem por gerações.

Se alguém que estará no EDTED no Rio de Janeiro já passou por isto, queria ouvir de vocês como foi a experiência. Vou lançar algumas perguntas e queria saber o que pensam.

* Até onde é correto aceitar tudo o que o cliente pede sem questionar?
* Se o cliente está pagando, ele tem sempre razão ou ele está pagando porque precisa de alguém qualificado?
* Alguém já disse umas verdades para o cliente e acabou perdendo o cheque no final?
* Qual foi a maior quantidade de layouts que você já preparou para uma mesma proposta?
* O cliente já mandou mudar cem vezes e acabou aprovando a primeira versão?
* Você já fez alguma coisa diferente para influenciar o cliente a aprovar sem questionar?

Texto original em: http://www.edted.com.br/edted-15/index.php/da-pra-aumentar-minha-logo/

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PROSPECÇÃO PELA VENDA por Eduardo Rocha

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“Alguns sonham com o sucesso enquanto outros levantam cedo e trabalham duro para conquistá-lo.” Autor Desconhecido

Pensando bem, muitos desses profissionais “caíram” em vendas por acidente. Geralmente profissionais de outras áreas são convidados ou “convidam-se” para ingressar no Dpto de vendas, porque são extrovertidos, fazem amizade fácil, tem o poder de persuasão, ou como falam na gíria…”vendem até gelo para esquimó”. Para entender os motivos dessa atitude, é preciso voltar à criação das vendas.

Para quem não sabe, existem grandes vendedores totalmente inverso ao perfil citado, são extremamente tímidos, quietos, mas tem habilidade de observar e sábia técnica de ouvir o cliente.

Equipe

Equipe

Prospecção é o mais importante passo para alguém provar que pode ser um bom vendedor. Alguns ganham a famosa e tão querida e almejada carteira de clientes montada e ativa e, muitos outros, um território ou segmento “em branco”, isso se não vier com lembrete “se vira nos 30″.

Pessoalmente, já vivi as duas situações, e, sem desmerecer a responsabilidade de manter um grande cliente, posso dizer que nada substitui o sentimento de conquistar um espaço totalmente novo no mercado, gerando nova receita e ampliando o reconhecimento da marca. A sensação é de uma conquista “quase” pessoal.

Alguns têm essa atividade como parte do seu dia a dia, e outros precisam ainda daquele “empurrãozinho” do gestor para seguir em frente. O profissional, sim, falo do vendedor, que por muitas vezes esquecem que acima de tudo é um grande profissional, que faz da ampliação da sua carteira de clientes um objetivo, demonstra visão, comprometimento e gosta do que faz, é quase aquele slogan de um antigo banco “…ele é gente que faz”.

Algumas dicas:

Conheça sobre o segmento de mercado do cliente, seu momento atual e seus concorrentes, isso faz a diferença.

Seja corajoso, ligue para as empresas e pergunte quem é a pessoa responsável pela área. Não se preocupe com grandes discursos nesse momento. O importante é conseguir o nome e telefone direto. Tente agendar uma visita, não desanime, apenas porque “não te atende”, ou está sempre em reunião, férias, pois ele é um profissional como você e é muito ocupado.

Recomendam as quintas-feiras como os melhores dias para fazer sua agenda. Nem pense em fazer isso nas sextas-feiras. Outra dica é ligar nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde. E não esqueça que telefone é muito mais amigável para marcar uma reunião do que um email.

Visita – aqui é o primeiro momento onde será possível passar da prospecção para a venda propriamente dita. Para quebrar o gelo, nada melhor do que um elogio, demonstre “verdade” no que diz. Transparência é tudo nesse negócio. Por último, mas não menos importante, escute (muito) antes de sair falando , seja “relevante” para o cliente e não para você!

Lembre-se: “As pessoas compram pelas razões DELAS e não pelas suas.” E.S. Heiman

Clientes satisfeitos são ótimas fontes de referência. Portanto, conheça-os e cultive-os!

Clientes satisfeitos

Clientes satisfeitos

Aliás, não só clientes. Recepcionistas, porteiro, manobrista, o café da Dona Cida, a secretária podem ser excelentes fontes de prospecção.

Mas não pare por aí. Tente sempre chegar aos níveis mais altos de decisão na empresa. Lembre-se que vivemos de relacionamentos, tendo a tecnologia como suporte. Não perca o foco.

Enfim, vista a camisa, vá a campo como vendedor, seja positivo, curioso, prospecte e prove que a única solução para aumentar as vendas quando os clientes “pisam no freio” em função de uma crise, é VOCÊ!

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Pixels – por Carlos Merigo { brainstorm#9 – 08.abr.2010 }

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Criaturas em 8-bits invadem Nova York, incluindo Donkey Kong, Space Invaders, Tetris, Arkanoid e Pac-Man. Um curta criado e produzido por Patrick Jean.

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Software Livre, porque surfar essa onda…Postado por João Paulin

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cadeado-cdCada vez mais utilizado, o Linux é um sistema operacional que, além de sua qualidade, proporciona baixo custo em implementações por ser gratuito.

Software livre é um conceito de extrema importância no mundo da computação. De forma básica, quando um software é livre, significa que seu código-fonte está disponível para qualquer um e você pode alterá-lo para adequá-lo às suas necessidades. O software gratuito (freeware), por si só, é um software que você usa sem precisar pagar. Você não tem acesso ao seu código-fonte, portanto não pode alterá-lo ou simplesmente estudá-lo, somente pode usá-lo, da forma como ele foi disponibilizado. Isso deixa claro a diferença entre software livre e um sofware simplesmente gratuito. O software livre possui tanta importância que se não fosse assim o Linux não existiria ou ficaria restrito aos muros de uma universidade. Linus Torvalds, o “pai do Linux”, quando criou o sistema, não quis guardá-lo para si só. Quis montar um sistema que atendesse às suas necessidades, mas que também pudesse ser útil para mais alguém. Fez isso sem saber que estava acabando de “fundar” uma comunidade: a Comunidade Linux.

Essa comunidade consiste em um número enorme de programadores e colaboradores no mundo todo que trabalham com um único objetivo: ter um sistema operacional robusto, confiável, dinâmico, e que, principalmente, esta ao alcance de todos. A idéia é muito simples: para ser um sistema ao alcance de todos, todos podem colaborar, mostrar suas idéias e participar. O simples fato de utilizar o Linux também faz de você um integrante da comunidade.

Baseado na plataforma Unix, (mesma do sistema da Apple, Mac OS X) Não é atoa que o Linux, a cada dia, vem conquistando novos usuários domésticos

e cada vez mais atraindo empresas de todos os portes, que buscam um sistema confiante e barato.

Um bom exemplo é o governo federal que já economizou mais R$ 370 milhões com o uso do software livre, de acordo com Marcos Mazoni, diretor-presidente do Serpro.

O executivo, que também lidera o Comitê de Implementação de Software Livre (CISL), divulgou o dado durante uma reunião do grupo na última semana no Ministério da Ciência e Tecnologia.

O indicador de economia foi gerado a partir de informações da Pesquisa de Software Livre, aplicada em 2008 pelo CISL.

De quebra, poder alterá-lo para suprir suas necessidades e não precisar gastar com sistemas pagos e limitados.

Para um software ter licença ele deve seguir essas quatro liberdades:

· Liberdade para executar um programa para qualquer finalidade
· Liberdade para estudar um programa, e adaptá-lo às suas necessidades
· Liberdade de distribuir cópias e assim ajudar um colega, uma instituição qualquer
· Liberdade de melhorar o programa e entregá-los à comunidade

Fica claro que o software livre é muito mais do que software gratuito. O futuro do software livre tende a ser cada vez mais promissor. Um número cada vez maior de pessoas e empresas estão conhecendo o Linux e suas vantagens. O software livre, conseqüentemente, só tende a crescer e se tornará muito presente em nossas vidas.

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